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A Genial/Quaest entrevistou 8.598 brasileiros de 16 anos ou mais entre 4 e 9 de dezembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual e o nível de confiabilidade, de 95%
O ano se aproxima do fim e a última pesquisa de 2024 da Genial/Quaest mostrou que a polarização política no Brasil continua forte, mesmo com sucessivas tentativas de conciliação do governo Lula.
Além disso, a maioria da população acredita que o pacote fiscal não será suficiente para melhorar as contas públicas — além de uma percepção de melhora mais modesta da economia.
Começando pela aprovação do presidente, Lula encerra o ano com aprovação de 52%, praticamente estável em relação à pesquisa anterior, quando registrou 51%. Já a desaprovação cresceu de 45% para 47%.
Não sabem ou não responderam 1% dos entrevistados, ante 4% no levantamento anterior.
Na divisão por região, a maior aprovação está no Nordeste, ainda que tenha havido uma queda de 69% para 67%. No entanto, o índice de nordestinos que desaprovam o trabalho de Lula subiu de 26% para 32%.
Uma percepção mais subjetiva da economia contrasta com os dados recentes do governo federal.
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Ainda que a taxa de desemprego esteja nas mínimas históricas, com crescimento da massa salarial e, consequentemente, aumento do PIB, o índice dos que consideram que a economia do Brasil melhorou nos últimos 12 meses caiu de 33% para 27% de outubro para dezembro.
Os que afirmam que piorou oscilaram de 41% para 40%. Para 30% dos entrevistados, a economia ficou do mesmo jeito em 12 meses, ante 22% da sondagem de outubro. Não sabem ou não responderam foram de 4% para 3%.
No entanto, o montante daqueles que acreditam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses cresceu de 45% para 51%. Aqueles que acreditam que diminuíram de 36% para 28% dos entrevistados.
Segundo a pesquisa, 61% afirmaram que o seu patamar financeiro atual está abaixo do esperado e 18%, que está acima. Já 17% consideram que o patamar está dentro do que esperava. Não sabem ou não responderam 4%.
Algumas explicações para a visão de que a economia não melhorou tanto assim está na percepção do poder de compra da população.
Comparado a um ano atrás, o poder de compra dos brasileiros hoje é maior para 19% dos entrevistados, ante 18%.
Já 68% responderam que é menor — antes, eram 61% —, e 12% disseram que é igual, ante 19% em outubro. Não sabem ou não responderam foram de 2% para 1%.
Da mesma forma, para 78% dos entrevistados, o preço dos alimentos nos mercados no último mês subiu (eram 65%), enquanto 8% dizem que caiu (eram 22%).
Os que afirmam que os preços não se alteraram foram de 11% para 13%. Não sabem ou não responderam, de 2% para 1%.
Ainda, para 65% dos entrevistados, o valor das contas de água e luz no último mês subiu, ante 64% de outubro. Já 6% consideram que caiu (eram 14%), e 24% dizem que ficou igual, ante 20%. Não sabem ou não responderam foram de 2% para 4%.
Por fim, 59% dizem que o preço dos combustíveis nos postos de gasolina no último mês subiu, mesmo índice de outubro. Para 7%, caiu, ante 17%, e 20% dizem que não teve alteração, ante 14%. Não sabem ou não responderam eram 10% e atingiram 14%.
Por último, para 68%, as medidas não serão suficientes para melhorar as contas do governo, de acordo com a pesquisa, enquanto 23% consideram suficientes. Não sabem ou não responderam 9%.
Conforme a Genial/Quaest, 83% disseram que entenderam completamente as medidas de cortes de gastos anunciadas pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, enquanto 16% disseram que não entenderam. Não sabe ou não respondeu 1%.
Porém, a pesquisa apontou ainda que 75% dos entrevistados aprovam a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Já 20% desaprovam. Não sabem ou não responderam 5%.
Para 72% dos entrevistados pela Genial/Quaest, a alta do dólar tem impacto em sua vida, enquanto 22% consideram que não. Não sabem ou não responderam 5%.
Segundo a pesquisa, 84% consideram que a alta do dólar vai fazer os preços de alimentos e combustíveis subir, enquanto 11% dizem que não vai influenciar, e 5% não sabem ou não responderam.
A Genial/Quaest entrevistou 8.598 brasileiros de 16 anos ou mais entre 4 e 9 de dezembro. A margem de erro é de 1 ponto porcentual e o nível de confiabilidade, de 95%.
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