🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

MÚSICA PARA OS OUVIDOS

Os cinco minutos mais importantes das bolsas: o sinal verde de Powell para o corte de juros nos EUA

O presidente do Federal Reserve subiu ao palco de um eventos mais importantes da política monetária global e mandou um recado direto ao mercado; o Seu Dinheiro detalhou a mensagem de Powell

Carolina Gama
23 de agosto de 2024
12:32 - atualizado às 14:24
Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, guiando os mercados

Jerome Powell levou apenas cinco minutos para falar o que o mercado espera ouvir desde março: há confiança para iniciar o ciclo de corte de juros nos EUA. E a reação das bolsas foi tão imediata quanto a mensagem do presidente do Federal Reserve (Fed)Wall Street passou a subir mais de 1% e os yields (rendimentos) dos Treasurys foram às mínimas. Por aqui, o Ibovespa renovou máxima intradiária e o dólar à vista despencou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A inflação está agora muito mais próxima de nosso objetivo, com os preços tendo subido 2,5% nos últimos 12 meses. Após uma pausa no início deste ano, o progresso em direção ao nosso objetivo de 2% foi retomado. Minha confiança aumentou de que a inflação está em um caminho sustentável de volta a 2%”, disse Powell ao abrir o discurso no simpósio de Jackson Hole. 

Não levou mais que dois minutos para que outra mensagem de Powell soasse como música nos ouvidos dos investidores: “Chegou a hora de a política monetária se ajustar. A direção da viagem é clara, e o momento e o ritmo dos cortes nos juros dependerão dos dados recebidos, da perspectiva em evolução e do equilíbrio de riscos”, disse.

Embora a sinfonia tenha agradado os investidores, uma nota dos acordes de Powell ficou faltando: ele não disse a magnitude do corte de juros que está no horizonte. 

O comitê de política monetária (Fomc) se reúne novamente nos dias 17 e 18 de setembro. Não à toa, o mercado se divide agora sobre o tamanho da redução da taxa referencial. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ferramenta FedWatch do CME Group compila as apostas dos traders em relação aos juros nos EUA e, depois do discurso de Powell em Jackson Hole, indicava 100% de possibilidade de redução da taxa referencial no próximo mês: 67,5% enxergam um corte de 25 pontos-base, enquanto 32,5% acreditam que uma diminuição de 50 pontos-base está no horizonte. 

Leia Também

Mercado de trabalho: a pedra no sapato da vez

No total, Powell levou 15 minutos para dar o recado ao mercado e fazer uma revisão do estado da economia norte-americana antes da pandemia, durante e depois até chegar aos dias atuais. 

Ele começou a viagem pelo tempo falando da situação do mercado de trabalho hoje — afinal, dados recentes mais fracos derrubaram as bolsas ao redor do mundo e trouxeram de volta o fantasma da recessão nos EUA. O Seu Dinheiro contou toda essa história em detalhes

“Hoje, o mercado de trabalho esfriou consideravelmente do estado anteriormente superaquecido. A taxa de desemprego começou a subir há mais de um ano e agora está em 4,3% — ainda baixa para os padrões históricos, mas quase um ponto percentual acima do nível do início de 2023. A maior parte desse aumento ocorreu nos últimos seis meses”, disse Powell. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele, no entanto, sinalizou que, embora o Fed esteja de olho no esfriamento do mercado de trabalho norte-americano, não vê perigo iminente

“Até agora, o aumento do desemprego não foi resultado de demissões elevadas, como normalmente é o caso em uma crise econômica. Em vez disso, essa alta reflete principalmente um aumento substancial na oferta de trabalhadores e uma desaceleração do ritmo frenético de contratações anteriormente”, continuou. 

Powell fez uma comparação e um alerta ao indicar que as condições do mercado de trabalho estão agora menos apertadas do que antes da pandemia, em 2019 — um ano em que a inflação ficou abaixo de 2%. 

“Parece improvável que o mercado de trabalho seja uma fonte de pressões inflacionárias elevadas em breve. Não buscamos nem acolhemos um esfriamento maior nas condições do mercado de trabalho”, afirmou. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • VOCÊ JÁ DOLARIZOU SEU PATRIMÔNIO? Enzo Pacheco participa de entrevista no SD Select e libera uma carteira gratuita com 10 ações americanas para comprar agora. Clique aqui e acesse.

A inflação não era transitória e agora não impede o corte de juros

Na avaliação das condições gerais da economia norte-americana, o chefão do Fed afirmou que a atividade segue se expandindo em ritmo sólido, mas os dados de inflação e mercado de trabalho mostram uma situação em evolução: enquanto os riscos de desaquecimento do emprego aumentaram, os riscos de aceleração da inflação diminuíram.

Powell lembrou que há dois anos, também em Jackson Hole, discutiu a possibilidade de que lidar com a inflação poderia trazer alguma dor na forma de desemprego mais alto e crescimento mais lento. E, neste ponto, recordou que o esfriamento do mercado de trabalho e até mesmo a recessão eram efeitos colaterais do combate aos preços fora de controle. 

O presidente do Fed chegou a fazer piada com a palavra “transitória”, muitas vezes usada por ele para descrever que a inflação fruto da pandemia não era uma ameaça — o que se provou uma leitura equivocada e desencadeou uma sequência agressiva de alta de juros nos EUA, que colocou a taxa entre 5,25% e 5,50% ao ano, o maior patamar em 23 anos

“Dito tudo isso, a recuperação das distorções da pandemia, nossos esforços para moderar a demanda agregada e a ancoragem das expectativas trabalharam juntos para colocar a inflação no que cada vez mais parece ser um caminho sustentável para nossa meta de 2%”, afirmou Powell. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

SUBIR OU NÃO SUBIR A SELIC? EIS A QUESTÃO DO BANCO CENTRAL

Bolsas voltam a celebrar os juros menores

Nos últimos dias, as bolsas ao redor do mundo vinham operando em alta, patrocinadas pela aposta de corte de juros nos EUA em setembro — o Ibovespa, por exemplo, bateu três recordes seguidos de fechamento e inúmeras máximas intradiárias, superando os 137 mil pontos ao longo das sessões. 

A euforia, no entanto, foi calibrada com a aproximação do discurso de hoje de Powell em Jackson Hole — o presidente do Fed iria entregar o que os investidores esperavam ou, mais uma vez, colocaria toda essa expectativa em banho-maria? 

Embora não tenha sinalizado a magnitude do corte, Powell disse o que todos esperavam há meses e levou os mercados a altas significativas. 

Em Nova York, o S&P 500 chegou a subir mais de 1%. Por aqui, o Ibovespa atingiu o pico do dia de 136.477,53 pontos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, em Wall Street, o Dow Jones avança 1,21%, aos 41.206,65 pontos; enquanto o S&P 500 sobe 1,12%, aos 5.633,03 pontos e o Nasdaq Composto tem alta de 1,36%, aos 17.859,84 pontos.

No Brasil, o Ibovespa sobe 0,94%, aos 136.444,54 pontos, enquanto o dólar à vista — depois de ir na mínima da sessão, a R$ 5,4911 — recua 1,5%, a R$ 5,4981. 

A questão agora é por quanto tempo essa euforia dos mercados vai durar. No dia 6 de setembro, cerca de dez dias antes da reunião de política monetária do Fomc, outro relatório de emprego (o payroll) será publicado e pode esfriar o ânimo dos investidores. Basta saber se pode também adiar o corte de juros do Fed, de novo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
QUEM PODE MAIS?

Trump truca a justiça com mais tarifas: como as empresas brasileiras ficam no meio do cabo de guerra

20 de fevereiro de 2026 - 17:30

Na esteira da anulação das tarifas do Dia da Libertação pela justiça norte-americana, o republicano disse que pode refazer acordos comerciais e impor novas taxas nos próximos dias

SINAL DE FUMAÇA

Mercado corre pelos juros: PIB mais fraco e inflação mais forte nos EUA podem mexer com o seu dinheiro

20 de fevereiro de 2026 - 12:11

A maior economia do mundo cresceu abaixo das projeções no quarto trimestre de 2025, enquanto o índice de preços para gastos pessoais, a medida preferida do Fed para a inflação, ficou acima do esperado em dezembro

A BÚSSOLA DO INVESTIDOR

O dólar a R$ 5,20 veio para ficar? No novo mapa do câmbio, real ganha fôlego e moedas na Ásia podem ser o novo norte

19 de fevereiro de 2026 - 19:30

Citi faz projeções para as principais moedas globais e indica qual deve ser a cotação do dólar em relação ao real no horizonte de 12 meses

PRESENTÃO

Herdeiro mais incompetente de todos os tempos é irmão do rei Charles III, perdeu título de príncipe e foi parar na cadeia no dia do próprio aniversário

19 de fevereiro de 2026 - 11:42

Ex-príncipe Andrew foi preso hoje por “má conduta” em caso envolvendo suas relações com Jeffrey Epstein; se condenado, ele corre o risco de cumprir pena de prisão perpétua.

FICOU CARO DEMAIS?

Na bolsa brasileira, chove capital. Nos EUA, o mercado enfrenta a pior seca de retornos desde 1995

19 de fevereiro de 2026 - 7:11

Enquanto o S&P 500 caiu 1% desde o início do ano, o índice que acompanha o restante da economia global (ACWX) rendeu 8% no período

O MAPA DO TESOURO

Brasil está a apenas dois passos de recuperar grau de investimento — e agência de rating diz o que falta para chegarmos lá

18 de fevereiro de 2026 - 19:15

Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista

BALDE DE ÁGUA FRIA?

Desvendando a ata do Fed: como o novo sinal sobre os juros nos EUA pode mexer com a bolsa brasileira

18 de fevereiro de 2026 - 17:31

O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente

LENDA DE WALL STREET

O mago das finanças ataca de novo: Stanley Druckenmiller troca a Argentina pelo Brasil e embolsa uma bolada

18 de fevereiro de 2026 - 16:05

O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne

O PREÇO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Amazon perde US$ 450 bilhões em valor de mercado e encara prova de fogo com gastos bilionários em IA

18 de fevereiro de 2026 - 11:55

As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos

CONTRA O FLUXO

Dólar e inflação na Argentina: o que pensa Juan Carlos De Pablo, o economista que Javier Milei ouve antes de tomar decisões

17 de fevereiro de 2026 - 17:45

Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso

PARA ANOTAR NO CADERNO

A hora da qualidade: JP Morgan ensina a maior lição para quem quer investir em ações

17 de fevereiro de 2026 - 16:15

Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras

VAI DAR LITÍGIO?

Por que o casamento entre a IA e o dólar pode custar caro para a maior economia do mundo

17 de fevereiro de 2026 - 15:31

A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial

A MÃO INVISÍVEL

China coloca time nacional em campo para forçar a queda das ações de IA na bolsa

16 de fevereiro de 2026 - 19:38

Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial

PRESSÃO TOTAL

PIB fraco e iene em alta: o nó econômico que a primeira mulher no comando do Japão tenta desatar

16 de fevereiro de 2026 - 18:15

Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco

GANHO EM DÓLAR

Vale, BB Seguridade ou Bradesco: qual ADR se valorizou mais em uma semana?

16 de fevereiro de 2026 - 16:59

BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%

CLUBE DOS 12 DÍGITOS

O bilhão é pouco: Anthropic cria fábrica de novos bilionários da IA ao alcançar US$ 380 bi em valor de mercado 

16 de fevereiro de 2026 - 15:45

Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas

EU TÔ COMPRANDO. QUEM QUER VENDER?

Entre War e Banco Imobiliário, Trump polemiza com ideia de comprar a Groenlândia, mas não é a primeira vez; EUA seriam bem menores se não abrissem a carteira

16 de fevereiro de 2026 - 9:18

A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia

TENSÃO POLÍTICA

“Efeito Benito”? Trump ataca Bad Bunny e pode pagar preço político com voto latino nas eleições nos EUA

15 de fevereiro de 2026 - 17:00

Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração

GIRO LATAM

7 Inesquecíveis x 7 Magníficas: o ‘time de valor’ atropela o crescimento e faz o Ibovespa brilhar na América Latina

13 de fevereiro de 2026 - 19:02

Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil

PIX BILIONÁRIO

Anthropic passa a valer US$ 380 bilhões na bolsa e mostra que o “Apocalipse da IA” pode ter sido só o começo

12 de fevereiro de 2026 - 19:43

A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar