O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O lucro do Santander no 1T24 representa um aumento de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado; ROE atinge 14,1%
O Santander Brasil (SANB11) deu sinais de que o pior momento para o banco ficou para trás e registrou lucro líquido de R$ 3,021 bilhões no primeiro trimestre de 2024 O resultado representa um aumento de 41,2% em relação ao mesmo período do ano passado.
O número também superou as projeções do mercado, que apontavam para um lucro de R$ 2,857 bilhões, de acordo com as estimativas que o Seu Dinheiro compilou.
Com o lucro maior, a rentabilidade sobre o patrimônio (ROE) do Santander também veio acima do esperado e atingiu 14,1% — contra apenas 10,6% do primeiro trimestre de 2023.
O forte avanço da margem financeira e a queda nas despesas com provisões foram os principais destaques do resultado. Por outro lado, a inadimplência ainda mostrou uma leve alta na comparação trimestral.
Seja como for, o Santander ainda tem um longo caminho pela frente para reviver os melhores dias, quando alcançou um nível de rentabilidade na casa dos 20%, mesmo patamar do Itaú.
A reação inicial do mercado aos números é bem positiva. Por volta das 10h50, as units do Santander (SANB11) subiam 3,48%, a maior alta entre as componentes do Ibovespa. Mas ainda assim os papéis acumulam queda da ordem de 10% no ano na B3. [matéria atualizada para incluir a oscilação das ações]
Leia Também
Começando pelos pontos positivos do balanço, o Santander registrou um aumento de 14,5% na margem financeira no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado.
A linha do resultado que inclui as receitas do banco com crédito menos os custos de captação somou R$ 14,790 bilhões. O resultado da tesouraria voltou a ficar no azul após vários trimestres no prejuízo e também contribuiu para a margem financeira.
Outro destaque do primeiro trimestre foi a receita com tarifas e prestação de serviços, que somou R$ 4,886 bilhões, uma alta de 12,8%.
Lembrando que os grandes bancos vêm sofrendo para gerar resultados com a cobrança de tarifas com o avanço dos bancos digitais e do PIX.
As despesas operacionais também cresceram, mas em um ritmo menor (5%) e atingiram R$ 6,297 bilhões.
Após o baque com o caso Americanas, o Santander voltou a mostrar apetite por crédito. O banco encerrou março com uma carteira de crédito de R$ 654 bilhões, um avanço de 1,7% no trimestre e de 8,1% em 12 meses.
As despesas com provisões deram um alívio após a pressão com o calote da varejista e atingiram R$ 6,043 bilhões. Trata-se de uma queda de 11,6% em relação aos últimos três meses de 2023 e de 10,7% na comparação com primeiro trimestre do ano passado.
A redução seria ainda maior considerando o caso Americanas, já que no primeiro trimestre de 2023 o banco fez uma provisão extra de R$ 4,2 bilhões.
Apesar na queda das provisões, o índice de inadimplência do Santander segue em patamares altos e atingiu 3,2%. Ou seja, uma alta de 0,1 ponto percentual no trimestre e estável em relação a março de 2023.
A recomendação do BTG é de compra, com preço-alvo de R$ 40. “Do ponto de vista de valuation, a Azzas está sendo negociada a cerca de 7x P/L para 2026, um nível significativamente descontado em relação aos pares do setor”, afirma o banco
Na nova fase anunciada na noite de quarta-feira (12), o Magalu coloca a inteligência artificial no centro da estratégia — e Fred Trajano diz ter resolvido, via WhatsApp da Lu, um problema que nem a OpenAI, dona do ChatGPT, conseguiu
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos