🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap.

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA

Oportunidade histórica para investir? CCR (CCRO3) tem pista livre no Brasil — e CEO revela os planos para acelerar o crescimento nos próximos 10 anos

Para gestor da Perfin, a CCR pode se beneficiar da falta de concorrência na disputa por novas concessões a serem leiloadas pelo governo

Camille Lima
Camille Lima
3 de junho de 2024
6:12 - atualizado às 10:45
Praça de pedágio CCR MSVia Itaúsa ITSA4 Votorantim Dividendos
Imagem: Shutterstock

O Brasil deve vivenciar um recorde de investimentos em infraestrutura em 2024 — e a CCR (CCRO3) tem a “pista livre” para aproveitar as oportunidades no mercado local, na visão de Marcelo Sandri, sócio e gestor de portfólio da Perfin Investimentos, que atualmente possui mais de R$ 35 bilhões em ativos sob administração.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Sandri, a CCR atualmente corre em uma estrada praticamente sem concorrentes — e pode se beneficiar disso na disputa por novas concessões a serem leiloadas pelo governo.

“O governo tem o desejo de licitar dezenas de estradas nos próximos anos. A boa notícia para quem está no setor e com capital é que tem pouco player para muito projeto, e isso resulta numa competição baixa para ativos bons com retornos altos e muitas vezes com investimentos que cabem no bolso da CCR”, disse o gestor ao Seu Dinheiro.

“A CCR tem capacidade de alavancagem, tem balanço, uma robustez financeira e vai ter muita oportunidade para alocação de capital. E, muitas vezes, esses projetos vêm com retornos maiores do que a TIR [taxa interna de retorno] implícita da própria companhia.”

Embora a cifra que a companhia de mobilidade pretenda investir nos próximos anos não seja nada tímida — o capex contratado é de R$ 33 bilhões —, a alocação será mais conservadora daqui para frente, de acordo com o CEO Miguel Setas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O Grupo CCR tem participado de leilões com uma visão muito rigorosa. Cada centavo, real e dólar que os investidores colocarem na companhia será gerido de maneira muito seletiva”, disse, em evento anual com investidores realizado na última terça-feira (28).

Leia Também

O plano da empresa para a próxima década, batizado de “Ambição 2035”, é baseado em quatro pilares: crescimento, eficiência, retorno e ESG (sigla em inglês para Ambiental, Social e Governança Corporativa).

  • As melhores recomendações da Empiricus na palma da sua mão: casa de análise liberou mais de 100 relatórios gratuitos; acesse aqui 

Rigor nos investimentos daqui para frente

Miguel Setas afirmou que o objetivo da CCR é conquistar a liderança do setor de mobilidade com foco em crescimento sustentável. “Crescimento rentável e seletivo é parte necessária da geração de valor, com captura de eficiências de um balanço robusto e sustentável ao longo do tempo”, disse o CEO.

Segundo o diretor financeiro, Waldo Pérez, a quantidade de oportunidades que estão por vir “é vasta e não há capacidade para fazer tudo”. Atualmente, a companhia enxerga R$ 190 bilhões em oportunidades — mas selecionará os investimentos com maior rigor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Vamos olhar todas as oportunidades, fazer nossa diligência e ir atrás daquelas que agreguem mais no nosso crescimento. É um equilíbrio entre a busca por crescimento com um balanço robusto e de forma consistente.”

Para Pérez, a participação da CCR em novos leilões dependerá muito do formato de licitações — mas o CFO afirma não prever uma retomada do ritmo de 2021, quando a empresa ganhou cinco concessões. “Esperaria que continuamente a cada 12 ou 18 meses a gente venha a ganhar novos projetos.”

A CCR ainda pretende participar de movimentos de consolidação do setor de aeroportos para “fazer parte de uma das maiores plataformas aeroportuárias” da América Latina.

Por sua vez, em mobilidade urbana, a companhia revelou estar em busca de um sócio para participar do leilão das linhas 11, 12 e 13 da CPTM, operadora de trens em São Paulo, ainda neste ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os negócios adjacentes da CCR 

Além dos investimentos em seus negócios principais — aeroportos, rodovias e mobilidade urbana —, o CEO prevê a criação de uma plataforma específica para cuidar de seus empreendimentos adjacentes, que hoje respondem por cerca de 6% do faturamento total da companhia. A meta, porém, é que esse percentual supere a marca dos 10% até 2035.

Uma das frentes que a CCR pretende aumentar a geração de valor é o segmento imobiliário, com o lançamento de novos shoppings nas estações de trem e metrô.

Além da combinação de real estate com varejo, a empresa prevê um aumento do faturamento complementar em energia, logística, aluguel de carros, estacionamento e publicidade.

Expectativas para balanço e dividendos

Do lado do balanço, a expectativa é que a companhia alcance uma taxa de crescimento anual do Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de quase dois dígitos até 2035, de acordo com o CEO Miguel Setas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A companhia atualmente enxerga um potencial de R$ 5 bilhões a R$ 10 bilhões em desinvestimento de ativos considerados “maduros e sem oportunidade para extrair valor adicional” ou em situações com nível de risco acima do desejado pela CCR, além da venda de participações e destravamento de valor das plataformas.

Já para a alavancagem, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda, a meta é que o indicador alcance uma faixa entre 2,5 vezes e 3,5 vezes.

No endividamento, a CCR ainda espera alcançar uma dívida líquida zero na holding. A controladora reduziu em 50% a cifra entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2024, para R$ 24 bilhões.

"A gestão financeira do grupo vem equacionando cada vez mais o balanço, com um perfil de amortização muito confortável", disse Waldo Perez.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O CFO da CCR também destacou o compromisso da companhia com o aumento da eficiência, com a expectativa de diminuir R$ 500 milhões com essas melhorias operacionais em pessoal, material, serviços de terceiros e outras despesas (PMSO) até 2026.

Segundo o diretor, o objetivo é otimizar a estrutura de capital para suportar a criação de valor. Nesse sentido, os acionistas devem continuar a ver remunerações polpudas pingarem na conta. A CCR estabeleceu como alvo um pagamento (payout) de 50% do lucro líquido ajustado na forma de dividendos.

“Enquanto estiver nessa faixa [de alavancagem], a política de dividendos é de um payout de 50% do lucro ajustado. Acima de 3,5 vezes, provavelmente reduziremos a distribuição para 35%. Já abaixo de 2,5 vezes seria uma estrutura de capital ineficiente e, não havendo uso, haverá sim retorno aos acionistas através de recompra de ações, bem como aumento do target payout para algo acima de 50%”, disse o diretor financeiro da CCR.

E o que fazer com as ações da CCR?

Para Marcelo Sandri, da Perfin, atualmente existe uma “oportunidade única” para investir na CCR, considerada um ativo “muito bom e sólido, com excelente gestão e em um preço muito adequado” — e que ainda vivencia um momento setorial importante.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos vendo uma oportunidade super histórica para investir no setor olhando para valuation e para oportunidade de taxa interna de retorno para esse papel”, disse o gestor. “É um prêmio de risco muito alto para a qualidade, segurança e nível de resiliência do ativo.”

Segundo Sandri, existe uma evolução positiva acontecendo na agenda regulatória do setor de rodovias que leva a uma qualidade de novos ativos com matriz de risco muito mais equilibrada e definida, evitando muitos problemas ao longo da concessão. 

Além disso, o gestor destaca a resolução de passivos regulatórios, com uma rodada de repactuações e reequilíbrios no setor.

Vale destacar que a Perfin possui uma posição relevante na CCR em seus fundos líquidos de infraestrutura. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já do lado das corretoras, das 7 recomendações para as ações CCRO3, todas elas são de compra, de acordo com dados da plataforma TradeMap. Os papéis acumulam desvalorização da ordem de 11% na bolsa brasileira em 2024.

A XP Investimentos é uma das casas de análise otimistas com a companhia de infraestrutura de concessão. 

Os analistas destacam a evolução positiva dos planos apresentados no ano passado, além do reforço das propostas financeiras de curto prazo, mostrando que ainda existe potencial de criação de valor adicional, e das novas ambições para 2035, com foco em eficiência de custos, exploração de receitas adjacentes e potencial de otimização de portfólio.

Na visão do BTG Pactual, ainda que a CCR deva experimentar crescimento mais suave nos próximos trimestres devido a bases de comparação mais elevadas, a companhia deve continuar a tendência positiva de resultados. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com notáveis melhorias na governança corporativa e desenvolvimentos regulatórios positivos, consideramos a CCR uma opção atrativa de investimento de longo prazo, especialmente dada a sua atrativa TIR [taxa interna de retorno] real de 10%”, escreveu o banco. 

Os analistas recomendam a compra das ações, com preço-alvo de R$ 19 para os próximos 12 meses, implicando em uma valorização potencial de 56,8%.

Já para o Bank of America (BofA), atualmente a CCR possui um múltiplo de risco e retorno bem equilibrado. Nas contas dos analistas, a companhia de concessões é negociada a uma taxa interna de retorno (TIR) de 11,5%, em termos reais. 

“Maiores vantagens poderiam advir de reequilíbrios pendentes, nas concessões Quiport, VLT Carioca, Metrô Bahia e Renovias, bem como de potenciais alterações contratuais na ViaQuatro e nas Linhas 5 e 17 do metrô, e na renegociação do contrato rodoviário da MSVia.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No caso da MSVia, a CCR espera concluir o de-risking até o final do ano através de uma repactuação ampla do contrato com o poder público, segundo os executivos da empresa.

O BofA possui recomendação neutra para as ações CCRO3, com preço-alvo de R$ 16, implicando em um potencial de valorização de 32% em relação ao último fechamento.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CAIXA REFORÇADO

Movida (MOVI3) levanta R$ 3,5 bilhões com ajuda do Banco Mundial e encerra gestão das dívidas de 2026

6 de fevereiro de 2026 - 12:59

Locadora diz ter alcançado os melhores níveis de alavancagem, custo e prazo médio da dívida em três anos

GANHOS E COMPRAS

Petrobras (PETR4) volta à África com compra de bloco exploratório, e recebe R$ 1,65 bilhão após alta do petróleo; entenda os detalhes

6 de fevereiro de 2026 - 12:05

Apesar dos anúncios, as ações da petroleira operam perto da estabilidade, acompanhando o movimento do petróleo no mercado externo

O RITMO DA RECUPERAÇÃO

“Não temos medo de desafio”, afirma CEO do Bradesco (BBDC4) enquanto ação cai na bolsa — e avisa: guidance para 2026 não mudará

6 de fevereiro de 2026 - 11:44

Marcelo Noronha sustenta a estratégia step by step e afirma que acelerar agora pode custar caro no futuro. Veja o que disse o executivo.

MUDANÇA DE ESTAÇÃO

C&A (CEAB3) vira ação preferida do JP Morgan no setor de moda; veja por que investir e qual a recomendação para Renner (LREN3) e Riachuelo (RIAA3)

6 de fevereiro de 2026 - 10:45

O banco iniciou a cobertura da C&A e da Riachuelo, com recomendação de compra para ambas. Veja abaixo o potencial de alta nas ações das varejistas de moda

TRÊS PEDIDOS DIFERENTES

R$ 2 bilhões ‘a menos’ para a Vale (VALE3)? Autoridades querem bloqueio de patrimônio depois de extravasamentos em Minas Gerais

6 de fevereiro de 2026 - 10:07

Ações do MPF, do governo de Minas e do MP estadual miram episódios nas unidades de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas

REAÇÃO AO RESULTADO

“Mercado cobra mais do que os chefes”, diz CEO do Bradesco (BBDC4). Por que ação apanha após o balanço do 4T25?

6 de fevereiro de 2026 - 9:44

Mesmo depois de resultados dentro do esperado no quarto trimestre de 2025, os investidores reagiram negativamente à divulgação; entenda o movimento

RESULTADO

Bradesco (BBDC4) vai sair do modo defensivo? ROE supera o custo de capital pela primeira vez na retomada — mas mercado cobra mais

5 de fevereiro de 2026 - 18:47

Lucro cresce pelo oitavo trimestre seguido e ROE supera o custo de capital, mas ADRs caem em Wall Street; veja os destaques do balanço

SEM MAJESTADE

Rio Tinto desiste de fusão com Glencore e Vale (VALE3) mantém trono do minério

5 de fevereiro de 2026 - 17:40

Megafusão de mais de US$ 260 bilhões sai de cena após empresas não conseguirem chegar a um acordo que beneficiasse os acionistas

DESTAQUES DA BOLSA

Braskem (BRKM5) tomba mais de 4% na B3 com operação no México em apuros. O que está por trás da queda das ações hoje?

5 de fevereiro de 2026 - 17:07

Rumores de um possível pedido de Chapter 11 da Braskem Idesa, petroquímica mexicana controlada pela companhia, pressionam as ações hoje

Empresas

Spotify fecha parceria para bater de frente com a Amazon na venda de livros físicos

5 de fevereiro de 2026 - 16:54

Spotify anuncia parceria com a Bookshop.org para vender livros físicos em seu aplicativo.

TECNOLOGIA POSTA À PROVA

Quem tem medo da IA? Queda da Totvs (TOTS3) pode ser oportunidade para comprar ação com desconto, dizem Safra e Itaú BBA

5 de fevereiro de 2026 - 16:35

Uma única ferramenta derrubou as ações da Totvs (TOTS3) em cerca de 20% em dois dias. Investidores venderam a ação em meio a temores de que o avanço da inteligência artificial tire espaço dos programas da empresa de tecnologia brasileira. No entanto, segundo o Itaú BBA e o Safra, a queda pode ser uma oportunidade […]

TECNOLOGIA PARA NEGÓCIOS

Frontier: OpenAI lança plataforma para ser ‘funcionário artificial’ nas empresas

5 de fevereiro de 2026 - 15:45

Segundo a empresa dona do ChatGPT, a tecnologia será capaz de executar tarefas reais do dia a dia, indo além de testes isolados

MUDANÇA DE COMANDO

B100 propõe OPA para adquirir ações da Ciabrasf (ADMF3), antiga Reag; veja quanto será pago por ação

5 de fevereiro de 2026 - 14:55

A Ciabrasf ficou conhecida no mercado como a provedora de serviços fiduciários da antiga Reag Capital, alvo de operações da PF no ano passado

DANÇA DAS CADEIRAS

Em recuperação judicial, AgroGalaxy (AGXY3) ‘volta atrás’ e muda o comando; veja quem ocupa as cadeiras de CEO e CFO

5 de fevereiro de 2026 - 12:50

Trocas no alto escalão ocorrem menos de dois meses após o conselho reafirmar a atual gestão; conselho e diretoria também passaram por mudanças

Robôs humanoides

Optimus: Por que a Tesla de Elon Musk encerrou a produção de carros de luxo para focar em um robô

5 de fevereiro de 2026 - 12:30

A Tesla, de Elon Musk, encerrou a produção dos modelos S e X para focar em robôs humanoides.

REAÇÃO AO BALANÇO

O Itaú segue elevando o sarrafo — mas ITUB4 ainda tem fôlego para subir na bolsa? Veja a aposta dos analistas

5 de fevereiro de 2026 - 11:37

Margens resilientes, ROE elevado e disciplina de custos sustentam o Itaú no topo. Mas ainda há espaço para upside nos múltiplos?

COM A PALAVRA, O CEO

“Queremos evitar que a sociedade sofra”, diz CEO do Itaú (ITUB4) sobre crise do Banco Master e rombo no FGC

5 de fevereiro de 2026 - 11:20

Em coletiva com jornalistas sobre o balanço do quarto trimestre, Milton Maluhy Filho afirma que o sistema terá de pagar a conta — e critica plataformas que empurraram risco ao investidor

DE MALAS PRONTAS

Gol (GOLL54) dá mais um passo para sair da B3: aérea tem parecer favorável do conselho para OPA

5 de fevereiro de 2026 - 10:53

Os acionistas poderão vender suas ações preferenciais pelo preço de R$ 11,45 por lote de 1.000 ações. Para participar, é necessário declarar interesse na OPA

DANÇA DAS CADEIRAS

Assaí (ASAI3) ocupa cargo vago há quase um ano e tira executivo da Azzas (AZZA3); confira o novo nome do alto escalão do atacarejo

5 de fevereiro de 2026 - 10:21

O novo executivo da empresa deixa a Azzas 2154, onde atuava até então como presidente da unidade de calçados

DE ROUPA NOVA NA B3

Adeus Guararapes (GUAR3): Riachuelo estreia o novo nome e ticker na B3 hoje; veja qual e por que mudou

5 de fevereiro de 2026 - 9:31

Em comunicado, a companhia afirmou que a alteração do código também marca um novo estágio de maturidade da Riachuelo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar