O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Apple apresentou crescimento nas vendas em todas as regiões nos últimos três meses de 2023. A exceção foi a China, onde as vendas caíram quase 13% em relação ao mesmo período do ano passado — e o pior pode estar por vir
A Apple (AAPL; AAPL34) apresentou na quinta-feira (1) à noite resultados financeiros que superaram as estimativas — algo que não acontecia há muito tempo. Mas as ações da dona do Iphone reagiram mal no after market em Nova York e entram a sexta-feira (2) operando no vermelho. A mordida que a China deu na maçã é uma das responsáveis por esse efeito.
A China já foi vista como o principal motor de crescimento da Apple, mas no ano passado, um consumidor mais cauteloso combinado com a concorrência intensa, em particular por parte de uma Huawei rejuvenescida, representou um desafio para a gigante para a fabricante do iPhone.
E, segundo os especialistas, em 2024, as coisas podem não melhorar para a maçã.
Então, quais desafios a Apple enfrenta na segunda maior economia do mundo? O Seu Dinheiro listou os cinco principais problemas que a empresa enfrenta no momento.
A Huawei lançou no ano passado um smartphone chamado Mate 60, que tinha conectividade 5G, e surpreendeu o mundo.
Isso porque em 2019 e 2020, o governo dos EUA impôs à Huawei inúmeras sanções que a isolaram dos chips e da tecnologia necessários para o 5G — que é a Internet móvel da próxima geração que promete downloads super-rápidos.
Leia Também
As sanções, que também restringiram o acesso da Huawei ao software do Google, paralisaram efetivamente o negócio de telefonia móvel da gigante tecnológica chinesa.
Só que a Huawei foi realmente o único grande desafiante da Apple na China no mercado de ponta. Com o Mate 60, a gigante chinesa está vendo os primeiros sinais de um renascimento.
Prova disso é que, no quarto trimestre de 2023, a Huawei voltou à lista dos cinco maiores fabricantes de smartphones na China.
O problema fica ainda maior se pensarmos que a Huawei não é a única a desafiar a Apple.
Outras marcas chinesas, da Xiaomi à Oppo, têm entrado lentamente no mercado com produtos de alto nível, mas a preços muito mais baixos quando comparados ao iPhone.
Durante muito tempo, a Apple foi vista como uma marca de luxo na China, com grande apelo entre o público mais jovem — e, ao que parece, essa percepção começa a mudar.
O fato de outras marcas estarem entregando aparelhos com mais qualidade e funções até superiores às do Iphone a um preço baixo ajudaram a Apple a perder o brilho e o apelo junto à geração Z.
Além disso, muitos concorrentes como a Samsung lançaram smartphones dobráveis, enquanto a Apple resiste a inovações como essa e perde espaço ao deixar der ser a primeiro a comercializar novos produtos.
Muitos fabricantes de smartphones também estão falando sobre recursos de inteligência artificial em seus dispositivos, algo que a Apple ainda não fez.
Tal como muitas empresas de tecnologia estrangeiras que operam na China, o espectro da geopolítica é uma pedra no sapato da Apple.
As constantes suspeitas de espionagem e a rivalidade com os EUA levaram, por exemplo, o governo chinês a barrar o uso de iPhones na China.
A Bloomberg, por exemplo, informou no ano passado que a China estendeu uma proibição ordenando que funcionários de agências governamentais e empresas apoiadas pelo Estado parassem de levar iPhones e outros dispositivos para o trabalho.
A economia chinesa vem enfrentando vários desafios, desde colapsos do setor imobiliário até a fraca demanda dos consumidores — e eles poderão continuar em 2024.
E é aí que a concorrência pode brilhar mais uma vez. Se a demanda continuar enfraquecida na China, as chances de modelos de celulares completos e mais baratos podem se tornar ainda mais atraentes, colocando a Apple em segundo plano como opção de compra.
A Apple apresentou crescimento nas vendas em todas as regiões nos últimos três meses de 2023. A China foi a exceção, onde as vendas caíram quase 13% em relação ao mesmo período do ano passado.
*Com informações da CNBC
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players