O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Baixo crescimento e insegurança sobre futuro do país levam super-ricos a colocar dinheiro no exterior e em imóveis de luxo
Se gato escaldado tem medo de água fria, os super-ricos chineses estão ressabiados com os investimentos em ações domésticas e no setor imobiliário, que historicamente se consolidaram como destino para a reserva financeira da população.
De acordo com apuração da agência CNBC, após perderem dinheiro com a desvalorização dos imóveis e das ações no país, os multimilionários chineses estão levando seu dinheiro para fora da China.
Apesar da diversificação global, a evasão de recursos não representa uma mudança no “perfil do investidor” dos chineses mais abastados.
A demanda maior é por produtos que priorizem a “preservação de capital” e a “geração de renda”. Nesse sentido, os preferidos dos milionários vem sendo os títulos do Tesouro Americano.
Além de estarem entre os ativos financeiros mais seguros do planeta, as Treasuries, no atual nível dos juros americanos, apresentam rendimentos superiores aos pagos pelos títulos soberanos chineses.
A migração do capital chinês, contudo, está longe de se concentrar apenas na dívida dos Estados Unidos.
Leia Também
Segundo os gestores que atendem ao público de altíssima renda, os investimentos também estão sendo direcionados para instrumentos de câmbio, crédito privado, private equity e ações estrangeiras.
Dentre as ações, destacam-se as de empresas americanas e japonesas, em especial as de setores de alta rentabilidade e que estão se aproveitando de teses que devem seguir protagonistas no longo prazo, como a tecnologia e a inteligência artificial.
A resposta para o fluxo do dinheiro dos super-ricos para fora da China é simples: nos últimos anos, quem estava muito alocado em investimentos tradicionais chineses — as ações domésticas e os imóveis — perdeu dinheiro.
Após muitos anos de crescimento acelerado nas últimas décadas, a economia chinesa vem apresentando performance inferior nos últimos tempos.
Acostumados a ver o PIB crescer na faixa de dois dígitos, os chineses viveram expansão econômica de “apenas” 3% em 2022 e 5,2% em 2023.
Além dos efeitos da pandemia e do fim do boom populacional, o estouro da bolha imobiliária vem prejudicando direta e indiretamente a performance do país.
Tradicionalmente endividado e com uma enorme participação na economia local (30%), o mercado imobiliário, acostumado a antecipar receitas, se viu em xeque com novas regras de alavancagem impostas em 2020.
O resultado: muitas construtoras quebraram, obras ficaram estagnadas e o preço dos imóveis despencou.
Somam-se a isso as restrições impostas pelo governo aos investidores de imóveis — a orientação era a de comprar apenas para moradia própria.
Diante desse cenário, a economia como um todo sofreu um baque e os investidores chineses, tradicionalmente alocados em real estate e ações domésticas, ficaram no prejuízo.
Com a queda dos níveis de investimento e consumo — e os preços dos imóveis caindo — há o receio de que o país possa entrar em uma espiral deflacionária. Isso acarreta o risco de frear ainda mais a economia e derrubar os preços.
O perfil chinês de investir em imóveis e ações domésticas vai muito além de patriotismo ou conservadorismo ao extremo.
Essa visão foi condicionada justamente pela limitação de produtos financeiros, já que o mercado financeiro local é muito regulado e há uma série de restrições para levar o dinheiro para o exterior.
Contudo, investidores milionários conseguem fazer aportes no exterior por meio de dois programas especiais:
Além desses instrumentos, os chineses também estão investindo em um segmento específico de imóveis.
Apesar da crise no mercado imobiliário da China, aparentemente o pessimismo e a desvalorização não se aplicam ao mercado de luxo em Xangai, o principal centro financeiro do país.
Após o governo diminuir os impostos e os critérios de tempo de contribuição para adquirir imóveis na cidade, analistas vêm identificando um alto número de transações.
O volume de imóveis negociados acima dos US$ 2,75 milhões subiu 38% no primeiro trimestre deste ano — e 60% dos compradores não são moradores de Xangai.
Por conta da escassez de imóveis de luxo na metrópole, essas propriedades vêm se consolidando como ativo com alta liquidez e capaz de preservar valor.
Apenas a Lotofácil e a Quina tiveram ganhadores na terça-feira (12). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (13), +Milionária pode pagar R$ 41 milhões.
Seleção brasileira fará amistosos contra Panamá e Egito antes da estreia na Copa do Mundo, em 13 de junho, contra o Marrocos; convocação final do Brasil sai em 18 de maio.
Após pressão popular e desgaste político, governo recua da cobrança criada em 2024 para encomendas do exterior; compras internacionais de até US$ 50 ficam isentas
Conhecido como o “banco central dos bancos centrais”, o BIS anunciou nesta terça-feira (12) o nome escolhido para o cargo
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de segunda-feira (11). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (12), a Quina e a Timemania dividem as atenções com a Mega-Sena.
A realidade falou mais alto do que as vantagens de manter o Koru, megaiate que se transformou em uma dor de cabeça para Jeff Bezos
Com a bilheteria mundial de O Diabo Veste Prada 2, Miranda Priestly poderá usar Prada até de pijama se quiser
Decisão do STJ vai alterar o funcionamento de aluguéis de curto prazo em condomínios; Airbnb divulga nota
Rótulos precisam seguir parâmetros de transparência
A perspectiva de alta da inflação no país reflete a escalada das incertezas com a guerra no Oriente Médio, que provocou uma disparada nos preços do petróleo
Caixa Econômica Federal já está registrado apostas para o concurso especial da Mega-Sena 30 Anos, que segue regras parecidas com as da Mega da Virada, mas sorteio está programado apenas para o fim de maio
A frase de Adam Smith é uma das reflexões do livro “A Riqueza das Nações”, obra seminal do liberalismo econômico.
De benefícios sociais a prêmios milionários na loteria — confira as matérias mais lidas no Seu Dinheiro na semana e saiba como aproveitar as oportunidades de maio
Banco atualizou as projeções para inflação, PIB e diz como a guerra no Oriente Médio pode mexer com o bolso do brasileiro
A semana que começa será carregada de eventos, tanto no Brasil como no exterior, capazes de mexer com o bolso — e os nervos — dos investidores
Geladeiras, celulares e fogões estão entre os produtos considerados essenciais e que exigem solução imediata segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC)
O governo Lula se tornou pauta do jornal de finanças mais influente do mundo, que destacou o atraso do Brasil em tratar sobre o tema
Itaú, Bradesco, Santander e Nubank não só aderiram ao Desenrola 2.0 como criaram programa similar para público não elegível
A Pseudomonas aeruginosa está presente até mesmo no ar e pode causar distúrbios sérios, com risco de morte
Acordo foi firmado entre Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai para reduzir custos e prazos, ampliar a previsibilidade das regras e oferecer maior segurança jurídica