O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A agência de classificação de risco manteve o rating do Brasil em Ba2, mas melhorou o outlook para positivo; entenda os motivos para essa nova avaliação
A agência de classificação de risco Moody’s tem uma visão mais otimista do Brasil, mantendo o rating de longo prazo do país em Ba2, mas melhorando a perspectiva de estável para positiva.
A nota, mantida nesse patamar desde fevereiro de 2016, está a dois degraus do chamado grau de investimento e, com a mudança do outlook, pode significar uma maior abertura da agência para uma mudança do rating em um prazo mais próximo.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, havia anunciado em coletiva na noite de terça-feira (30) que a agência se preparava para fazer o anúncio do rating brasileiro. Segundo ele, a Fitch também está prestes a finalizar um relatório.
A Moody's diz que a mudança da perspectiva para positiva é sustentada pela avaliação de que um crescimento mais robusto, combinado com um progresso contínuo, embora gradual, em direção à consolidação fiscal, poderá permitir a estabilização do peso da dívida do Brasil.
"A Moody's avalia que as perspectivas de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil são mais robustas do que nos anos pré-pandemia, apoiadas pela implementação de reformas estruturais em múltiplas administrações, bem como pela presença de barreiras de proteção institucionais que reduzem a incerteza em torno da direção política futura", afirma.
Embora a Moody´s esteja mais otimista com o Brasil, a melhora do rating ainda esbarra em alguns fatores, entre eles:
Leia Também
“A dependência do Brasil do financiamento em moeda local e de um mercado financeiro interno profundo, no entanto, mitiga os riscos de financiamento”, diz a Moody’s em relatório.
Os últimos sinais de uma possível mudança de rating do Brasil vieram em outubro do ano passado, quando a vice-presidente da Moody's para risco soberano, Samar Maziad, afirmou que a melhora da nota de crédito do País dependeria da implementação do arcabouço fiscal.
Na ocasião, ela apontou o esforço que o Brasil precisa fazer para estabilizar a dívida e disse que o País ainda teria que mostrar que consegue alcançar as metas e melhorar os resultados fiscais sob a regra fiscal do governo Lula.
Passados seis meses desde a avaliação de Maziad, o Brasil se vê empurrando a meta de zerar o déficit primário para 2025.
Até então, de acordo com o arcabouço fiscal aprovado pelo Congresso no ano passado, o governo federal tem duas regras principais a seguir na gestão das contas públicas.
A primeira consiste no respeito a um limite de despesas, que cresce anualmente a uma proporção de 70% da evolução das receitas no exercício anterior, respeitando um intervalo de avanço em termos reais (ou seja, descontada a inflação oficial) de 0,6% a 2,5%.
A segunda corresponde à conhecida meta de resultado primário, que passou a contar com uma banda de tolerância de 0,25 ponto percentual para cima ou para baixo em relação ao PIB.
Para 2024, a tendência é a de que o governo trabalhe com uma projeção de déficit de 0,25% do PIB. Em 2025, a meta será zerar o déficit.
O Brasil segue a dois passos do grau de investimento pela Moody´s, mas por que ter essa classificação é importante?
Obter um grau de investimento é importante porque determinados fundos globais são impedidos de alocar seus recursos em países com notas de crédito muito baixas — as chamadas zonas de risco.
Portanto, a melhora da perspectiva para positiva mostra uma abertura de subir o rating do Brasil e colocar o país mais perto do grau de investimento, o que além de aumentar a atratividade, também destrava um importante volume de aportes por aqui.
Ratings que compõem o grau de investimento na Moody's, S&P e Fitch
| Moody's | S&P Global | Fitch |
| Aaa | AAA | AAA |
| Aa | AA | AA |
| A | A | A |
| Baa | BBB | BBB |
Ratings que compõem o grau especulativo na Moody's, S&P e Fitch
| Moody's | S&P Global | Fitch |
| Ba | BB | BB |
| B | B | B |
| Caa | CCC | CCC |
| Ca | CC | CC |
| C | C | C |
| -- | D | D |
Na visão da Moody's, o desempenho econômico do Brasil surpreendeu positivamente em 2022 e 2023, refletindo, em parte, fatores cíclicos como a forte produção agrícola, apoiada por uma colheita recorde e pela expansão fiscal.
Para os próximos anos, a agência prevê que o crescimento será generalizado, estendendo-se tanto aos setores da indústria como dos serviços, com a demanda interna impulsionada por um mercado de trabalho forte e por salários reais mais elevados.
A Moody's projeta o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em cerca de 2% em 2024 e 2025. Para o médio prazo, a agência diz que a expansão deve ficar "bem acima da taxa média anual" pré-pandemia, de -0,5% observada de 2015 a 2019.
"O crescimento mais robusto do PIB nos últimos anos e no curto e médio prazo é, em parte, o resultado de reformas estruturais implementadas ao longo de sucessivas administrações", diz a agência.
O governo comemorou a nova avaliação da Moody's. Em nota, o Ministério da Fazenda disse que a decisão reconhece o papel do arcabouço para a consolidação fiscal e a importância da credibilidade do novo marco brasileiro.
Sob essa perspectiva, a Fazenda reafirmou o compromisso do Brasil com a trajetória sustentável das contas públicas e o esforço do governo para melhorar a arrecadação e conter a dinâmica das despesas.
"Um balanço fiscal melhor levará à redução das taxas de juros e à melhoria do crédito no País", diz o comunicado.
Região concentra minerais-chave da transição energética e pode ganhar protagonismo na disputa entre EUA e China, dizem autoridades
Com bloqueio no Estreito de Ormuz, companhias aéreas cortam rotas e criam taxas extras diante da disparada do combustível
Marcelo Gasparino chega ao conselho defendendo alinhamento ao mercado internacional, enquanto governo tenta segurar reajustes
Com riscos geopolíticos e inflação no radar, banco sugere diversificação global e vê força no petróleo e metais industriais
Com feriado de Tiradentes, semana começa mais lenta no Brasil, enquanto EUA, Europa e China concentram dados relevantes de atividade, inflação e consumo
A estatal voltou ao centro das atenções após a aprovação, em assembleia, de proventos referentes a 2025; crescimento da ação também foi destaque
O anúncio da oferta de compra do Master pelo banco estatal controlado pelo governo do Distrito Federal foi feita em março de 2025
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de sábado (18). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Caixa retoma sorteios das loterias amanhã (20).
Ranking da Grana Capital mostra os fundos imobiliários que mais distribuíram dividendos em 12 meses
Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de sexta-feira (17). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (17), Mega-Sena, Quina, Timemania e +Milionária prometem prêmios de oito dígitos.
Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira aos 68 anos. O brasileiro é reconhecido como um dos maiores jogadores de basquete de todos os tempos.
João Scandiuzzi, estrategista-chefe do BTG Pactual, explicou quais são as perspectivas para o cenário macroeconômico em participação no VTEX Day
Presidente Lula sancionou lei que permite a realização de três exames por ano; salário no final do mês não será afetado
A Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (16). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. Destaque para a Quina, que pode pagar R$ 20 milhões hoje (17).
Após um março sem feriados, brasileiros poderão descansar uma segunda vez em abril com Tiradentes
A nova edição do ranking de responsabilidade corporativa da Merco no Brasil traz um recorte mais detalhado por pilares — ambiental (E), social (S) e governança (G), mostrando a posição de cada empresa em todos eles
Notificação a milhares de companhias coloca créditos de PIS/Cofins em xeque e pode mexer com as estimativas do setor; veja o que dizem os especialistas
A repercussão foi tamanha que Nassim Taleb, cuja fama costuma ser restrita ao mundo das finanças, respondeu a Jade Picon no X
O financiamento imobiliário exige planejamento por representar décadas de dívidas e a organização de documentos é a primeira etapa; veja o que é preciso ter em mãos
Filho mais velho de FHC foi nomeado como curador provisório do pai, que sofre em grau avançado da doença de Alzheimer