🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Ricardo Gozzi

É jornalista e escritor. Passou quase 20 anos na editoria internacional da Agência Estado antes de se aventurar por outras paragens. Escreveu junto com Sócrates o livro 'Democracia Corintiana: a utopia em jogo'. Também é coautor da biografia de Kid Vinil.

TRANSIÇÃO ENERGÉTICA

O carro elétrico não é essa coisa toda — e os investidores já começam a desconfiar de uma bolha financeira e ambiental

Dúvidas sobre eficiência do carro elétrico na transição energética e concorrência chinesa se refletem nas ações da Tesla, que perdem 30% do valor em 2024

Ricardo Gozzi
28 de março de 2024
6:01 - atualizado às 7:51
Carro da Tesla em carregamento
Carro da Tesla em carregamento -

As ações da Tesla chegaram ao fim de março com um desempenho surpreendente, pelo menos à primeira vista. O papel da fabricante de carros elétricos fundada por Elon Musk ostentava o pior desempenho entre todas as cinco centenas de empresas listadas no índice S&P 500.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apontada como uma das “Sete Magníficas”, a ação da Tesla acumula queda de mais de 30% no que vai de 2024. Com a desvalorização, ela perdeu sua posição entre as dez maiores empresas dos Estados Unidos em valor de mercado.

O desempenho da Tesla é pior até mesmo que o da Boeing. Envolta em uma crise de credibilidade, com partes de seus aviões simplesmente desmanchando em pleno voo, a gigante aeroespacial norte-americana acumula queda de 25% em 2024.

Cada vez mais analistas consideram que a Tesla apresentará receita e entregas abaixo das expectativas no primeiro trimestre de 2024. Diante disso, muitos deles vêm cortando as estimativas de preço para as ações da montadora de carros elétricos.

A Tesla “é uma empresa de crescimento que não cresce”, escreveu Colin Langan, analista do Wells Fargo, em nota a clientes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da Tesla: era tudo uma bolha?

O que à primeira vista parece ser apenas um problema da empresa de Elon Musk em meio à disputa contra os concorrentes chineses pode ter um pano de fundo bem mais amplo.

Leia Também

Isso porque uma parte do mercado vem diminuindo a aposta nos carros elétricos como solução para a transição energética.

Ou seja, toda a onda em torno da inovação que transformou a Tesla na montadora mais valiosa do planeta pode não passar de uma bolha.

Se considerarmos a proliferação de startups que tentou surfar a onda da Tesla, essa bolha já estourou.

Empresas como Rivian, Nikola, Fisker, Lucid, NIO, XPeng, Polestar, Canoo e Lordstown, apenas para ficar em algumas das mais conhecidas, chegaram a valer US$ 470 bilhões na bolsa, considerando as respectivas máximas históricas de cada uma delas, alcançadas entre 2019 e 2021.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao longo dos anos, porém, as que não quebraram seguiram queimando caixa na busca por um modelo viável de negócios. Na virada de 2023 para 2024, a soma do valor de mercado dessas empresas era de US$ 59 bilhões, ou 87% a menos.

Algumas dessas startups baixaram as portas sem nunca terem conseguido entregar nem ao menos uma unidade.

  • LEIA TAMBÉM: Casa de análise libera carteira gratuita de ações americanas pra você buscar lucros dolarizados em 2024. Clique aqui e acesse.

O oba-oba do carro elétrico

Para além das questões econômicas envolvendo os carros elétricos, há um outro problema: talvez eles não sejam tão ambientalmente corretos quanto alegam seus entusiastas.

Em meio à transição energética, o carro elétrico caiu na boca do povo como uma espécie de “evolução óbvia” da indústria automotiva.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um dos principais apelos de um carro elétrico é o fato de ele rodar por ruas, avenidas e estradas sem emitir nenhum miligrama de gases e poluentes.

Parece contraintuitivo, mas a pegada de carbono do processo de produção de um veículo elétrico pode ser maior do que alguns de seus pares movidos a combustão.

Para começar, parcela relevante da energia elétrica produzida nos dois maiores mercados de carros elétricos do mundo — China e EUA — vem do carvão.

Resumindo grosseiramente, o carro em si não solta fumaça, mas a energia que chega à tomada onde ele é carregado, sim, e não é pouca.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro aspecto que costuma passar despercebido é o fato de o principal componente das baterias de carros elétricos ser o lítio.

Chamado por muitos de “petróleo branco”, o refino de uma tonelada de lítio consome mais de 2 milhões de litros de água.

Esse volume de água abasteceria por um dia inteiro uma cidade de aproximadamente 10 mil habitantes. Já o volume de lítio refinado com essa água toda carregaria apenas 80 baterias de Tesla Model S.

Não é preciso ir muito longe para ter uma ideia do impacto ambiental dessa exploração.

O Chile é o segundo maior produtor mundial de lítio na atualidade, atrás apenas da Austrália.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As piscinas de decantação de lítio transformaram-se em parte da paisagem de amplas áreas do norte do país sul-americano.

O problema é que o crescente interesse pelo lítio coincide com uma seca histórica no Chile.

De acordo com projeções do Instituto Mundial de Recursos Naturais, existe o risco de o país ficar sem água — seja para beber, irrigar suas renomadas vinícolas ou refinar lítio — até 2040, no pior dos cenários.

A situação chilena pode servir de alerta para o Brasil. Embora tenhamos água em muito mais abundância do que o Chile, já figuramos como quinto maior produtor mundial de lítio.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É verdade que a produção brasileira ainda é pequena quando comparada às de Austrália, Chile e China. Mas ela vem crescendo e recebendo investimentos.

Em fevereiro, a Sigma Lithium recebeu uma carta de intenções do BNDES para financiar a construção de mais uma planta da empresa no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais.

O aumento exponencial da demanda por lítio ao longo da última década teve como razão principal a aposta nos carros elétricos como principal alternativa de mobilidade no âmbito da transição energética.

Transição energética no Brasil

Nesse sentido, a eletrificação da frota talvez não seja a melhor alternativa para o Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação da gestora Trígono, por exemplo, a solução “mais óbvia” para a adaptação da frota brasileira de automóveis à transição energética é a expansão do uso dos biocombustíveis.

“Com sua vasta extensão territorial e condições climáticas favoráveis, o país se destaca como líder na produção de biocombustíveis, oferecendo cenário propício para uma transição bem-sucedida rumo a uma menor emissão de partículas na atmosfera”, escreveu o gestor Werner Roger em carta a clientes.

Os principais expoentes dessa classe de combustíveis já são velhos conhecidos: o etanol de cana-de-açúcar e o biodiesel.

“Biocombustíveis contribuem não apenas para desenvolver áreas rurais, promovendo agricultura sustentável, mas para gerar empregos em toda a cadeia produtiva. Isso contrasta com a dependência de tecnologias estrangeiras e a necessidade de importar baterias para veículos elétricos”, afirma o gestor da Trígono.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra

Por maiores que sejam a empolgação e a necessidade de uma transição energética capaz de ao menos estancar as mudanças climáticas, o mais provável é que esse processo transcorra numa velocidade bem menor do que a desejada.

Nos EUA e na Europa, por exemplo, as montadoras tradicionais têm desacelerado ou adiado investimentos em seus projetos de eletrificação.

Questões como impacto ambiental, tempo de carregamento e instalações de reabastecimento figuram entre as principais preocupações.

Simultaneamente, as grandes empresas globais do setor de energia parecem não ter a menor pressa de se engajar em uma transição de fato enquanto as reservas de hidrocarbonetos não estiverem severamente ameaçadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O mais provável é que o futuro da mobilidade pertença a um número crescente de veículos híbridos coexistindo com automóveis de combustão interna e carros elétricos.

Nesse ínterim, a BYD acaba de ultrapassar a Tesla, tornando-se líder global em vendas de carros elétricos.

Grande parte dessa liderança se deve à expansão da frota chinesa de veículos elétricos.

“Com a crise do setor imobiliário, o governo chinês tem redirecionado um volume brutal de investimentos para o setor de carros elétricos”, afirma João Piccioni, CIFO da Empiricus Gestão.

Entretanto, isso não significa que a China será uma ilha de eletrificação. No Brasil, a chinesa BYD lançou em outubro do ano passado a pedra fundamental de um complexo industrial em Camaçari.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Autointitulada greentech, a montadora tem planos de investir R$ 3 bilhões na Bahia para abrir sua primeira fábrica de carros elétricos fora da Ásia, com capacidade anual de produção de 150 mil automóveis.

Um levantamento da PwC estima que, até 2040, o Brasil terá mais de 35 milhões de carros elétricos em circulação. Mas a estrada rumo a esse número será longa.

No ano passado, a BYD liderou as vendas de veículos elétricos no Brasil, com 17.947 unidades. Foi mais do que venderam todos os seus concorrentes juntos.

E quanto à Tesla?

Diante dos questionamentos sobre a eficiência dos carros elétricos, o mercado começa a refazer as contas sobre o valor dessa nova indústria.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas a Tesla e as concorrentes diretas da montadora de Elon Musk vivem uma situação bem diferente das startups do setor. De fato, elas realmente já não valem tanto quanto antes.

Considerando a Tesla, a BYD e a Li Auto (as montadoras lucrativas do setor), o trio já chegou a valer junto US$ 1,4 trilhão. Hoje, o valor somado de mercado das três não chega a US$ 900 bilhões.

Ainda assim, não se pode afirmar que a “bolha” do trio tenha estourado. Afinal de contas, a produção e as vendas não param de crescer e não há sinais de reversão dessa tendência no curto prazo.

No que se refere à Tesla, o CIFO da Empiricus Gestão, João Piccioni, considera que a ação da montadora de Elon Musk é cara apesar da queda recente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tanto que a Empiricus Research não inclui a ação da Tesla entre suas recomendações de investimentos.

Com a desvalorização de 30% ao longo do primeiro trimestre de 2024, porém, Piccioni entende que parte do mercado pode começar a enxergar em breve um ponto de entrada no papel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
CAÇADORES DE PECHINCHAS

Receita Federal realiza leilão com iPhones baratos e carros a partir de R$ 6 mil; veja como participar

27 de fevereiro de 2026 - 10:18

O certame, marcado para 13 de março, reúne 223 lotes de produtos que vão de eletrônicos a joias, com preços abaixo do mercado

ARRUMANDO A CASA

Vale (VALE3) reforça capital e enxuga estrutura. O que está por trás do movimento de R$ 500 milhões?

27 de fevereiro de 2026 - 9:34

Mineradora capitaliza reservas e incorpora duas empresass em meio a questionamentos do mercado sobre o fôlego das ações VALE3

BRILHOU SOZINHA MAIS UMA VEZ

Lotofácil 3622 paga prêmio milionário em capital; Mega-Sena acumula pelo oitavo sorteio seguido e valor em jogo vai a R$ 145 milhões

27 de fevereiro de 2026 - 6:57

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (26). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

‘NO PRECINHO’

Considerada a capital Nacional do Doce, essa cidade já foi uma das mais ricas do Brasil e hoje é a mais barata para se comprar um imóvel

26 de fevereiro de 2026 - 15:36

Uma cidade do interior do Rio Grande do Sul foi considerada uma das cidades mais baratas para se comprar imóveis residenciais

ALÉM DA ORLA

Longe da praia, este é o bairro com o aluguel mais caro do país — e fica ao lado de um dos parques mais visitados da América Latina

26 de fevereiro de 2026 - 15:08

Levantamento aponta mudança no mapa das regiões mais valorizadas do Brasil e revela disparada de preços em área nobre de São Paulo

TOUROS E URSOS #260

Dólar abaixo de R$ 5, juros em queda e Ibovespa caro: esta é a visão da Legacy para 2026

26 de fevereiro de 2026 - 12:45

Pedro Jobim, economista-chefe e sócio-fundador da Legacy Capital é o convidado desta semana no podcast Touros e Ursos

SOB PRESSÃO

O rombo de R$ 50 bilhões que abalou o FGC: “É algo novo”, diz ex-presidente do fundo sobre caso Banco Master

26 de fevereiro de 2026 - 10:58

Impacto é mais que o dobro do maior caso da história do fundo, mas Jairo Saddi diz que não há risco sistêmico e defende ajustes sem pressa

SÓ DEU ELA

Lotofácil 3621 deixa 2 vencedores mais próximos do primeiro milhão de reais; Mega-Sena promete R$ 130 milhões hoje

26 de fevereiro de 2026 - 7:58

Os ganhadores do concurso 3621 da Lotofácil vão embolsar mais de R$ 750 mil, mas as bolas na trave na +Milionária, na Dupla Sena e na Lotomania também chamaram a atenção.

BTG SUMMIT 2026

‘Gosto de ativos em reais. No final das contas vai remunerar melhor do que o dólar’, diz André Esteves ao falar de investimentos em evento do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 19:59

Em evento do BTG Pactual, o chairman e sócio sênior do banco indicou quais os melhores ativos para investir neste ano; confira

BTG SUMMIT 2026

Nem bolha, nem catástrofe para os empregos: gestor da Kinea explica o que o mercado ainda não entendeu sobre a inteligência artificial

25 de fevereiro de 2026 - 19:01

Durante evento do BTG Pactual, Marco Freire afirmou que a inteligência artificial deve transformar empregos e investimentos no longo prazo, mas descarta ruptura imediata

PAI DE CRIAÇÃO

Paternidade socioafetiva: entenda a estratégia de homem que reivindica herança em um dos maiores casos do gênero no Brasil

25 de fevereiro de 2026 - 15:40

Após DNA negativo, defesa recorre à tese em disputa bilionária pela herança de João Carlos Di Genio; veja os detalhes

MENOS R$ 1.467 NA CONTA

Lei da CNH fixa multa salgada a motorista que ignorar exame obrigatório

25 de fevereiro de 2026 - 15:02

Penalidade é aplicada automaticamente e pode chegar ao valor de R$ 1.467,35

BTG SUMMIT

Crescimento da economia brasileira não é o que parece: “cuidado com esses números”, alerta Mansueto Almeida, do BTG

25 de fevereiro de 2026 - 14:35

Ao contrário: em um ano de juros muito altos, avanço machuca bastante o varejo e a indústria de transformação, disse economista-chefe do BTG.

ÚLTIMAS HORAS

Salário de R$ 22,5 mil: Último dia para se inscrever em concurso com carreira internacional

25 de fevereiro de 2026 - 10:59

Prazo termina hoje para concorrer a uma das 60 vagas com remuneração equivalente a cerca de 14 salários mínimos

COMO SE DESTACAR

As habilidades que vão colocar profissionais em destaque no mercado de trabalho em 2026, segundo rede social de networking profissional

25 de fevereiro de 2026 - 10:21

Estudo do LinkedIn aponta competências técnicas e comportamentais em alta, destacando IA, gestão de projetos e comunicação estratégica em diferentes áreas

REDUÇÃO DAS TAXAS

Novas tarifas de Trump poupam 46% das exportações do Brasil aos EUA

25 de fevereiro de 2026 - 9:54

Aeronaves ficam isentas; 25% das vendas ao país terão taxa de 10%

O QUE ESTÁ NA MESA DA XERIFE

CVM tem 6 investigações em andamento sobre Master, Reag e outras entidades

25 de fevereiro de 2026 - 9:31

Há processos e investigações envolvendo a Ambipar, Banco de Santa Catarina, Reag Investimentos, Reag Trust e outras empresas conectadas ao caso

BRILHOU SOZINHA

Lotofácil 3620 tem 15 vencedores, mas só um deles fica milionário com o prêmio; Mega-Sena acumula de novo e vai a R$ 130 milhões

25 de fevereiro de 2026 - 6:49

Enquanto a Lotofácil tem vencedores praticamente todos os dias, a Mega-Sena pagou o prêmio principal apenas uma vez este ano desde a Mega da Virada.

VALE DA ELETRÔNICA

Essa cidade do interior de Minas Gerais é reconhecida como modelo global de inovação

24 de fevereiro de 2026 - 15:01

Cidade do interior de Minas Gerais ficou conhecida por ser o ‘Vale da Eletrônica’ no Brasil

BULA MENTIROSA?

Remédio que combate o colesterol ‘ruim’ tem menos efeitos colaterais do que se imaginava

24 de fevereiro de 2026 - 11:25

Autores de um novo estudo dizem que as bulas das estatinas deveriam ser alteradas para refletir a conclusão

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar