O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A decisão já era amplamente esperada em meio ao crescimento das projeções para a inflação e às preocupações com o cenário fiscal
Confirmando as expectativas do mercado, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou nesta quarta-feira (31) a manutenção da taxa básica de juros brasileira, a Selic, no patamar de 10,5% ao ano.
A decisão, que foi tomada de forma unânime entre Roberto Campos Neto, presidente do BC, e seus diretores, já era amplamente esperada em meio ao crescimento das projeções para a inflação e às preocupações constantes com o cenário fiscal.
A verdadeira dúvida entre analistas e especialistas em política monetária estava no comunicado que o Copom divulga junto à decisão — e o que ele revelaria sobre o futuro da Selic.
A aposta é que, considerando o quadro atual, os diretores adotariam uma postura mais hawkish — jargão utilizado para uma política monetária mais agressiva no combate à inflação — , mas o tom do comunicado foi parecido com o do encontro passado.
Entre as poucas novidades, a mais significativa foi a inclusão de mais um fator de risco para a inflação: a "taxa de câmbio persistentemente mais depreciada". Vale relembrar que o dólar já se valoriza 16% frente ao real em 2024.
Mas, apesar do risco adicional, o comitê repetiu o mesmo recado de junho, de que "eventuais ajustes futuros na taxa de juros serão ditados pelo firme compromisso de convergência da inflação à meta".
Leia Também
Os diretores destacaram ainda que a conjuntura atual é caracaterizada por um processo desinflacionário que "tende a ser mais lento" em um cenário global desafiador. Por isso, a situação demanda "serenidade e moderação" na condução da política monetária.
Por falar em cenária global, mais cedo, o BC dos Estados Unidos manteve os juros dos EUA no patamar atual mais uma vez. Mas o presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, disse que a instituição está "cada vez mais próxima" do momento de começar cortar as taxas.
A ampla maioria do mercado aposta em um corte na reunião de setembro do Fed. E, segundo Powell, essa é uma opção que está na mesa.
“A questão do corte dos juros agora é se a totalidade dos dados darão a confiança necessária para um afrouxamento no próximo encontro. Se os dados passarem nesse teste, a resposta virá em setembro. Hoje, posso dizer que ainda não chegamos nesse ponto”, afirmou Powell.
No cenário interno, porém, as perspectivas não são tão boas: a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2024 subiu. Segundo a última edição do Boletim Focus, divulgada na segunda-feira (29), a expectativa passou de 4,05% para 4,10% este ano.
O número está acima da meta 3% que deve ser perseguida pelo BC e se aproxima do limite superior da faixa de tolerância, de 4,5%. Também houve alta na projeção de 2025, que passou de 3,9% para 3,96%.
Considerando a deterioração das expectativas, o Goldman Sachs afirma que há necessidade de que o Copom permaneça “vigilante e conservador”. “O cenário externo melhorou ligeiramente desde a reunião de 19 de junho. Portanto, é principalmente o cenário interno que exige cautela”, dizem os analistas.
Além da inflação, outro ponto que exige cautela no quadro local é a situação fiscal do país.
O ministério da Fazenda promoverá um congelamento de R$ 15 bilhões em gastos no Orçamento de 2024.
Mas, apesar do corte temporário de gastos, o governo elevou para R$ 28,8 bilhões a projeção de déficit primário neste ano, em meio a despesas crescentes e dificuldades para compensar a desoneração da folha de pagamento.
E o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem enviado sinais mistos ao mercado a respeito de seu compromisso com o controle dos gastos públicos.
No dia 16 de junho, por exemplo, ele disse em entrevista não ver problema se o déficit fiscal for zero, de 0,1% ou de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Lula afirmou ainda que seria aceitável não cumprir a meta fiscal se houvesse "coisas mais importantes para serem feitas".
Já em um pronunciamento em rede nacional transmitido no último domingo (28), o presidente declarou que não abrirá mão da responsabilidade fiscal. “Entre as muitas lições de vida que recebi de minha mãe, dona Lindu, aprendi a não gastar mais do que ganho”, disse ele.
Quem aderir ao programa de renegociação de dívidas com recursos do FGTS não poderá fazer apostas online por um ano
A redução ou isenção de tarifas para o comércio entre os dois blocos econômicos deve abrir espaço para a expansão de exportação brasileira para a Europa; veja o que está em jogo
Segundo o banco, a autoridade monetária segue comprometida com um ciclo de flexibilização, mas agora sob maior cautela, diante da piora do ambiente inflacionário
Gastos e redução das receitas levarão a dívida, já alta, para patamares acima de 120% do PIB norte-americano no ano que vem, muito superior à média de outros países com a classificação AA
Mega-Sena não saía desde o fim de março e por pouco não passou abril em branco. Bolão ganhador da Quina tinha 50 participantes. Loterias entram em recesso no feriado de hoje e voltam amanhã.
Confira as datas, o reajuste do valor em maio e as regras de recebimento do Gás do Povo, programa social que fornece gás de cozinha a famílias de baixa renda.
Dinheiro referente ao benefício começa a cair em 18 de maio e segue até o fim do mês, conforme o final do NIS; valor mínimo é de R$ 600
Banco mantém apetite pelo setor, aposta em carteira “bem defendida” e vê espaço para apoiar produtores em meio a juros altos e margens pressionadas
Cessar-fogo entre EUA e Irã reduziu aversão a risco e deu espaço para alguma recuperação dos ativos; Ibovespa fechou perto da estabilidade
Pesquisa com 178 mil anúncios de imóveis residenciais mostra que morar de aluguel em São Paulo está mais caro do que um ano atrás
Em participação no podcast Touros e Ursos, Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, afirma que spreads no crédito provado estão “apertados demais”, não compensam o risco de calote. Ele defende foco em juros reais, com críticas até ao Tesouro IPCA+ e aos prefixados
Mesmo com atualizações automáticas, usuários do Chrome podem permanecer vulneráveis se não atualizarem o navegador
Com ajustes elétricos, bateria interna e USB‑C integrado, a cadeira da Toyota leva tecnologia automotiva ao home office
A chefe é “Mona”, IA do Google que fundou e gerencia a cafeteria — e que é responsável por avaliar funcionários humanos
Coca-Cola quer estar mais presente no consumo diário e espontâneo dos consumidores brasileiros
Lotofácil manteve a fama de loteria “menos difícil” da Caixa na rodada de quarta-feira (29), mas foi superada pela Super Sete, que pagou o prêmio principal pela primeira vez em 2026
O Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (04), influenciará o funcionamento dos principais serviços do Brasil
O guia detalha os dias em que os programas sociais são pagos pelo governo à população, feitos periodicamente e sujeitos à mudanças
Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado
Colegiado evitou antecipar os próximos passos e disse que Selic alta por período prolongado surtiu efeito para a contração da atividade econômica