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Valor da compra do Grupo Playcenter pela Cacau Show não foi revelada; negócio ainda depende da aprovação do Cade

Quem viveu a adolescência na passagem dos anos 1980 para os 1990 tem vivas as lembranças das Noites do Terror do Playcenter. Eram tempos nos quais Jason, Freddy Krueger e Chucky faziam sucesso nos cinemas. Hoje, quem viveu essa época e ouviu falar que a Cacau Show comprou todas as marcas e ativos do Playcenter provavelmente imaginou: e se as Noites do Terror tivessem oompa-loompas, Willy Wonkas e muito chocolate?
Fica a sugestão para Alexandre Costa, fundador e CEO da Cacau Show.
Ele afirma ter a pretensão de direcionar cada vez mais o negócio de sua fábrica de chocolates para o show — e a compra das marcas e ativos do Grupo Playcenter é mais um passo para a entrada da empresa no ramo do entretenimento.
O valor do negócio não foi informado e a transação ainda precisa ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
A Cacau Show não vai abandonar a produção nem a venda de chocolates. Nem faria sentido.
Fundada há 35 anos, a empresa tem mais de 4 mil lojas espalhadas pelo Brasil, entre estabelecimentos próprios e franquias.
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De acordo com Costa, a entrada no mundo do entretenimento é um passo para a jornada da marca — e a venda de chocolates continuará fazendo parte do “show” da Cacau Show.
Por quase 40 anos, o Playcenter foi um parque de diversões estabelecido em São Paulo.
O Playcenter ocupava um imenso terreno às margens da Marginal Tietê, entre as pontes do Limão e da Casa Verde.
Visitar o Playcenter foi o sonho de consumo de uma geração, pois ele reproduzia as atrações dos grandes parques dos Estados Unidos e da Europa.
Em 2012, o parque fechou seus portões. A empresa, no entanto, continuou suas operações de lazer indoor.
Atualmente há dois modelos de negócio em shoppings centers, os Playlands e o Playcenter Family - espécie de mini parques de diversões para a família.
A Cacau Show ainda está avaliando a melhor maneira de unir suas operações com as do Playcenter.
Em um primeiro momento, disse Alexandre Costa, os produtos da Cacau Show serão mais ofertados nos Playlands.
Já para o Grupo Playcenter, a decisão de vender a operação exclusivamente para a Cacau Show foi tomada com base na identificação de valores e propósitos compartilhados entre as duas empresas.
"Ao longo do tempo, percebi em Alê Costa uma conexão especial em relação à visão de negócios e ao compromisso em proporcionar experiências memoráveis”, afirmou Marcelo Gutglas, fundador do Grupo Playcenter, em nota.
“Logo, tivemos a certeza de que seria a pessoa ideal para se tornar o sucessor do legado e do pioneirismo do Playcenter no segmento de Parques de Diversões do Brasil."
*Com informações do Estadão Conteúdo.
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