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A criação da terceira maior empresa de geração de energia do país e o balanço da Weg (WEGE3) também foram os destaques da semana

A semana foi cheia para a redação do Seu Dinheiro na passagem de outubro para novembro. Entre as reportagens mais lidas da semana, estão a queda das ações da AES Brasil (AESB3), investimentos milionários de fundos imobiliários e mais.
Começando pela empresa de geração de energia, nesta semana, a Auren concluiu a incorporação da AES na última quarta-feira (31). No entanto, as ações chegaram a acumular queda de mais de 20% em apenas um pregão antes da fusão.
Mas quem já é acionista da AES Brasil — em tese — não deveria se preocupar com a queda daquele dia, já que o único risco seria o de uma reviravolta que levasse a um eventual cancelamento do negócio. Leia aqui a reportagem completa sobre o tema.
Continuando no que foi mais lido na semana, o Maxi Renda (MXRF11), maior fundo imobiliário da B3 em número de cotistas, fez uma grande aposta em outro nome da B3 no último mês.
De acordo com o relatório gerencial do fundo, o MXRF11 investiu R$ 69,5 milhões no Pátria Renda Urbana (HGRU11).
Segundo a gestão, a compra das cotas ocorreu no âmbito de outra operação: a aquisição, por parte do HGRU11, do portfólio de outro FII, o Succespar Varejo (SPVJ11). Essa história completa — e como isso impacta o mundo dos fundos imobiliários — você lê aqui.
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A temporada de balanços continua a todo vapor na bolsa brasileira. Você confere a agenda completa de resultados do 3T24 aqui.
Nesta semana, Santander (SANB11) e Bradesco (BBD4) publicaram seus resultados, mas o que os leitores do Seu Dinheiro mais leram nesta semana foi a prévia dos bancos brasileiros.
Isso porque as instituições financeiras devem se beneficiar de um mercado de trabalho mais forte, somado a uma inflação relativamente mais baixa e uma atividade econômica doméstica mais robusta, tendem a impulsionar a confiança na oferta e demanda de crédito ao varejo.
Contudo, cada instituição passa por uma narrativa específica — e algumas delas não são tão positivas. A reportagem completa você confere aqui.
No dia 31 de outubro, Auren (AURE3) e a AES Brasil (AESB3) definiram a combinação de negócios que forma a terceira maior empresa de geração de energia do país.
Como todas as condições estipuladas em contrato foram alcançadas, a operação foi fechada na manhã daquela quarta-feira. Com isso, aquele foi o último dia de negociação das ações AESB3 na bolsa brasileira.
A conclusão da transação oficialmente dá vida a uma das maiores empresas do setor de energia elétrica do Brasil, com uma receita de R$ 9,6 bilhões e R$ 30 bilhões em valor da firma. Os detalhes da operação você lê aqui.
Os leitores e leitoras do Seu Dinheiro também acompanharam os dados do balanço da Weg (WEGE3). As expectativas eram altas — mas a “fábrica de bilionários” continua a todo vapor.
Em relação aos últimos 12 meses, tanto receitas quanto lucro e Ebitda — métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa — cresceram na casa dos dois dígitos.
No entanto, analistas lançaram luz sobre algumas linhas do balanço que chamam a atenção da Weg — e para o investidor observar no futuro. Leia aqui e entenda o que fez as ações caírem mais de 5% no pregão daquele dia.
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