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Para além da bolsa, o Banco Central promove hoje seu primeiro leilão de venda de dólares desde abril de 2022
Não há alta que sempre dure nem queda que nunca acabe. Um provérbio adaptado para animar a sexta-feira dos mercados financeiros em dia de previsão de chuva… no Deserto do Saara!
É raro — e grave —, mas vamos em frente.
Lá atrás, quando o ano começou, parecia que o Ibovespa jamais ia parar de subir. Pois parou. No fim do primeiro semestre, quando já havia gente achando que a bolsa nunca mais ia parar de cair, parou também.
O mesmo vai valer quando a atual recuperação do mercado brasileiro de ações encontrar um limite.
O movimento aponta para uma realização de lucros em um momento no qual os participantes do mercado veem bastante espaço para a alta do Ibovespa, que reteve os 136 mil pontos na quinta-feira.
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Para cima ou para baixo, porém, os movimentos dos mercados financeiros não costumam ser lineares.
Na manhã desta sexta-feira, os investidores estrangeiros parecem animados antes da divulgação do PCE de julho. O PCE é o indicador de inflação predileto do Fed para pautar sua política monetária.
No momento, porém, a preocupação dos diretores do banco central norte-americano é com a situação do mercado de trabalho dos Estados Unidos. Mas novas informações sobre isso virão à tona somente na semana que vem.
Por aqui, destaque para a medição da taxa de desemprego em julho e para aparições públicas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto.
Também nesta sexta-feira, o BC promove seu primeiro leilão de dólares no mercado à vista desde abril de 2022.
Embora Campos Neto tenha comentado que o Banco Central estaria “com o dedo no gatilho” para intervir no câmbio, o leilão coincide com a expectativa de saída de cerca de US$ 1 bilhão por causa do rebalanceamento do MSCI Brazil.
A autoridade monetária pretende vender até US$ 1,5 bilhão, afastando um pouco a sensação de que o dólar vai subir para sempre em dia de formação da Ptax e de vencimento de contrato futuro.
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SEXTOU COM O RUY
A Vale (VALE3) vai subir mais? O que a valorização das ações diz sobre a troca no comando da mineradora. O colunista Ruy Hungria avalia que a sucessão no comando da Vale era uma nuvem pesada que pairava sobre a tese de investimentos na companhia — e o fato de ela ter ido embora ajudou VALE3 nesta semana.
TURBULÊNCIA NO MERCADO
Crise na Azul e na Gol não preocupa a Embraer — e aqui estão os motivos, segundo o CFO da fabricante de aeronaves. O diretor financeiro da Embraer, Antonio Garcia, avalia que a situação nas aéreas não está interferindo no volume de compras de novos aviões.
AÇÃO NA JUSTIÇA
Iguatemi quer despejar Americanas de um dos principais shoppings de luxo de São Paulo. A companhia foi à Justiça contra o atraso no pagamento de aluguéis e pede, além do despejo, R$ 2,98 milhões para a causa*.
DEPOIS DO ESTRESSE
Tem risco de quebrar? As novas regras do BC dos Estados Unidos para impedir outro caos entre os bancões. Um desses grandes bancos recebeu um “alívio” do Federal Reserve com relação às exigências de capital em uma crise; saiba quem foi o “premiado”.
INVESTIMENTO BILIONÁRIO
Alupar: subsidiária arremata cinco novos projetos de transmissão de energia no Peru e vai investir R$ 2,2 bilhões. O projeto visa o reforço do sistema elétrico da zona central de Lima e outras cidades peruanas: o prazo de concessão é de 30 anos.
DINHEIRO NO BOLSO
Itaú vai depositar dinheiro na conta dos acionistas e a data de corte está próxima; Camil também anuncia dividendos e JCP. A partir do dia 20, as ações da instituição financeira serão negociadas “ex-direitos” e passarão por um ajuste referente aos proventos já alocados.
ALAVANCAGEM
Vamos e outras empresas do grupo Simpar (SIMH3) têm ratings rebaixados pela Fitch — mas a culpa não é só das subsidiárias. Além da Vamos, as controladas do grupo Simpar Movida (MOVI3) e JSL (JSLG3) também foram rebaixadas pela agência de classificação de risco.
PANELA DE PRESSÃO
Campos Neto diz o que pensa sobre os juros e seu sucessor: “vai passar pelo que eu passei” — e manda recado para Lula. RCN participou do CNN Talks e gastou o verbo para falar sobre pressão no BC, Bolsonaro e a questão fiscal brasileira — ele ainda deu uma pista sobre o que pode acontecer com a Selic daqui para frente.
O ULTIMATO DA BATALHA
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