O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Como faremos para balancear extremos opostos por meio de um único instrumento mediano nos mercados financeiros?
Desde que Knut Wicksell propôs uma "taxa natural de juros" para equilibrar a inflação, os economistas vêm sonhando em extrair o máximo proveito dessa milagrosa ferramenta de política monetária.
Com a adoção dos regimes de metas ao redor do mundo ocidental, tal disposição onírica tomou a forma daquilo que se convencionou chamar de "uma ferramenta para dois objetivos".
Ou seja, por meio do ajuste fino das taxas básicas de juros, os Bancos Centrais poderiam encontrar binômios ótimos de inflação + emprego.
No entanto, a ciclicalidade histórica nos ensina que se trata de uma ambição utópica.
De tempos em tempos, a ilusão de acertos definitivos ("Grande Moderação") dá lugar à convicção de erros crassos na condução do jogo monetário – seja por meio de novos processos inflacionários ou da ameaça de hard landings.
Pensando bem, não é exatamente uma surpresa.
Leia Também
Em minha vivência prática como economista, nunca encontrei um problema que pudesse ser resolvido com uma única ferramenta, quanto mais dois problemas…
A ideia de resolver várias incógnitas de uma só vez remete à mágica das sinergias e dos ganhos de escala: bonita no livro-texto, mas incompatível com as nuances da vida real.
Para piorar o desafio apresentado aos BCs, estamos caindo em um contexto americano ainda mais complexo à medida que avançamos pelo século XXI.
Em vez da já impossível aspiração de uma ferramenta para dois objetivos, talvez estejamos diante do caso hiperbólico de confiar em uma ferramenta para quatro objetivos.
Isso porque a economia e o mercado dos EUA vêm se comportando como dois ecossistemas distintos, com níveis de atividade, inflação e percepção política diametralmente distintos também.
Para citar apenas um dentre vários exemplos:
Se você olhar para o crescimento exuberantemente racional das Sete Magníficas, vai encontrar um aquecimento sem paralelos históricos, e perfeitamente compatível com a manutenção da Fed Funds Rate em 5,50% a.a. por tempo indeterminado.

Por outro lado, o respeitado termômetro de recessão do Fed de NY atinge patamares recordes, ainda que não haja ainda indícios tangíveis de queda generalizada da atividade.

Se as virtudes e vícios paretianos estão se acumulando na economia, nas finanças e no mundo corporativo, como faremos para balancear extremos opostos por meio de um único instrumento mediano?
Quedas recentes nas ações de construtoras abriram oportunidades de entrada nas ações; veja quais são as escolhas nesse mercado
Uma mudança de vida com R$ 1.500 na conta, os R$ 1.500 que não compram uma barra de chocolate e os destaques da semana no Seu Dinheiro Lifestyle
A Equatorial decepcionou quem estava comprado na ação para receber dividendos. No entanto, segundo Ruy Hungria, a força da companhia é outra; confira
Diferente de boa parte das companhias do setor, que se aproveitam dos resultados estáveis para distribui-los aos acionistas, a Equatorial sempre teve outra vocação: reter lucros para financiar aquisições e continuar crescendo a taxas elevadíssimas
Os brechós, com vendas de peças usadas, permitem criar um look mais exclusivo. Um desses negócios é o Peça Rara, que tem 130 unidades no Brasil; confira a história da empreendedora
Entre ruídos políticos e desaceleração econômica, um indicador pode redefinir o rumo dos juros no Brasil
Mesmo o corte mais recente da Selic não será uma tábua de salvação firme o suficiente para manter as empresas à tona, e o número de pedidos de recuperação judicial e extrajudicial pode bater recordes neste ano
Confira qual a indicação do colunista Matheus Spiess para se proteger do novo ciclo de alta das commodities
O conflito acaba valorizando empresas de óleo e gás por dois motivos: a alta da commodity e a reprecificação das próprias empresas, seja por melhora operacional, seja por revisão de valuation. Veja como acessar essa tese de maneira simples
O Grupo Pão de Açúcar pode ter até R$ 17 bilhões em contas a pagar com processos judiciais e até imposto de renda, e valor não faz parte da recuperação extrajudicial da varejista
Veja qual foi a empresa que venceu o Leilão de Reserva de Capacidade e por que vale a pena colocar a ação na carteira
Mesmo após salto expressivo dos papéis, a tese continua promissora no longo prazo — e motivos para isso não faltam
Entenda por que é essencial separar as contas da pessoa física e da jurídica para evitar problemas com a Receita
Em geral, os melhores hedges são montados com baixa vol, e só mostram sua real vitalidade depois que o despertador toca em volume máximo
Saiba o que afeta a decisão sobre a Selic, segundo um gestor, e por que ele acredita que não faz sentido manter a taxa em 15% ao ano
O conflito no Oriente Médio adiciona mais uma incerteza na condução da política monetária; entenda o que mais afeta os juros e o seu bolso
O foco dos investidores continua concentrado nas pressões inflacionárias e no cenário internacional, em especial no comportamento do petróleo, que segue como um dos principais vetores de risco para a inflação e, por consequência, para a condução da política monetária no Brasil
Entenda qual é a estratégia da britânica Revolut para tentar conquistar a estatueta de melhor banco digital no Brasil ao oferecer benefícios aos brasileiros
Crescimento das despesas acima da renda, ascensão da IA e uberização da vida podem acabar com a classe média e dividir o mundo apenas entre poucos bilionários e muitos pobres?
O custo da campanha de um indicado ao Oscar e o termômetro das principais categorias em 2026