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As “canetas do emagrecimento” como o Ozempic dominaram os holofotes nos últimos meses — e também movimentaram a audiência do Seu Dinheiro nesta semana. Na visão da gestora Ace Capital, o sucesso desses medicamentos pode impactar o futuro de muitas empresas na B3, inclusive a Ambev (ABEV3).
Isso porque a empresa de Jorge Paulo Lemann atua majoritariamente na indústria de bebidas e nos segmentos de bares e restaurantes — setores que devem ser fortemente impactados, segundo a gestora.
Já do lado contrário, o setor de varejo de vestuário pode ser um dos beneficiados pela disparada das vendas desses remédios.
Essa foi a notícia mais lida no nosso site — e você pode conferir as apostas da Ace Capital para as empresas da B3 diante do sucesso do Ozempic aqui.
Em segundo lugar na audiência, está a coluna da Dinheirista, que responde a pergunta de uma leitora se amante tem direito a herança.
Também ocuparam o pódio do Seu Dinheiro os lançamentos de SUVs “acessíveis” de 2024, as condições para o início da terceira guerra mundial e os dividendos extras de um fundo imobiliário.
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Veja a seguir a lista das cinco matérias mais lidas no Seu Dinheiro nesta semana:
Na visão da Ace Capital, o sucesso desses medicamentos deve resultar em mudanças de hábitos de consumo importantes, gerando riscos e oportunidades para as empresas brasileiras.
Para a gestora, a Ambev (ABEV3) deve ser uma das maiores empresas da B3 afetadas negativamente pelo uso crescente de “canetas do emagrecimento”.
Isso porque a empresa de Jorge Paulo Lemann atua majoritariamente na indústria de bebidas e nos segmentos de bares e restaurantes — setores que devem ser fortemente impactados pelas "canetas do emagrecimento", segundo a gestora.
Além disso, a indústria de bares e restaurantes deve ser afetada pelos novos hábitos de consumo — o que inclui companhias como a Zamp (ZAMP3), dona do Burger King no Brasil, e IMC (MEAL3), que administra as redes de fast-food KFC, Frango Assado e da Pizza Hut.
Para a gestora, além da Ambev, as empresas do varejo de alimentos, como Pão de Açúcar (PCAR3), Grupo Mateus (GMAT3), Carrefour (CFRB3) e Assaí (ASAI3) devem ser impactadas por uma possível redução do consumo de alimentos adquiridos nas lojas.
A legislação brasileira não permite a poligamia, mas como a vida real é sempre mais “cinzenta” do que o “preto e branco” da teoria, as famílias muitas vezes tomam configurações… criativas – cada vez mais.
Relacionamentos extraconjugais, famílias paralelas, filhos de múltiplos relacionamentos e, mais modernamente, relações poliamorosas, exigem da Lei e da Justiça interpretações que não deixem desamparadas as pessoas que de fato possam vir a ter algum direito no meio desses arranjos todos – caso sobretudo dos filhos nascidos dessas uniões.
Mas e quando não há filhos? Na coluna da Dinheirista desta semana, uma mulher conta que foi amante de um homem por 15 anos e que ele a sustentava, mas agora ele morreu, e ela quer saber se tem direito a herança. Será?
A resposta, você confere clicando aqui.
O ano de 2024 começa com muita expectativa para a indústria automotiva após a publicação da Medida Provisória 1.205, que institui o Programa Mobilidade Verde e Inovação ou Mover.
O programa prevê uma nova fase de incentivos ao setor até 2028 em troca de investimentos em descarbonização e em pesquisa e desenvolvimento da indústria.
A concretização da reforma tributária, melhores condições de crédito e decisões econômicas, como a retomada da cobrança do imposto de importação para veículos eletrificados, são outras ações que afetam diretamente o mercado.
Ainda assim, montadoras e importadoras devem promover mais de 40 lançamentos no Brasil neste ano, em todos os segmentos.
Elétricos e híbridos continuam em ascensão, assim como as carrocerias dos SUVs, que se multiplicam nos portfólios das marcas. Ainda assim, há novos sedãs e até uma station wagon esportiva a caminho.
O mercado também verá a chegada de novas marcas, não por acaso chinesas, que trazem novidades eletrificadas e prometem concorrer em alto nível.
Renault, Toyota e uma marca chinesa estão entre as que devem colocar novos modelos de SUVs nas lojas brasileiras neste ano.
Saiba mais sobre os lançamentos aqui.
Um confronto dos EUA com a China ou com a Rússia — esses seriam os gatilhos que muitos esperam para a terceira guerra mundial, mas o que poucos sabem é que as condições para um conflito global já estão sobre a mesa.
Segundo especialistas, não é necessário enfrentamento bélico ou nuclear entre essas grandes potências para que o mundo passe pela terceira guerra mundial.
Isso porque o mundo já vive guerras generalizadas: o conflito na Ucrânia, as insurreições na África, o conflito entre Israel e o Hamas em Gaza e as atividades militares no Mar Vermelho, no Golfo Pérsico e no Oceano Índico.
“Na década de 1930 houve guerras separadas que se fundiram no que hoje chamamos de Segunda Guerra Mundial”, disse Gordon Chang, pesquisador sênior do Instituto Gatestone e autor de “A China está indo para a guerra", para o Business Insider.
De acordo com ele, a mesma dinâmica existe hoje. “É inteiramente possível, e algumas pessoas podem até argumentar que é provável que estas [guerras] se fundam em um conflito global”, afirmou.
Confira a reportagem completa.
Perder um inquilino normalmente é uma dor de cabeça para quem vive da locação de imóveis. Mas, no caso dos investidores do fundo imobiliário Rio Bravo Oportunidades Imobiliárias (RBOP11), a rescisão antes do fim do prazo do contrato ao menos renderá dividendos fartos em janeiro.
Isso porque o FII anunciou ter recebido antecipadamente o pagamento de uma das parcelas de uma multa semestral devida pelo Banco Mercantil.
A instituição financeira locava 100% de um dos imóveis do fundo e decidiu, em dezembro de 2022, deixar o espaço. Após conversas com a gestão, o banco aceitou continuar ocupando cerca de 18% do imóvel. Vale destacar que esta locação é responsável por toda a receita do fundo.
Mas, como ainda haveria a rescisão antecipada do contrato referente ao restante do espaço, a empresa cumpriu um aviso prévio de oito meses e ainda teria que pagar uma multa ao RBOP11.
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