Os CDBs que pagam acima da média, dados dos EUA e o que mais movimenta a bolsa hoje
Quando o retorno é maior que a média, é hora de desconfiar dos riscos; investidores aguardam dados dos EUA para tentar entender qual será o caminho dos juros norte-americanos
Todos sabem que encontrar um item BBB — bom, bonito e barato — é quase uma raridade. Seja uma roupa, presente ou peça para casa, é difícil que o mesmo objeto seja, ao mesmo tempo, de qualidade, com preço em conta e um bom design.
Um desses pontos sempre será sacrificado. Se é barato e durável, nem sempre é bonito; se é bonito e de qualidade, certamente o preço será mais alto.
O mesmo acontece no mundo dos investimentos. A combinação dos sonhos de liquidez + alto retorno + pouco risco não existe. Se o retorno é alto, o risco também é. Se o retorno é maior que a média e o risco é baixo, provavelmente você precisará deixar o dinheiro travado em algum ativo de baixa liquidez e foco no longo prazo.
É por isso que os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) do Banco Master chamavam a atenção, com um retorno de 120% do CDI e garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
Parecia bom demais para ser verdade. E era. Agora em crise, o Banco Master corre para pagar investidores e o próprio FGC, para tentar evitar uma intervenção do Banco Central.
E agora, ainda existem bons ativos com retornos atraentes? A repórter Monique Lima levantou quais CDBs com boas taxas estão disponíveis nas principais plataformas e conversou com especialistas para entender quais os riscos que podem estar envolvidos nesses papéis de renda fixa.
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Afinal, se uma instituição financeira está pagando muito mais do que a média, é porque tem uma grande necessidade de dinheiro e está disposta a pagar mais alto por isso. Assim, é necessário ter atenção especial. Confira nesta matéria aqui.
O que você estava fazendo nesse dia?
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Em 4 de agosto deste ano, o robô Scalper Flow teve um ganho de R$ 2.100 com um trade. Aquele ainda era o período de testes, que terminou com média de R$ 932 por dia. Sim, esses ganhos são possíveis, clique aqui para conferir os detalhes com os seus próprios olhos.
Esquenta dos mercados
O Ibovespa voltou ao azul e fechou a sexta-feira com ganhos de 0,37%, aos 157.739 pontos. Com isso, encerrou a quinta semana consecutiva de alta, acumulando valorização de 2,39% nos últimos cinco pregões.
O índice foi impulsionado pelas expectativas de um novo corte de juros nos EUA. As hipóteses dos investidores serão testadas nos próximos dias, uma vez que o governo norte-americano voltará a publicar indicadores da economia do país.
O destaque fica por conta do payroll, o principal relatório de emprego dos EUA. A previsão é que ele seja divulgado nesta quinta-feira. Para acompanhar o que movimenta a semana, você pode conferir a agenda econômica do Seu Dinheiro aqui.
Enquanto isso, a segunda-feira (17) começa com tensões geopolíticas entre Japão e China. A primeira-ministra japonesa afirmou que um ataque de Pequim a Taiwan justificaria intervenções e até a recuperação do território à força por Tóquio.
Após o anúncio, o governo chinês aconselhou os cidadãos a evitarem viagens ao Japão e convocou um diplomata japonês para consulta. Com isso, as bolsas asiáticas encerraram a sessão de hoje majoritariamente em queda.
Os mercados europeus também iniciam o dia no vermelho, indicando cautela. Já em Wall Street, os índices futuros de Nova York amanhecem em alta.
Outros destaques do Seu Dinheiro:
FUNDOS IMOBILIÁRIOS
Os FIIs mais lucrativos do ano: shoppings e agro lideram altas que chegam a 144%. Levantamento mostra que fundos de shoppings e do agronegócio dominaram as maiores valorizações, superando com sobra o desempenho do IFIX.
HORA DA DIPLOMACIA
Isenção de 10% para café e carne é um alívio, mas sobretaxa de 40% continua a ser entrave com EUA. A medida beneficia diretamente 80 itens que o Brasil vende aos EUA, mas a sobretaxa continua a afetar a maior parte dos produtos brasileiros.
QUERIDINHO DO BRASIL
Com Pix, empresas e consumidores brasileiros economizaram R$ 117 bilhões em cinco anos. Levantamento elaborado pelo Movimento Brasil Competitivo mostrou que somente entre janeiro e setembro de 2025, foram R$ 38,3 bilhões economizados.
AGORA VAI?
EUA quer concluir acordo sobre terras raras com a China até o Dia de Ação de Graças, diz secretário do Tesouro. No mês passado, os EUA concordaram em não impor tarifas de 100% sobre as importações chinesas até fechar um novo acordo.
MEIO AMBIENTE
Negociações na COP30 entre avanços e impasses: um balanço da cúpula do clima até agora. Em Belém, negociadores tentam conciliar a exigência de reduzir as emissões de gases de efeito estufa, com o impasse no financiamento climático e o risco de adiar as metas de adaptação para 2027.
FRAGRÂNCIA DE COLECIONADOR
A nova cara do luxo: como a perfumaria de nicho desafia o mercado tradicional. Marcas autorais apostam em liberdade criativa, matéria-prima de alta qualidade e conexão emocional para conquistar consumidores em busca de identidade, não de logotipos.
DE OLHO NA INFLAÇÃO
EUA recuam em tarifas: Trump assina isenção para café, carne e frutas tropicais. A medida visa conter a pressão dos preços dos alimentos nos EUA e deve ser positiva para as exportações brasileiras.
A FORÇA DO SHAPEWEAR
SKIMS, de Kim Kardashian, é avaliada em US$ 5 bilhões após nova rodada de financiamento. A marca planeja usar o novo capital para acelerar a expansão de suas lojas físicas e internacionais, além de investir em inovação de produtos e diversificação de categorias.
VIVER DE RENDA
Mega-Sena 2940 faz um multimilionário em Porto Alegre – quanto rende o prêmio de R$ 99 milhões na renda fixa? Vencedor de Porto Alegre embolsou R$ 99 milhões e agora pode viver de renda.
TENDÊNCIA PARA 2026
Essa praia brasileira vai ser uma das mais visitadas do país em 2026. Juquehy se destaca como um destino turístico em ascensão, combinando mar calmo, ondas para surfistas e uma infraestrutura em constante crescimento, atraindo turistas para 2026.
FINANÇAS PESSOAIS
Da Black Friday ao Natal: o maior risco para o seu bolso não é o desconto, mas um inimigo difícil de controlar. Educação financeira, planejamento e as armadilhas que transformam promoções em dívidas de longo prazo.
NOVA VISÃO
Menos Apple (AAPL34), mais Google (GOGL34): Berkshire Hathaway vira a mão em sua aposta nas big techs. Essa foi a última apresentação do portfólio antes do fim da gestão de 60 anos de Warren Buffett como diretor executivo.
AS MAIS LIDAS DA SEMANA
Banco do Brasil (BBAS3) e mais um balanço ‘para se esquecer’, dificuldades da Cosan (CSAN3) e histórias da Praia do Cassino. Investidores estiveram atentos aos números do Banco do Brasil e também acompanharam a situação da Cosan nas mais lidas da última semana.
ESTRATÉGIA DOS GESTORES
Gestora aposta em ações ‘esquecidas’ do Ibovespa — e faz o mesmo com empresas da Argentina. Logos Capital acumula retorno de quase 100% no ano e está confiante com sua carteira de ações.
ANBIMA DATA
Prefixados disparam e lideram retorno da renda fixa — e tendência deve se intensificar até 2026. Levantamento da Anbima mostra que a expectativa de queda da Selic puxou a valorização dos títulos de taxa fixa.
EXATAS E NATUREZAS
ENEM 2025: o que pode, o que não pode e o que mais cai no segundo dia do exame. Saiba quais documentos levar, o que vestir e o que fazer com calculadoras e réguas.
‘ISSO É TÃO BLACK MIRROR’
‘Pet 2.0’: clonagem animal vira serviço de R$ 263 mil; ricos e famosos já duplicam seus pets. Clonagem de animais começou nos anos 1990 com a ovelha Dolly e agora é usada para reproduzir pets falecidos, preservação de espécies e melhoramento de rebanho.
SUSTENTABILIDADE
COP30: Marcha Mundial pelo Clima reúne 70 mil pessoas nas ruas de Belém. Ativistas reivindicam acordos e soluções efetivas de governos na COP30.
ESTADOS UNIDOS
Casa Branca vê baixo risco de derrota sobre tarifas na Suprema Corte, diz Bessent. A decisão, aguardada para as próximas semanas, pode afetar cerca de US$ 200 bilhões em receitas alfandegárias já cobradas.
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Embora a maioria do mercado espere um corte de 25 pontos-base, as declarações do Fed revelam divisão interna: há quem considere a inflação o maior risco e há quem veja a fragilidade do mercado de trabalho como a principal preocupação
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Dentro do arcabouço de metas de inflação, nosso Bacen dá mais cavalos de pau do que a média global. E o custo de se voltar atrás para um formulador de política monetária é quase que proibitivo. Logo, faz sentido para o mercado cobrar um seguro diante de viradas possíveis.
As projeções para a economia em 2026, inflação no Brasil e o que mais move os mercados hoje
Seu Dinheiro mostra as projeções do Itaú para os juros, inflação e dólar para 2026; veja o que você precisa saber sobre a bolsa hoje
Os planos e dividendos da Petrobras (PETR3), a guerra entre Rússia e Ucrânia, acordo entre Mercosul e UE e o que mais move o mercado
Seu Dinheiro conversou com analistas para entender o que esperar do novo plano de investimentos da Petrobras; a bolsa brasileira também reflete notícias do cenário econômico internacional
