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Analistas esperam manutenção da taxa Selic a 10,50% ao ano, mas decisão de juros será anunciada somente depois do fechamento da bolsa
A semana chega à metade com o mercado financeiro em clima de parcimônia — ao menos no que se refere à agenda do dia. A decisão de juros do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) monopoliza as atenções dos investidores hoje.
A expectativa majoritária entre os analistas é de manutenção da taxa Selic a 10,50% ao ano. Também é desejável, do ponto de vista dos participantes do mercado financeiro, uma decisão unânime. Se há alguma garantia, no entanto, é de fortes emoções.
Na véspera da decisão, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou à carga contra Roberto Campos Neto. Em entrevista à radio CBN Londrina, Lula qualificou o Banco Central como a “única coisa desajustada no Brasil”.
A poucos meses do fim do mandato de Campos Neto à frente do BC, Lula tenta emplacar a ideia de que a atuação da autoridade monetária é mais política do que técnica.
O estopim da última saraivada de críticas foi o jantar em homenagem a Campos Neto oferecido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, no Palácio dos Bandeirantes — com direito a trocas de conselhos e conversas sobre uma aliança política futura, segundo bastidores publicados pela Folha de S. Paulo.
Lula acusa Campos Neto de agir deliberadamente para sabotar, por meio da manutenção dos juros em níveis altamente restritivos, um melhor desempenho da economia brasileira.
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No mercado financeiro, porém, já há quem fale na possibilidade de os juros precisarem subir ainda mais. Por trás disso estariam justamente os ruídos políticos em torno da autonomia do Banco Central, além das incertezas com o cenário fiscal.
Antes de qualquer desfecho, há uma chance elevada de que os investidores atravessem um dia de absoluto marasmo no Ibovespa.
Além da expectativa com o Copom, a ausência de estrangeiros no pregão tem tudo para restringir a liquidez dos negócios hoje.
Isso porque as bolsas de valores norte-americanas passarão a quarta-feira em recesso por causa de um feriado nos Estados Unidos.
Na véspera, os índices de ações de Wall Street foram alçados a novos recordes enquanto a Nvidia desbancava a Microsoft e se tornava a empresa mais valiosa do mundo na bolsa.
Por aqui, o Ibovespa vem de uma alta de 0,41%, mas segue próximo dos níveis mais baixos de 2024. Já o dólar começa o dia na faixa dos R$ 5,43.
QUARTETO DE INFRAESTRUTURA
As 4 ações de energia para se ‘blindar’ do sobe e desce do Ibovespa em 2024, segundo gestor com mais de R$ 35 bilhões em ativos. Para Marcelo Sandri, sócio e gestor da Perfin, as ações da Eletrobras (ELET3), Equatorial (EQTL3), Eneva (ENEV3) e Energisa (ENGI3) são opções para proteger a carteira.
ÁGUA NO CHOPE
Após queda de 19% no ano, XP rebaixa recomendação para ações da Ambev (ABEV3). A corretora cita “riscos baixistas” para a ação da companhia, como insumos mais caros e potencial limitado de crescimento de lucro.
E AGORA, SHEIN?
A taxação das ‘blusinhas’ vem aí: Lula dá sinal de que vai sancionar impostos sobre compras internacionais — mas não está feliz com isso. Para o petista, a decisão de taxar as compras internacionais de até US$ 50 com um imposto de 20% é “equivocada”; entenda a situação.
AVANÇO OU RETROCESSO?
O Banco Central vai virar empresa pública? Senado discute a autonomia financeira do BC — veja o que pensam especialistas. Audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) foi realizada na terça-feira (18) com a presença de economistas e ex-presidentes do BC.
Uma boa quarta-feira para você!
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A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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