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Os investidores acompanham o custo político do bloqueio de R$ 4,2 bilhões em emendas parlamentares e os novos estímulos à economia chinesa
Leitores e leitoras do Seu Dinheiro,
Bom dia. Você está aí, do outro lado da tela? Bom, pergunto porque depois da primeira etapa das festas de final de ano, é difícil encarar a tela do computador com os dois olhos abertos. Eu sei. Falo por experiência própria.
O feriado de Natal deu uma pausa nos negócios e, como é de costume, parte significativa dos operadores em bolsa pretende fechar a lojinha daqui até o final do ano — sabendo que faltam pouco menos de cinco dias para o apagar das luzes de 2024.
Mas se você, bravo guerreiro investidor, ainda está aqui, é meu dever te contar algumas coisas antes de começar o seu dia.
Naturalmente, a semana entre os feriados tende a liquidez ainda mais reduzida. Em outras palavras, a tendência é de uma volatilidade maior dos ativos.
Por aqui, os investidores acompanham os desdobramentos políticos do bloqueio de mais de R$ 4 bilhões em emendas parlamentares feito pelo ministro do STF, Flávio Dino. O recesso dos congressistas não impediu manifestações contrárias à decisão, que deve ter um custo político significativo para o governo em 2025.
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Lá fora, os índices futuros de Nova York apontam para uma abertura no vermelho, o que sugere um movimento de ajuste após ganhos recentes. Na Europa, as principais bolsas também não abrem hoje, o que reduz ainda mais a liquidez global.
Por último, mas não menos importante, os índices asiáticos encerraram o pregão da volta do Natal majoritariamente em alta. Enquanto no Japão os investidores aguardam um orçamento recorde para o ano fiscal de 2025, a China avançou com a promessa de ampliação de novos estímulos para o país.
Vale dizer que o Gigante Asiático vem passando por problemas internos, que vão desde a crise do setor imobiliário até o aumento do endividamento das empresas. Esse panorama, somado com a demanda doméstica mais fraca, formou uma “tempestade perfeita” para que as companhias olhassem a China com outros olhos.
E esses “outros olhos” colocam em risco a iniciativa da Nova Rota da Seda, programa iniciado em 2013 pelo presidente Xi Jinping, visando a integração econômica com a Europa e outras partes do mundo.
Seja como for, sair de um mercado de 1,4 bilhão de consumidores pode ser uma aposta bastante arriscada. E de apostas, meu colega Ricardo Gozzi entende muito bem.
Como virou tradição na redação do Seu Dinheiro, ele “entrevistou” o ChatGPT para que ele nos contasse tudo que sabe sobre os seis números da Mega da Virada, que deve pagar um prêmio de R$ 600 milhões para um felizardo.
O resultado dessa conversa você pode ler aqui.
(Spoiler: a IA generativa mais famosa do planeta deu seus seis números da sorte nesta reportagem. Vale a leitura.)
MADRUGADA DE NATAL
Queda de avião da Embraer (EMBR3) no Cazaquistão: companhia lamenta acidente; 67 pessoas estavam a bordo com destino à Rússia. Acidente com a aeronave E190, da Embraer, resultou na morte de 38 pessoas, e 29 pessoas sobreviveram, algumas em estado crítico.
BYE BYE DÓLAR
Dólar em fuga: desvalorização do real causa saída ‘em massa’ de investimentos para os EUA; e o destino dos recursos pode te surpreender. Dos recursos que estão indo para os EUA, mais de 80% estão sendo investidos em títulos superconservadores, basicamente renda fixa de curto prazo, conforme o CEO da Avenue.
FORA DO SENSO COMUM
O destino de luxo que provavelmente não está no roteiro da sua viagem pela Europa, mas que tem tudo para ser ‘a próxima Itália’. Este país na região dos Balcãs tem feito fortes investimentos no setor de turismo de alto padrão para atrair turistas já ‘cansados’ das viagens clássicas da Europa.
DE OLHO NO FUTURO
BTG Pactual revela motivos para o IRB Re (IRBR3) ser opção ideal para surfar nos juros altos em 2025 com mais tranquilidade. O banco definiu um preço-alvo de R$ 56,50, o que representa um potencial de valorização de 50,3% para as ações IRBR3.
FECHOU A TORNEIRA
Entenda por que o ministro do STF, Flávio Dino, bloqueou mais de R$ 4 bilhões em emendas parlamentares. Diante da suspeita de irregularidades nas emendas, o ministro determinou a abertura de investigação pela Polícia Federal.
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