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Ibovespa acumula alta de quase 5% em agosto, mas continuidade do movimento é altamente dependente do rumo dos juros nos EUA
O pregão da última sexta-feira interrompeu uma sequência de oito altas seguidas do Ibovespa. A queda de 0,15% não impediu a bolsa brasileira de marcar sua segunda melhor semana no ano. A alta acumulada de 2,56% no período só não foi maior que a da semana imediatamente anterior.
No que vai de agosto, o Ibovespa já avança quase 5% e segue flertando com suas máximas históricas. Essa recuperação recente da bolsa foi amplamente impulsionada pela reta final da temporada de balanços. No entanto, ainda não é possível cravar que o foguete do Ibovespa não tem ré.
A continuidade desse movimento é altamente dependente do que vai acontecer com os juros nos Estados Unidos. A expectativa de momento é que o Federal Reserve dê início a um ciclo de alívio monetário em sua próxima reunião, marcada para daqui a um mês.
Enquanto o encontro não chega, os investidores tentam se antecipar aos próximos passos do Fed. Nesse sentido, a semana que se inicia promete ser quase monotemática.
Primeiro, o banco central norte-americano vai divulgar a ata de sua última reunião de política monetária. Depois, os investidores acompanharão atentamente o simpósio de banqueiros centrais de Jackson Hole.
O ápice do evento será o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, marcado para a sexta-feira.
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Apegados a ritos e tradições, os banqueiros centrais norte-americanos têm o costume de usar o discurso em Jackson Hole para entregar uma visão mais clara para a situação econômica de momento e o rumo dos juros para os meses seguintes.
Em 2023, a dúvida era por quanto tempo mais o Fed manteria as taxas nos níveis mais elevados em décadas na tentativa de manter a inflação sob controle. Elas continuam lá até hoje, mas a situação parece ter chegado a um limite.
Para este ano, a dúvida dos investidores se refere à extensão dos cortes pretendidos pelo Fed em um momento no qual a economia norte-americana dá sinais de desaceleração.
Por aqui, a agenda econômica da semana é fraca. Ainda assim, os participantes do mercado especulam quanto à possibilidade de o Copom voltar a subir os juros em um momento no qual as perspectivas de alta do PIB brasileiro são revisadas para cima.
CONTAS DIGITAIS
A febre das “contas rendeiras” passou? Saiba quais contas de pagamento remuneradas ainda valem a pena. Enquanto algumas contas rendeiras adicionam novas funcionalidades, outras deixaram de conceder a remuneração automática.
OPA!
O que vai acontecer com os menos de 5% dos acionistas da Cielo (CIEL3) que não venderam suas ações para os controladores. A empresa vai convocar assembleia geral de acionistas para deliberar sobre resgate compulsório de ações.
CONSTRUÇÃO CIVIL
Onde a MRV (MRVE3) espera encontrar fôlego adicional para melhorar os resultados deste ano. Executivo da MRV fala sobre as perspectivas para a construtora depois da liberação de mais R$ 22 bilhões para financiar o programa Minha Casa Minha Vida.
SUBIU O TOM
Elon Musk tira o X (ex-Twitter) do Brasil e coloca a culpa em Alexandre de Moraes. Apesar do encerramento das operações do X, o antigo Twitter permanecerá disponível ao público brasileiro, garante a empresa.
QUEM QUER DINHEIRO?
De camelô a banqueiro: como Silvio Santos tornou-se um dos homens mais ricos do Brasil. Depois de trabalhar como vendedor de rua na adolescência, Silvio Santos chegou a figurar na lista de bilionários da Forbes. Ele faleceu no sábado aos 93 anos.
Uma boa segunda-feira e uma excelente semana para você!
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