O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Desde o recente corte nas taxas de juros nos Estados Unidos, a dominância do Bitcoin começou a dar sinais de queda. Podemos estar à beira de um novo ciclo de valorização para as altcoins?
A altseason se trata de um período no mercado de criptomoedas em que as altcoins (moedas alternativas ao BTC) apresentam um desempenho significativamente superior ao Bitcoin, entregando retornos fora da curva para os investidores.
Quando isso acontece, geralmente há uma queda na dominância do Bitcoin, o que significa que sua participação no valor de mercado de criptomoedas diminui, enquanto as altcoins ganham destaque.
Esse aumento de fluxo de capital para as altcoins costuma ser impulsionado por um sentimento otimista em relação aos preços, com os investidores buscando ativos de maior risco para aumentarem seus ganhos.
Para entendermos esse fenômeno de forma mais completa e, mais importante, para conseguirmos identificar quando ele pode ocorrer novamente, é crucial analisarmos dois pontos chave.
O primeiro, é a dinâmica que o BTC tem com o resto do mercado. Além de ser a cripto mais consolidada, tanto em questões de fundamentos quanto em regulação, ele também atua como um arauto, ditando tendências de alta e baixa.
Isso pode ser observado no gráfico abaixo, que compara o valor de mercado das altcoins (excluindo stablecoins como USDT e USDC) com o valor do Bitcoin (em rosa).
Leia Também
Nele, percebemos que a correlação entre BTC e as altcoins é alta e positiva, o que significa que, na média, altcoins só performam bem se o BTC estiver indo na mesma direção.
Já o segundo fator, é o impacto da queda na dominância do Bitcoin. É importante ter em mente que isso normalmente acontece em momentos de otimismo do mercado, uma vez que a tendência é aumentar o risco quando há mais oportunidade —- e mais altcoins no portfólio é igual a mais volatilidade.
Sendo assim, a queda na dominância está, na maioria das vezes, ligada à transferência de dinheiro do BTC para as alts e não simplesmente na venda de BTCs e a manutenção nas posições em moedas alternativas.
Mas por que esse movimento de mercado tem o potencial de gerar retornos fora da curva?
A explicação está na diferença de marketcap entre BTC e o restante dos ativos. Atualmente o BTC possui um marketcap de 1,2 trilhão de dólares, enquanto o resto dos ativos, com exceção dos top 12, mal chegam aos 10 bilhões.
Desta forma, um capital relativamente pequeno para o BTC fluindo para altcoins é capaz de impactar o preço de maneira radical.
Abaixo, temos um gráfico comparando o preço do mercado das altcoins (excluindo stablecoins como USDT e USDC) com a dominância do BTC. Note que diferentemente do nosso primeiro gráfico, a correlação entre esses dois é negativa, reforçando a nossa tese.
Portanto, temos que dois ingredientes essenciais para uma altseason são a saúde do preço do BTC e a queda de sua dominância no mercado.
Desde o recente corte nas taxas de juros nos Estados Unidos, a dominância do BTC começou a dar sinais de queda.
Paralelamente, a expectativa de uma maior injeção de liquidez na economia global tem aumentado o apetite dos investidores por ativos de risco, como criptomoedas.
Esse cenário cria um ambiente cada vez mais favorável para o mercado cripto, elevando as chances de uma altseason no horizonte.
Se essas condições continuarem a se desenvolver, podemos estar à beira de um novo ciclo de valorização para as altcoins.
Variações semanais (23/09/24 a 30/09/24)
? Bitcoin (BTC)
Preço: US$ 63.371 | Var. -0,39%
? Ethereum (ETH)
Preço: US$ 2.603 | Var. +0,86%
? Dominância Bitcoin: 57,38% (Var. -1,05%)
* dados referentes ao fechamento em 30/09/24
O Altcoin Cycle Signal é um indicador que ajuda a medir o desempenho das altcoins frente ao Bitcoin. Importante ressaltar que seguir esse sinal cegamente não é recomendado, ele serve de apoio para análises.
Ele mede qual dos dois grupos o mercado está favorecendo, variando entre 0 e 100. Leituras abaixo de 50 indicam "Temporada de Bitcoin", onde o Bitcoin tende a superar as altcoins. Leituras acima de 50 indicam "Temporada de Altcoins", quando as altcoins tendem a superar o Bitcoin.
Ele funciona avaliando o desempenho relativo entre BTC e as 250 altcoins de maior capitalização de mercado, excluindo stablecoins. Se o preço de uma altcoin está subindo em relação ao Bitcoin, isso reflete um desempenho superior dessa altcoin.
Como o volume de dados de preço é grande, ele aplica um método de redução de dimensionalidade para tornar o conjunto de informações mais manejável e eficiente, detectando mudanças entre mercados impulsionados por Bitcoin ou altcoins.
Atenciosamente,
Luis Kuniyoshi
Veja como distinguir quais ações valem o seu investimento; investidores também reagem a novos resultados de empresas e dados macroeconômicos
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo