O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Não à toa, essa companhia foi eleita por nós uma das 5 melhores ações para dividendos no mês de dezembro
As ações da Eletrobras fecharam o pregão de ontem com uma forte alta, depois de notícias apontando para a proximidade de um acordo importante da companhia com a União.
Esse acerto é fundamental não só para eliminar alguns riscos envolvendo o processo de privatização, mas principalmente porque aumenta as chances de dividendos.
Aliás, caso não se lembre, na coluna do dia 1º de novembro, eu cheguei a comentar que a Eletrobras estava no caminho certo para se tornar uma ótima pagadora de dividendos. E o acordo com o governo pode acelerar esse processo.
Mas antes dos dividendos, vamos falar sobre o que está sendo discutido com a União.
A negociação mais importante, e que deu início a todo o ruído, é aquela que limita os votos do governo em 10%, mesmo tendo uma participação bem maior do que essa na companhia. Lembrando que essa regra foi amplamente debatida antes da privatização – e, sem ela, o governo também não teria conseguido arrecadar os R$ 30 bilhões que levantou com o processo.
Segundo o que foi noticiado, a limitação de votos continuaria. A União até ganharia mais um assento no conselho, mas seguiria sendo minoria.
Leia Também
A outra negociação é sobre a participação da Eletrobras na Eletronuclear e possíveis obrigações de investimentos futuros em Angra 3.
Ao que tudo indica, a Eletrobras seguirá como acionista e como garantidora da dívida (R$ 6 bilhões), mas com a ótima notícia que não será mais obrigada a acompanhar futuros aportes em Angra 3, caso sejam necessários.
Isso elimina um risco de cauda importante, dado que ninguém sabe ao certo o capex necessário para terminar a usina. Também haverá a possibilidade de a Eletrobras vender a sua parte para outro interessado, o que também seria bem-vindo.
Como resultado desses acordos, o governo retiraria a ação de inconstitucionalidade referente à privatização, o que eliminaria um grande risco envolvendo a tese.
Além dos itens citados acima, vale a pena mencionar um que não está mais em discussão com o governo, mas que poderia representar uma grande saída de caixa: a antecipação de recursos à Conta de Desenvolvimento Energético (CDE).
Apenas para contextualizar, como parte do processo de privatização, a Eletrobras se comprometeu a fazer pagamentos bilionários para a CDE ao longo de vários anos, com o objetivo de reduzir as contas de energia. Recentemente, o governo sugeriu que a companhia antecipasse pagamentos da ordem de R$ 20 bilhões.
Em termos de valuation, essa antecipação não seria necessariamente prejudicial, dado que a Eletrobras poderia receber um belo desconto por adiantar esses valores. O lado ruim é que haveria um grande desembolso de caixa, justamente em um momento de grande turbulência macroeconômica.
Agora, sem esse desembolso pela frente e com R$ 30 bilhões em caixa, a Eletrobras poderá realizar um extenso trabalho de liability management, pagando dívidas mais caras, e pode até pensar em aumentar o pagamento de dividendos em 2025, dado que o endividamento segue controlado (abaixo de 2x dívida líquida/Ebitda), e deve cair ainda mais nos próximos anos.
Apenas como curiosidade, hoje o mercado projeta um dividend yield de cerca de 4% para ELET6 em 2025, algo em torno de R$ 3,5 bilhões em dividendos. Com mais R$ 3,5 bilhões, as ações alcançariam um yield de 8%, bem mais em linha com pares do setor, sem aumentar muito sua alavancagem (apenas 0,3x dívida líquida/Ebitda).
Em outras palavras, há espaço para aumentar os dividendos nos próximos anos, e a bezerra Eletrobras parece cada vez mais próxima de se tornar uma bela Vaca Leiteira.
Não à toa, a companhia foi eleita por nós uma das 5 melhores ações para dividendos no mês de dezembro. Se quiser conferir o relatório gratuito com todas as ações, deixo aqui o convite.
Um abraço e até a próxima semana,
Ruy
Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje
Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro
A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores
Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo
Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual
Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h