O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Papéis emitidos por essas instituições financeiras, como CDBs, têm cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC); veja como ser ressarcido
O Banco Central decretou, nesta quarta-feira (15), a liquidação extrajudicial de duas instituições financeiras que têm títulos de renda fixa no mercado detidos por investidores pessoas físicas: a BRK Financeira e a Portocred.
Entre esses papéis estão 15 Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) da BRK e quatro ativos emitidos pela Portocred, entre Letras Financeiras (LFs) e Depósitos a Prazo com Garantia Especial (DPGEs), conforme levantamentos realizados pela Quantum.
CDBs, bem como outros títulos de renda fixa comumente emitidos por financeiras, como Letras de Câmbio (LCs) e Recibos de Depósitos Bancários (RDBs), contam com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) para os investidores pessoas físicas em caso de quebra das instituições financeiras emissoras dos papéis.
O fundo, mantido com recursos das próprias instituições que fazem parte do sistema financeiro brasileiro, garante até R$ 250 mil por instituição financeira, por CPF. Assim, investidores que detenham títulos da BRK ou da Portocred terão direito a terem tanto o principal quanto o rendimento ressarcidos, em até R$ 250 mil para cada financeira.
DPGEs, por sua vez, são garantidas pelo FGC em valores de até R$ 40 milhões por instituição financeira.
Segundo o FGC, juntas, as duas instituições têm cerca de 54 mil depositantes elegíveis à garantia do fundo, sendo 42 mil da BRK Financeira e 12 mil da Portocred; no total, o fundo deve pagar a esses investidores aproximadamente R$ 2,2 bilhões - R$ 1,7 bilhão para os investidores de papéis da BRK e R$ 521 milhões para os da Portocred.
Leia Também
O FGC informou, nesta quarta, que os investidores de títulos da BRK e da Portocred já podem iniciar o processo de solicitação do pagamento das garantias a que têm direito, as chamadas "garantias ordinárias".
Inicialmente, o FGC recomenda que os investidores acompanhem as informações sobre o processo de pagamento pelas redes sociais e pelo site do fundo. Os ressarcimentos, diz o FGC, começarão tão logo o fundo receba as informações consolidadas sobre os depositantes por parte das respectivas instituições.
Quando o processo de pagamento for iniciado, o investidor deverá baixar o aplicativo do FGC (disponível para dispositivos Android e iOS), fazer um cadastro e solicitar o ressarcimento, por meio de uma assinatura digital.
*Matéria atualizada em 16/02/23 com informações sobre os títulos emitidos pela Portocred a serem ressarcidos pelo FGC.
Levantamento da Quantum Finance mostra que a reprecificação da renda fixa também chegou aos títulos de emissão bancária em março
Troca de CFO e possível venda de ativos animou os acionistas, mas repercussão nos títulos de dívida foi mais comedida
A guerra no Oriente Médio mexeu com a renda fixa em março; analistas indicam cautela e confiança no longo prazo para investir em meio às incertezas
Aumento nos casos de recuperações judiciais e extrajudiciais mexeu na precificação dos títulos de dívida
Os casos de recuperações judiciais e extrajudiciais se avolumam a cada dia e trazem à tona o papel das agências de classificação de risco, que ficaram atrás de alguns eventos, como Raízen e Banco Master
Em evento do Bradesco BBI, executivo defendeu uma lei de falência mais pró-credor, ante tantas recuperações judiciais e extrajudiciais
O AREA11, do BTG Pactual, estreou faz pouco tempo e traz duas novidades para o investidor que gosta de dividendos, mas quer se manter na renda fixa
Bitcoin e dólar também fecharam o mês no azul, mas com um caminho bem mais tortuoso do que o rentismo garantido de um juro em 15% ao ano
É hora de ser cauteloso em relação ao crédito privado de maior risco no mercado local, mas no exterior há boas oportunidades, dizem gestores
Excesso de dívida e queima de caixa preocupam investidores, que exigem prêmio maior para manter papéis na carteira
Tesouro fez recompras de títulos públicos ao longo da semana para diminuir a pressão vendedora, mas volatilidade deve continuar com escala da guerra no Oriente Médio
Preocupação com inflação levou o principal título da Inglaterra a oferecer 5% de juro, maior nível desde 2008; nos EUA, o Treasury de 30 anos chegou a 4,95%
O Copom reduziu a taxa Selic, mas o retorno da renda fixa continua o mais atrativo do mercado; confira as rentabilidades
Iniciativa do Tesouro acalmou o mercado de títulos públicos e tende a diminuir preços e taxas diante da crise com a guerra no Oriente Médio
Fundos de crédito começam a registrar resgates pelos investidores, mas volume ainda é pequeno — o risco é aumentar nos próximos meses
Alterações em prazos, juros ou conversões para ações podem afetar os títulos de dívida que têm a Raízen como devedora
As emissões com taxas prefixadas ofereceram 11,59% de juro ao ano — quase 1% ao mês isento de IR
Incerteza global mexeu nas taxas dos títulos públicos e interrompeu os ajustes na precificação dos títulos de renda fixa pela perspectiva de corte nos juros
Ciclo de queda da taxa básica de juros tende a aumentar a volatilidade no mercado secundário de crédito privado e lembrar ao investidor que renda fixa não é proxy de CDI
Relatório da Empiricus com gestores de crédito mostra quais são as apostas dos especialistas para um corte maior ou menor nos juros; confira