Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Renan Sousa

Renan Sousa

É repórter do Seu Dinheiro. Formado em jornalismo na Universidade de São Paulo (ECA-USP) e já passou pela Editora Globo e SpaceMoney.

COM A PALAVRA, O MINISTRO

Entenda as 3 principais medidas anunciadas hoje por Haddad para um ‘próspero ano novo’ do governo — com déficit zero — em 2024

Serão três principais medidas, com destaque para uma em especial que diz respeito à desoneração da folha de pagamento

Renan Sousa
Renan Sousa
28 de dezembro de 2023
14:00 - atualizado às 19:20
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Fernando Haddad, ministro da Fazenda - Imagem: Diogo Zacarias / MF

Passado o Natal, a população começa a se preparar para a virada do ano. No campo econômico, a expectativa é com o déficit zero das contas públicas em 2024 e, nesta quinta-feira (28), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anunciou três medidas para compensar perdas de arrecadação ocasionadas por derrotas do governo no Congresso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A principal delas foi a derrubada do veto presidencial que acabava com a desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia — e uma das medidas de Haddad diz respeito a uma reoneração gradual da folha.

“Essas medidas de hoje são reavaliações de projetos que não deram certo. Estamos repondo uma perda de arrecadação para cumprir os objetivos do marco fiscal”, afirmou Haddad. Ele disse que não está prevista nenhuma arrecadação adicional, além do que foi perdido com as derrotas no Congresso.

Em linhas gerais, as mudanças são vistas como positivas pelos analistas da XP. “Diante dessas mudanças, acreditamos que há boa probabilidade de haver ganho fiscal com as medidas anunciadas hoje pelo governo. Por hora, mantemos nossa projeção de déficit de R$ 91,6 bilhões (0,8% do PIB)”, destaca a corretora.

  • ONDE INVESTIR EM 2024: Descubra o que esperar do cenário econômico brasileiro e internacional e quais são os melhores investimentos para a sua carteira, em diferentes classes de ativos. Clique aqui. 

Os objetivos de Haddad

Assim sendo, o objetivo principal é “repor as condições do orçamento apresentado” neste ano, afirmou Haddad. A Lei Orçamentária Anual recentemente aprovada prevê, por exemplo, ainda déficit zero para as contas públicas no ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos botando ordem no orçamento”, reiterou o ministro da Fazenda. A medida provisória com os detalhes do que será feito deve ser publicada ainda neste ano, garantiu Haddad, uma vez que todas as propostas já passaram pelo crivo da Casa Civil.

Leia Também

O ato deve ser assinado a qualquer momento pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse.

Em relação ao déficit fiscal de 2023, ele afirmou que o orçamento do ano anterior já previa um déficit para este ano que variasse entre R$ 120 bilhões e R$ 130 bilhões.

O ministro disse que o objetivo da equipe econômica para este ano era reduzir esse montante. "Nosso esforço continua no sentido de equilibrar as contas por meio da redução de gastos tributários", pontuou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Confira a seguir as três principais novas medidas

Reoneração gradual da folha

A primeira medida diz respeito à reoneração gradual da folha de pagamentos. A MP sobre o assunto deverá substituir a desoneração total, passando a oferecer uma isenção fiscal somente sobre o primeiro salário mínimo recebido pelo trabalhador.

Haddad afirmou que a medida visa concentrar o benefício no grosso da força de trabalho, cuja maioria ganha até dois salários mínimos.

Segundo as projeções da Fazenda, a medida deve recuperar R$ 6 bilhões dos R$ 12 bilhões que seriam perdidos com a desoneração total sobre a arrecadação federal.

O ministro acrescentou que aposta no diálogo e na transparência para conseguir convencer o Congresso a aprovar a medida. “Vamos explicar para os líderes do Senado e da Câmara para que tenhamos êxito, quem ganha é a sociedade”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Irregularidades na desoneração

Ele voltou a chamar a desoneração total da folha de pagamentos de alguns setores de “privilégio” e frisou que a medida, que seria temporária, não cumpriu o objetivo de aumentar as vagas de emprego.

“O emprego desses 17 setores caiu. Essa medida foi tomada em 2011 para ser temporária, e os setores, no cômputo geral, desempregaram. Aquela ideia original de que aumentaria o emprego se mostrou errada”.

Haddad quer retomada de eventos com o Perse

Outros R$ 6 bilhões devem ser compensados pela revisão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).

Criado em 2021, para socorrer o setor em meio à paralisação causada pela pandemia de covid-19, o Perse tinha validade original de dois anos, mas foi prorrogado no ano passado por mais cinco anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Fazenda agora propõe que o Perse seja descontinuado gradualmente pelos próximos dois anos. A justificativa é que o programa já teria cumprido seu objetivo, não havendo mais razão para a manutenção, diante de uma recuperação do setor de eventos mais rápida que o previsto.

Pelos cálculos do Congresso, a medida deveria acarretar numa renúncia de R$ 20 bilhões ao longo de mais cinco anos de vigência. Contudo, cálculos da Receita Federal dão conta que esse montante já foi renunciado somente neste ano, motivo pelo qual não haveria motivo para manter o Perse.

Compensações tributárias

Numa terceira frente, a MP das medidas compensatórias de arrecadação deve impor um limite para as compensações de impostos por meio de créditos obtidos via judicial.

Pelas regras vigentes hoje, as empresas que obtenham créditos tributários na Justiça podem compensar todo o valor de uma só vez, por vezes eliminando 100% do pagamento de impostos num determinado ano, segundo a Fazenda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Agora, o governo deverá limitar essas compensações a uma média de 30% ao ano, a depender do montante do crédito tributário. A medida só deve valer para créditos acima de R$10 milhões, e as compensações deverão ser escalonadas por até cinco anos, com prazo maior para valores maiores.

De acordo com as contas da Receita, somente neste ano foram compensados ao menos R$ 65 bilhões, ocasionando perda grande de arrecadação que não estava prevista. O objetivo agora é “recuperar a capacidade de planejamento” da Receita, afirmou Haddad.

  • APOSENTADORIA COM PREVIDÊNCIA PRIVADA OU RENDA+: QUAL O MELHOR INVESTIMENTO PARA SE APOSENTAR BEM?

Haddad de olho nos municípios 

Haddad esclareceu ainda que as medidas anunciadas nesta quinta não têm como objetivo compensar a perda de arrecadação com a parte da lei de desoneração que reduz de 20% para 8% da folha de pagamento a contribuição para a Previdência Social dos pequenos municípios.

Segundo o ministro, esse ponto ainda “será objeto de negociação com os municípios”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do ministério, a derrubada do veto à desoneração da folha e ao benefício para pequenos municípios custaria R$ 25 bilhões no próximo ano. Desse total, de R$ 7 bilhões a R$ 11 bilhões correspondem ao incentivo para as prefeituras de pequeno porte.

Na semana passada, Haddad chegou a dizer que o ponto relativo aos municípios é “claramente inconstitucional”.

Contudo, ele afirmou nesta quinta que a Fazenda opta primeiro pelo diálogo, antes de eventual questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF).

Vai melhorar a arrecadação, Haddad?

Entretanto, na mesma coletiva, Haddad afirmou que "as medidas não melhoram o resultado primário, apenas substituem as perdas de arrecadação projetadas". Também participou do evento o secretário da Receita Federal, Robinson Barreirinhas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na coletiva, Haddad lembrou que a projeção de arrecadação com a nova regra de Juros sobre Capital Próprio (JCP) não será de R$ 10 bilhões.

"A (MP da) JCP foi desidratada no Congresso. Tínhamos uma expectativa que não vai se confirmar porque o projeto foi alterado por decisão do Congresso ou por frustrações com receitas apuradas pela análise da Receita Federal", citou, repetindo que o objetivo com as medidas é o de buscar manter um orçamento equilibrado ao repor buracos deixados por outras renúncias.

"Não há previsão de uma receita adicional ao que está na peça orçamentária", disse. Barreirinhas acrescentou que a parte mais importante das medidas é garantir a previsibilidade na gestão fiscal. Mais até, segundo ele, do que os valores arrecadados com o pacote.

Haddad e a "Tese do Século"

Fernando Haddad ainda disse na coletiva que o governo vai cumprir a decisão do STF de o governo devolver às empresas recursos recolhidos de consumidores, a chamada "Tese do Século", mas ressaltou que é "preciso manter a ordem".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por isso, de acordo com ele, as medidas anunciadas nesta quinta vão na "direção correta". "Creio que nenhum economista sério não vai validar essa iniciativa, pois vamos reorganizar o orçamento federal. Não é uma vontade, é fruto de uma análise", argumentou.

Assim, para Haddad, o governo quer que os indicadores convirjam para níveis positivos. "Queremos colocar ordem nessa bagunça que virou o Orçamento, dando transparência. Se não tivermos a faculdade de rever esse tipo de proposição, vai ficar difícil a administração do Orçamento. Vamos respeitar o Judiciário, mas é preciso ordem", reforçou, acrescentando que é preciso fazer avaliação do gasto público.

Sob avaliação

Haddad insistiu que se tratam de propostas de Estado, não de governo. "Temos de fazer avaliação do gasto público e dizer o que não está funcionando, o que não se justifica mais, o que é preciso ter regras para que a máquina funcione adequadamente, independente do governo", afirmou durante a última entrevista coletiva prevista para o ano.

O ministro falou ainda sobre a alternativa do governo para a desoneração da folha de pagamento e o conjunto de medidas compensatórias que precisam ser encaminhadas ao Congresso ainda em 2023 para entrarem em vigor no ano que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As medidas foram discutidas com a Casa Civil nos últimos dias. Haddad tinha dito esta semana que as medidas são "muito prudentes e muito bem pensadas" para ter um Orçamento mais equilibrado.

Governo pagou 100% dos precatórios, confirma Haddad

Já sobre os precatórios, dívidas do governo transitadas em julgado para as quais não cabem mais recursos, Haddad afirmou que o governo honrou 100% dessas dívidas.

"Estamos falando de mais de R$ 90 bilhões de precatórios pagos", disse. "Nosso esforço continua no sentido de equilibrar as contas por meio da redução de gastos tributários", acrescentou.

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TOUROS E URSOS #265

Fim da escala 6×1 propõe uma revolução ou o caos? Veja o que pode mudar na economia e nas contas das empresas

1 de abril de 2026 - 13:01

Cláudio Felisoni, presidente do IBEVAR e professor da FIA Business School, fala no Touros e Ursos desta semana sobre um estudo que mensura os possíveis efeitos da redução da jornada no varejo e na economia

DANÇA DAS CADEIRAS

O que muda no governo depois de Lula ter confirmado Alckmin como vice e anunciado a saída de 18 ministros

31 de março de 2026 - 16:55

Segundo Lula, mais auxiliares podem deixar a Esplanada, mas ainda precisam avisá-lo

DIREITOS CIVIS

Enquanto o Brasil começa a ampliar licença-paternidade para 20 dias, um país já paga até 1 ano de salário para o pai ficar em casa com o filho

31 de março de 2026 - 13:40

Licença-paternidade foi instituída no Brasil com a promulgação da Constituição de 1988. Mesmo com ampliação, benefício seguirá muito aquém do observado em países mais desenvolvidos.

TERCEIRA VIA?

Caiado vem aí: PSD dá a senha para a pré-candidatura de Caiado à presidência da República

30 de março de 2026 - 11:42

Mesmo sem a confirmação oficial, integrantes do PSD começam a repercutir a escolha do governador de Goiás, em detrimento de Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul

ELEIÇÕES 2026

Lula empata com Flávio Bolsonaro nos dois turnos das eleições de 2026, mostra pesquisa BTG Pactual/Nexus

30 de março de 2026 - 8:22

O potencial de voto de Lula é um pouco maior e chega a 50%, enquanto Flávio Bolsonaro também tem 48% dos eleitores que admitem votar nele

O TSE EXPLICA

Mito ou verdade? Saiba se a regra dos 50% de votos nulos cancela uma eleição

28 de março de 2026 - 16:45

O equívoco nasce de uma leitura imprecisa do artigo 224 do Código Eleitoral. O texto menciona, de fato, a necessidade de novas eleições caso a “nulidade” atinja mais da metade dos votos

ELEIÇÕES 2026

Lula lidera entre eleitores de centro, mas cenário é de empate técnico no segundo turno contra Flávio Bolsonaro, segundo Datafolha

28 de março de 2026 - 11:35

Apesar da vantagem numérica do petista no primeiro turno entre os moderados, a disputa se acirra em uma eventual rodada decisiva

AUXÍLIO-AUXÍLIO

STF veta auxílio-moradia, auxílio-panetone, auxílio-peru e auxílio-iPhone, mas a lista de penduricalhos agora vetados prima pela criatividade

26 de março de 2026 - 16:23

Decisão do STF limita verbas indenizatórias, suspende auxílios e tenta conter supersalários, embora preserve margem para penduricalhos na magistratura

MAIS UM NA LISTA

Cláudio Castro se torna o 7º ex-governador do RJ a ficar inelegível; entenda a decisão do TSE e relembre os casos de prisões, cassações e impeachments no estado

25 de março de 2026 - 16:31

A pena estipulada pelo TSE foi de 4 anos, retirando o ex-governador da corrida eleitoral deste ano e de 2030

MUDANÇA NO COMANDO

Quem é Dario Durigan: o “técnico” que pode substituir Haddad na Fazenda

11 de março de 2026 - 20:02

Atual secretário-executivo da Fazenda tem perfil mais técnico e pode assumir a pasta com o desafio de tocar a agenda econômica em ano eleitoral

A BANDEIRA DE LULA

Isenção do imposto de renda beneficiou 31% dos eleitores, segundo pesquisa Genial/Quaest

11 de março de 2026 - 18:00

Além do efeito da bandeira do governo Lula na renda, levantamento mostra que a violência permanece no topo das preocupações dos entrevistados

CUIDADO, ELEITOR!

De olho na IA nas eleições, TSE fixa regras contra deepfakes; saiba como denunciar

10 de março de 2026 - 19:29

Especialistas apontam que a observação detalhada da face e do áudio é o primeiro filtro de segurança, mas não é o único

AMIGOS?

O que Daniel Vorcaro conversava com Alexandre de Moraes? Veja as conexões encontradas no celular do banqueiro

6 de março de 2026 - 17:42

Investigação da PF encontra mensagens do ministro do STF no WhatsApp do banqueiro que apontam para uma relação de pelo menos dois anos

INAUGURAÇÃO OFICIAL

Haddad é responsável pelo equilíbrio da economia, diz Lula no pontapé da campanha em São Paulo

3 de março de 2026 - 19:27

Ex-governador de São Paulo e nome forte no Estado, Geraldo Alckmin também foi lembrado com elogios por Lula pela nova política da indústria brasileira

ESQUENTA

Lula e Flávio Bolsonaro têm empate técnico no primeiro turno das eleições, e pressão para Haddad concorrer ao governo de SP aumenta

27 de fevereiro de 2026 - 11:04

Os dados mostram também o filho de Jair Bolsonaro numericamente a frente de Lula no segundo turno, apesar da igualdade técnica entre ambos

CORRIDA PRESIDENCIAL

Vantagem de Lula cai ao menor nível contra Flávio Bolsonaro, mas presidente ainda lidera no 1º turno, diz Atlas/Bloomberg

25 de fevereiro de 2026 - 10:14

Pesquisa Atlas/Bloomberg mostra Lula ainda à frente de Flávio Bolsonaro e Tarcísio no primeiro turno, mas com a menor vantagem da série histórica contra o senador. No segundo turno, cenário indica empate técnico com o filho do ex-presidente e desvantagem contra o governador paulista

ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS

Flávio Bolsonaro encosta em Lula no 2º turno; desaprovação do presidente segue acima de 50%, diz Meio/Ideia

4 de fevereiro de 2026 - 11:11

O avanço do senador nas intenções de voto para as eleições 2026 ocorre em um momento em que a avaliação do governo Lula segue pressionada

CRISE NOS PODERES

Senadores protocolam pedido de impeachment contra o ministro Dias Toffoli por conduta no caso do Banco Master

15 de janeiro de 2026 - 11:19

O magistrado é acusado de crime de responsabilidade, suspeição e conflito de interesses na condução do inquérito que apura as fraudes bilionárias

ELEIÇÕES 2026

Lula lidera todos os cenários da eleição presidencial, aponta pesquisa Genial/Quaest; candidatura de Flávio Bolsonaro é vista como erro por maioria

14 de janeiro de 2026 - 13:55

Levantamento mostra Lula à frente em todas as simulações, enquanto a avaliação de seu governo segue em empate técnico, com 49% de desaprovação e 47% de aprovação; confira quem tem mais chances no embate contra o petista

CORRIDA ELEITORAL

Pesquisa Meio/Ideia mostra Lula líder em 2026: petista vence Tarcísio e Flávio nos dois turnos, mesmo com 40% de rejeição

13 de janeiro de 2026 - 16:08

Apesar da rejeição elevada, Lula mantém vantagem sobre Tarcísio, Flávio, Michelle e outros adversários em todos os cenários; levantamento mostra o petista com 40,2% no primeiro turno e vitórias apertadas no segundo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia