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Durante toda a campanha presidencial, o petista se recusou a condenar publicamente o governo de Daniel Ortega, que está há mais de 15 anos no poder — só que agora, o Brasil mudou de posição

Luiz Inácio Lula da Silva era alvo constante do ex-presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral por ter declarado apoio ao governo do nicaraguense Daniel Ortega, que está no poder há 16 anos. Nesta terça-feira (7), no entanto, o petista deu um passo atrás e reviu sua posição.
Depois de ser alvo de críticas, o governo brasileiro apresentou hoje à Organização das Nações Unidas (ONU) preocupações com o governo ditatorial da Nicarágua.
Ao repudiar a decisão de autoridades do país da América Central de retirada de nacionalidade de opositores ao regime de Ortega, o governo Lula colocou-se à disposição para acolher as pessoas afetadas pela medida.
"O governo brasileiro acompanha os acontecimentos na Nicarágua com a máxima atenção e está preocupado com alegações de graves violações de direitos humanos e de restrições ao espaço democrático naquele país, em particular execuções sumárias, detenções arbitrárias tortura contra dissidentes políticos", declarou o governo brasileiro.
E, ainda: "o Brasil está pronto para explorar maneiras pelas quais essa situação possa ser abordada de forma construtiva, em diálogo com o governo da Nicarágua e com todos os atores relevantes".
A declaração brasileira ocorre após o governo Lula ter se recusado a assinar um manifesto de 55 países contra a ditadura de Ortega na Nicarágua e a favor da população nicaraguense — o silêncio gerou incômodo na comunidade internacional.
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Há anos que os abusos de Ortega têm repercutido na imprensa internacional. Ele está em seu quinto mandato — o quarto consecutivo — e governa a Nicarágua desde 2007. Fi reeleito pela última vez em novembro do ano passado, em um pleito considerado antidemocrático pelos EUA e pela União Europeia.
Durante a campanha eleitoral, Lula evitou condenar o regime de Ortega, o que elevou críticas de Bolsonaro, seu então principal adversário — na busca pela reeleição, Bolsonaro e alguns de seus apoiadores passaram a associar o presidente nicaraguense a Lula.

Em seu primeiro ato de campanha, por exemplo, Bolsonaro disse que acompanhava a situação da Nicarágua, "onde rádios católicas foram fechadas, procissões impedidas".
Na época, Ortega estava perseguindo padres e freiras e o então presidente brasileiro chegou a oferecer abrigo para os religiosos no Brasil.
Nos debates, uma famosa imagem de Bolsonaro revelou que Nicarágua estava entre as palavras escritas na palma da mão do candidato.
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