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O candidato governista abriu as portas dos cofres públicos com diversos programas assistencialistas, o que lhe garantiu fôlego na pesquisa
As eleições na Argentina se aproximam e uma nova pesquisa eleitoral mostrou como o cenário mudou desde as primárias no país. As Paso ocorreram há pouco mais de um mês e os eleitores demonstraram sua preferência pelos candidatos da direita, com destaque para Javier Milei, de extrema-direita.
No entanto, uma nova pesquisa da Universidad de San Andrés mostrou uma mudança de tendência dos eleitores. Sergio Massa, atual ministro da Economia e herdeiro do presidente Alberto Fernández, saiu do terceiro para o segundo lugar, superando a “dama de ferro”, Patricia Bullrich.
O avanço de Massa sobre os demais candidatos é atribuído principalmente às recentes políticas assistencialistas do governo, como um auxílio de cerca de R$ 670 para trabalhadores informais, benefícios para aposentados e pensionistas, além de um corte nas tarifas de cartões, entre outras reduções pontuais de impostos.
Essa abertura de comportas dos cofres públicos pode ter dado fôlego ao candidato colocado às pressas como sucessor de Fernández em um momento em que 40% da população argentina é caracterizada como pobre segundo o Instituto Nacional de Estadísticas y Censos (Indec) do país.
Porém, a deterioração das contas públicas vem sendo acompanhada de perto pelos operadores do mercado — especialmente pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), a quem a Argentina deve alguns punhados de dólares.
Assim, a pesquisa aponta para uma grande chance do pleito ir para o segundo turno. Nesse cenário, as projeções mostram que Milei venceria Massa com uma vantagem maior, com 36% contra 30% dos votos.
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Entretanto, Bullrich sairia vitoriosa contra Milei, em uma disputa apertada, com 29% contra 27%. A pesquisa não dá um recorte baseado nos votos válidos.
Assim como no Brasil, o voto dos “indecisos” pode ser um divisor de águas para o próximo candidato. Isso porque cerca de 16% dos entrevistados pensam em trocar de candidato, enquanto 23% não sabem se irão manter a mesma opção das Paso.
Em uma disputa acirrada como esta, em que 55% pretendem repetir o voto das primárias, pode ser a diferença entre estar ou não em um eventual segundo turno.
Outro ponto que vale a pena destacar da pesquisa são as plataformas de cada candidato.
É unânime entre os entrevistados, independentemente do partido, que a inflação é o maior problema a ser resolvido pelo próximo governo.
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Mas para aqueles que pretendem votar em Milei, o segundo pior problema continua sendo a corrupção. Vale lembrar que o candidato de extrema-direita é conhecido por seus posicionamentos como outsider por ser um ferrenho crítico da classe política — ainda que tenha sido eleito como deputado em 2021 —, defensor do ultraliberalismo econômico e da menor presença do Estado na economia.
Já para aqueles que optam por Bullrich, acreditam que o segundo maior problema da população argentina é o aumento da violência urbana. A candidata apoiada pelo ex-presidente Maurício Macri ficou conhecida como “dama de ferro” por sua atuação no ministério da Justiça e sua política “linha dura” contra a criminalidade.
Por fim, os eleitores de Massa entendem que o endividamento externo é o segundo maior problema do governo. O ministro da Economia tem feito diversas negociações com o FMI para pagar a dívida com o fundo e evitar um calote.
As vitórias do candidato nessas rodadas de conversas geraram um impacto positivo em sua imagem antes das primárias, mas não foram suficientes para empolgar a população, deixando Massa em terceiro lugar.
O primeiro turno acontece em 22 de outubro e, em caso de segundo turno, o pleito ocorre em 19 de novembro.
Javier Milei, concorre pela chapa La Libertad Avanza, tida como uma plataforma de extrema-direita liberal, já Patricia Bullrich é do grupo Juntos por el Cambio, de linha mais moderada, mas ainda de direita liberal; Sergio Massa, por sua vez, é do Unión por la Patria, herdeiro do peronismo de esquerda argentino.
A eleição será decidida em primeiro turno somente se um dos candidatos obtiver mais de 40% dos votos válidos e estabelecer uma vantagem de pelo menos dez pontos porcentuais sobre o segundo colocado.
Qualquer outro cenário leva os dois primeiros colocados para o segundo turno.
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