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Petista se manifesta oficialmente sobre a ida a Buenos Aires em 10 de dezembro, quando o novo presidente argentino assume a Casa Rosada
Depois que Javier Milei venceu o segundo turno das eleições na Argentina, houve uma certeza: o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) estaria na posse do novo ocupante da Casa Rosada. O que ninguém sabia ao certo era se o atual chefe do Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva, iria à cerimônia.
Motivos para a dúvida em relação à presença do petista na posse não faltavam, afinal, durante a campanha, Milei disse repetidamente que queria um distanciamento do Brasil e condenou muitas das iniciativas defendidas pelo atual governo brasileiro — a exemplo da participação da Argentina no Mercosul.
Além das críticas, Milei convidou Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) pessoalmente para a sua posse.
O presidente eleito da Argentina até tentou mudar o tom e enviou uma carta a Lula.
A futura chanceler argentina também veio ao Brasil para se encontrar com o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, em mais um aceno de apaziguamento — foi Diana Mondino quem convidou o petista para a posse de Milei.
Nenhuma das iniciativas do presidente eleito da Argentina adiantou. Lula, que apoiou informalmente o candidato governista Sergio Massa, optou por uma saída “republicana” e não vai à posse.
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No lugar do petista, o governo brasileiro enviará Vieira para representar o Brasil na solenidade.
A cerimônia deve reunir as principais lideranças da direita latino-americana, que pretendem usar a ocasião como demonstração de força.
Bolsonaro deve levar com ele o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, e seus filhos, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP).
Bolsonaro informou nesta terça-feira (5) ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que se ausentará do País de 7 a 11 de dezembro.
Apesar de não ter restrições de sair do Brasil pelos inquéritos que tramitam na Corte, o ex-presidente encaminhou cópia das passagens aéreas e do itinerário no país vizinho, justificando estar "comprometido com a Justiça e suas obrigações legais".
Além de Bolsonaro e seu clã, uma lista de deputados federais que pretendem comparecer ao ato circula entre os líderes partidários próximos ao ex-presidente. Até o momento, 26 nomes sinalizaram que participarão da comitiva.
Essa não será a primeira ocasião em que um presidente do Brasil não comparece à posse do novo comandante do país vizinho.
Em 2019, o então presidente Bolsonaro não esteve presente na posse de Alberto Fernández, sendo representado pelo então vice-presidente Hamilton Mourão.
Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também faltou a cerimônias de posse em duas ocasiões, quando os presidentes argentinos foram eleitos pelo Congresso — uma em 2001, na eleição de Adolfo Rodríguez Saá, e outra no ano seguinte, em 2002, quando Eduardo Duhalde foi eleito.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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