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O gatilho para o que pode ser uma nova crise foi o aumento da taxa básica de juros em 0,50 ponto percentual (pp), para 5%, na semana passada — um aperto monetário bem maior do que muitos esperavam e o 13º aumento consecutivo, que colocou a taxa básica no nível mais alto desde 2008
Uma catástrofe financeira — foi assim que o governo britânico descreveu o que pode ser a próxima crise no Reino Unido. E não é à toa: as hipotecas voltam a preocupar a terra do Rei em um momento no qual milhões estão à beira da insolvência.
O problema se agravou depois que, o Banco da Inglaterra (BoE) elevou os juros em 0,50 ponto percentual (pp), para 5% — um aperto monetário bem maior do que muitos esperavam e o 13º aumento consecutivo, que colocou a taxa básica no nível mais alto desde 2008.
O movimento inesperado, que visa desacelerar a inflação, afetará milhões de proprietários de imóveis, já que os juros de muitas hipotecas no Reino Unido estão diretamente atrelados à taxa básica do banco central.
Mais que isso: os locatários provavelmente verão seus gastos com aluguel aumentarem à medida que os proprietários repassam pagamentos de hipotecas mais altos.
Quem responde essa pergunta é uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisa Econômica e Social do Reino Unido (NIESR, na sigla em inglês).
Levantamento feito pelo instituto independente estima que o último aumento da taxa de juros do BoE deixaria 1,2 milhão de famílias britânicas sem poupança no final do ano devido a pagamentos de hipotecas mais salgadas.
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Se isso realmente acontecer, elevaria a proporção de famílias britânica insolventes para quase 30%, ou cerca de 7,8 milhões, com o maior impacto previsto para ocorrer no País de Gales e no nordeste da Inglaterra.
“O aumento das taxas de juros para 5% levará milhões de famílias com hipotecas à beira da insolvência”, disse Max Mosley, economista do NIESR.
“Nenhum credor esperaria que uma família resistisse a um choque dessa magnitude, então o governo também não deveria”, acrescentou.
O ministro das Finanças do Reino Unido, Jeremy Hunt, reuniu-se na sexta-feira (23) com os principais bancos e construtoras para discutir o aprofundamento da crise hipotecária no país.
Hunt disse que três medidas foram acordadas com os bancos, credores hipotecários e a Autoridade de Conduta Financeira, incluindo uma mudança temporária nos termos das hipotecas e uma promessa de que a pontuação de crédito dos consumidores não seria afetada pelas discussões com o credor.
O ministro também contou que, para aqueles em risco de perder a casa, os credores concordaram com um período de carência de 12 meses antes que haja uma reintegração de posse sem consentimento.
O que deixa o mercado financeiro de cabelo em pé nessa história é que a crise financeira de 2008 teve a hipoteca como gatilho.
Para quem não se lembra, os mutuários norte-americanos começaram a não pagar as hipotecas e esses títulos, que eram negociados entre bancos, passaram a ficar sem lastro, dando origem à famosa crise do subprime.
Portanto, saber que uma das maiores economias da Europa tem uma crise hipotecária batendo à sua porta é, de fato, um motivo e tanto para se preocupar.
Nesta segunda-feira (26), os custos das hipotecas de taxa fixa no Reino Unido saltaram para novas máximas em sete meses.
Dados do Moneyfacts mostram que a taxa média de hipoteca residencial fixa de 2 anos aumentou para 6,23%, ante 6,19% na sexta-feira (23) — o maior valor desde 16 de novembro, quando o mercado imobiliário estava se recuperando do caos após o miniorçamento.
A taxa média de hipoteca residencial fixa de 5 anos subiu para 5,86%, ante 5,83% na sexta-feira, a maior desde o final de novembro.
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*Com informações da CNBC e do The Guardian
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