O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Os investidores voltaram a ser assombrados pelo filme de 2008, quando a crise bancária começou com a quebradeiras de bancos regionais e de menor porte
Quando o Lehman Brothers quebrou, em 15 de setembro de 2008, o Federal Reserve (Fed) assumiu um compromisso: salvar os bancos norte-americanos para evitar que uma catástrofe financeira como aquela se repetisse. Quase 15 anos depois, o fantasma da crise volta bancária volta a assombrar o banco central dos EUA.
Desde o início de março, três bancos regionais norte-americanos entraram em colapso e precisaram ser resgatados: Silicon Valley Bank (SVB), Signature Bank e First Bank Republic — este último foi comprado na bacia das almas pelo JP Morgan na segunda-feira (1).
Os investidores viram um filme muito parecido em 2008: a crise bancária naquela ocasião — que teve origem nos títulos hipotecários negociados entre os bancos, o chamado subprime — começou com a falência de bancos regionais menores, quase desconhecidos do grande público, até que os gigantes começaram a cair.
Outro ponto em comum entre a crise de 2008 e o que acontece agora é que, naquela ocasião, o Fed acreditava que o sistema bancário dos EUA era sólido o suficiente para lidar com o colapso de bancos menores. Não foi o que aconteceu.
Nesta quarta-feira (03), o banco central norte-americano insistiu na mesma premissa: o sistema bancário dos EUA é sólido o suficiente para lidar com uma crise bancária que se avizinha.
No comunicado de hoje com a decisão de subir o juro, o Fed diz: “o sistema bancário dos EUA é sólido e resiliente” — repetindo as mesmas palavras do comunicado anterior, de março, quando o SVB colapsou.
Leia Também
As palavras do comunicado também são as mesmas quando se referem às condições de crédito e os efeitos da quebradeira dos bancos na economia dos EUA.
“Condições de crédito mais apertadas para famílias e empresas devem pesar na atividade econômica, nas contratações e na inflação. A extensão desses efeitos permanece incerta. O Comitê permanece altamente atento aos riscos de inflação”, diz o comunicado.
Na semana passada, o próprio Fed admitiu que falhou. Embora tenha responsabilizado a gestão do Silicon Valley Bank pelos eventos que culminaram na quebra do banco em março, o BC dos EUA reconheceu que fracassou no papel de forçar a instituição financeira a corrigir as vulnerabilidades.
Em um relatório de cerca de 100 páginas sobre o colapso do SVB, divulgado na sexta-feira (28), o Fed explicou que as autoridades de supervisão identificaram os problemas, mas foram lentas em exigir que o SVB cumprisse as exigências de liquidez e capital.
Para a instituição, o processo foi "muito deliberativo" e focado em acumular evidências antes de agir. O Fed, em particular, avalia que não foi capaz de perceber a seriedade das deficiências na governança e gestão de riscos do banco.
Hoje, Powell reforçou essa mensagem, afirmando que os bancos têm responsabilidade nos recentes eventos, mas também fez um mea-culpa.
“Vamos prevenir que eventos como esses se repitam. Precisamos rever nossas regras e práticas para tornar o sistema ainda mas forte”, afirmou Powell em coletiva de imprensa.
O chefão do Fed também comentou sobre a aquisição do First Republic Bank pelo JP Morgan, chamando o negócio de exceção.
“Provavelmente é uma boa política, mas não querermos que os maiores bancos façam grandes aquisições”, afirmou.
“Essa política é uma exceção para um banco falido e acho que é realmente um bom resultado para o sistema bancário”, acrescentou ele, dizendo que outro banco regional comprando o First Republic também teria sido um bom resultado.
Powell também disse que não tem uma “agenda” para continuar consolidando os bancos, acrescentando que vê valor em ter bancos de diferentes tamanhos dentro do sistema cumprindo metas diferentes.
Depois de anos de silêncio, boatos e adiamentos, CEO da Take-Two confirma o lançamento de GTA 6 com edições físicas e digital
Decreto permite que residentes em Portugal dirijam com a carteira brasileira nas categorias de carro e moto sem precisar refazer o processo local
O “tiktoker” Khaby Lame vendeu sua empresa em um acordo bilionário que envolve criar seu “gêmeo de IA”.
Será a primeira missão com astronautas a bordo da cápsula Orion em um voo de cerca de dez 10 dias ao redor da lua
Para a gestora, presidente dos EUA rompe com as instituições tradicionais para agir de forma mais rápida, porém menos previsível
Mamífero minúsculo que vive nas montanhas da China, o pika-de-Ili sofre com mudanças climáticas, perda de habitat e isolamento da população
O ‘profeta’ da crise de 2008, Michael Burry, faz alerta sobre a bolha da inteligência artificial (IA) e justifica com história de Buffett
Corinthians enfrenta o Arsenal neste domingo (1º), às 15h (de Brasília), no Emirates Stadium, pela final do primeiro Mundial de Clubes feminino promovido pela Fifa
Impasse na Câmara mantém shutdown temporário nos Estados Unidos, apesar de acordo entre Trump e democratas e da aprovação, pelo Senado, do financiamento da maior parte do Orçamento até setembro
Uma combinação de colapso bancário, inflação fora de controle e isolamento internacional ajuda a explicar a onda de protestos no Irã
O Senado norte-americano ainda precisa validar a indicação, e o mercado dá os primeiros sinais sobre o futuro da credibilidade do banco central nos EUA; entenda o que pode acontecer com a bolsa, o dólar, o ouro e a renda fixa agora
O Google anunciou a assistente de inteligência artificial que ficará integrada ao navegador Chrome. Ela é capaz de marcar médicos, enviar e-mails e até mesmo comprar coisas
Surto de Nipah no leste da Índia leva países asiáticos a retomarem protocolos de triagem, quarentena e alerta sanitário
Enquanto Jennifer Lawrence defende o silêncio diante da polarização, artistas cancelam apresentações, protestam contra o ICE e entram em choque com a gestão cultural de Donald Trump
A decisão de política monetária desta quarta-feira (28) está longe de ser o clímax da temporada, que tem pela frente a substituição de Powell no comando do BC norte-americano
Mais uma vez, a decisão de não mexer na taxa não foi um consenso entre os membros do Fomc; Stephen Miran e Christopher Waller defenderam um corte de 25 pontos
Indicador simbólico criado por cientistas aponta que riscos como guerra nuclear, mudanças climáticas e avanço da inteligência artificial levaram o mundo ao ponto mais crítico desde 1947
As bolsas dos principais países da região acumulam ganhos de pelo menos 10% em janeiro, mas nem tudo que reluz é ouro e a agência de classificação de risco aponta prós e contras que podem determinar o futuro dos seus investimentos
Matheus Spiess, analista da Empiricus, fala no podcast Touros e Ursos desta semana sobre a ruptura de Trump com o ambiente econômico e geopolítico das últimas décadas
Pressionada por custos elevados, petróleo barato e déficit fiscal, Arábia Saudita redesenha o megaprojeto urbano lançado em 2017