O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Um dos fatores que ajuda a engrossar a fortuna do novo rei é que ele não teve que pagar imposto sobre a herança que recebeu da rainha Elizabeth II graças a um acordo firmado em 1993 com o governo britânico
Ninguém saberá o tamanho da fortuna que o rei Charles III herdou da rainha Elizabeth II até pelo menos 90 anos após sua morte. Como manda a tradição, o testamento dela foi lacrado e trancado em um cofre por nove décadas.
Mas a Forbes fez um levantamento sobre a riqueza da monarquia britânica e estimou a herança do rei Charles III em US$ 500 milhões (R$ 2,5 bilhões) em bens pessoais. Mas isso não é tudo.
Como dono do trono, Charles também assume instituições que administraram US$ 42 bilhões em ativos, segundo cálculos da Forbes — propriedades como o Palácio de Buckingham e o Castelo de Windsor, bem como o Ducado de Lancaster, que foi avaliado em 652,8 milhões de libras (R$ 4,1 bilhões).
Outro fator que ajuda a engrossar a fortuna do novo rei é que ele não teve que pagar imposto sobre a herança graças a um acordo firmado em 1993 com o governo britânico, que isenta a monarquia de tributação sobre transferências de propriedade e bens pessoais de um soberano para outro.
Desde 2012, a família real recebe fundos conhecidos como subsídio soberano, que nada mais é do que recursos concedidos ao monarca pelo Tesouro Nacional britânico.
Em troca desses fundos, a família real cede seus lucros do Crown Estate — uma grande coleção de terras e propriedades, administrada por uma organização independente – ao tesouro para beneficiar a economia britânica.
Leia Também
De acordo com dados do governo do Reino Unido, o portfólio da Crown Estate vale mais de 7,3 bilhões (R$ 45,8 bilhões), e inclui fazendas de corte no norte da Escócia e mineração.
Embora o subsídio soberano e o patrimônio da coroa sejam entidades separadas, a quantia de dinheiro dada a quem está sentado no trono a cada ano por meio da concessão é determinada pelos lucros do Crown Estate.
A cada ano, o monarca recebe fundos equivalentes a 25% dos lucros do Crown Estate dois anos antes. No ano passado, esse montante foi de 312,7 milhões de libras (R$ 1,9 bilhão).
Em setembro do ano passado, a Forbes estimou que os ativos herdados de Charles incluíam um portfólio imobiliário de US$ 9,5 bilhões (R$ 47,2 bilhões).
*Com informações do Markets Insider
Indicado de Trump para comandar o Federal Reserve passou por audiência de confirmação nesta terça-feira (21) no Senado norte-americano, e o Seu Dinheiro listou tudo o que você precisa saber sobre o depoimento
Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão
Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.
Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.
Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)
Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda
Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa
Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada
Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos
O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela
Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã