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Cerca de 2.300 convidados, incluindo mais de 100 chefes de estado, presenciaram o ato simbólico que dá início a uma nova era real e já começa com desafios
O rei Charles III e a rainha Camilla foram coroados neste sábado (06) na Abadia de Westminster, marcando o início simbólico de uma nova era real e uma realização pessoal para um homem que passou mais de sete décadas esperando pelo trono.
Em um ritual luxuoso e cheio de tradições não visto no Reino Unido desde 1953, Charles foi ungido com óleo sagrado e fez o juramento dos reis, antes que o arcebispo de Canterbury, Justin Welby, colocava a coroa de Santo Eduardo em sua cabeça, com um grito de “Deus Salve o Rei!"
Diante de 2.300 convidados, incluindo mais de 100 chefes de estado, o rei prometeu manter a religião protestante no Reino Unido e preservar os direitos da Igreja da Inglaterra, conforme estabelecido em um ato do Parlamento.
Milhares se amontoaram pelas ruas, muitos acampando durante a noite para garantir uma boa visão do desfile que aconteceria depois e que envolveu 7.000 soldados e 19 bandas militares — o maior número desde a coroação da rainha Elizabeth II, em 1953.
Essas foram as imagens que o mundo viu, mas o que poucos sabem é que, nos bastidores, o novo rei deve enfrentar o seu primeiro escândalo como monarca — fora dele, a vida de Charles foi marcada por sucessivos escândalos.
Para entender esse caso, é preciso dar um passo atrás na história. O rei não é apenas um governante, ele também é um fons honorum — uma fonte de honra, encarregado de preservar a reverência que seus súditos sentem pelas instituições.
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Uma das maneiras pelas quais ele faz isso é literalmente enobrecer britânicos, dando-lhes o direito de se sentar na Câmara dos Lordes — como é conhecida por lá a câmara alta do parlamento, um equivalente ao Senado brasileiro.
Historicamente, a adesão aos Lordes tem sido hereditária. Hoje, os novos membros são vitalícios, cujos títulos não podem ser repassados. Eles são nomeados pelo rei seguindo uma lista de honra de recomendações elaborada pelo primeiro-ministro.
O problema é que a lista que o primeiro-ministro Boris Johnson compilou enquanto estava no pode se tornar uma inconveniência para o rei Charles — há quem fale até um escândalo.
Ao sair pela porta, Johnson supostamente reuniu uma lista de futuros senhores e damas que se estendia por quase 100 nomes — um número historicamente grande. Embora a lista não tenha sido publicada, seu conteúdo vazou aos poucos desde o outono passado.
Segundo o The New York Times, a lista incluiria três políticos que demonstraram lealdade a Johnson — entre eles, o cofundador da Carphone Warehouse, um conservador de longa data e amigo do então premiê. O poderoso e controverso ex-editor do Daily Mail, Paul Dacre, é outro que estaria na lista.
Em resposta à pressão política, no início do ano Johnson cortou a lista pela metade.
A grande questão aqui é que a Câmara dos Lordes, que pode estar repleta de amigos do ex-primeiro-ministro, tem poder político para obstruir e atrasar legislações sobre questões importantes como o Brexit — como ficou conhecida a saída do Reino Unido da União Europeia (UE).
Portanto, um abuso do processo de nomeação compromete a política e a economia e dá posição de autoridade a pessoas com acesso ao coração da estrutura de poder britânica.
*Com informações do The Guardian e do The New York Times
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