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Netanyahu disse que as tropas de Israel estão prontas para agir a qualquer momento para destruir o grupo extremista Hamas
O nono dia da guerra entre Israel e o grupo extremista palestino Hamas foi marcado por encontros e falas de líderes de diversos países, em uma tentativa de evitar o pior: uma possível escalada do conflito e o envolvimento de outros Estados da região.
Porém, os esforços diplomáticos não tiveram resultados concretos até o momento e segue a expectativa para que corredores humanitários sejam criados, facilitando a saída de palestinos e estrangeiros da Faixa de Gaza.
Enquanto isso, Israel reforçou a promessa de aniquilar o Hamas, com indicações de que as tropas israelenses seguem se preparando para novos ataques por ar, mar e terra à Gaza.
Pelo menos, foi essa a mensagem do primeiro ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em reunião neste domingo (15) do governo de emergência criado no país.
Netanyahu disse que as tropas do país estão prontas para agir “a qualquer momento para derrotar os monstros sedentos de sangue que se levantaram contra nós para nos destruir”, em referência ao ataque terrorista feito pelo Hamas no último final de semana.
"O Hamas pensou que nos desintegraríamos - desmantelaremos o Hamas”, prometeu ainda.
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De madrugada, as Forças de Defesa de Israel também voltaram a pedir que os civis que moram na Faixa de Gaza deixem o norte do território.
Diversas autoridades norte-americanas comentaram sobre o conflito neste domingo, com destaque para o presidente dos EUA, Joe Biden, que disse ter falado novamente com Netanyahu para reiterar “a posição inabalável do apoio à Israel” e fornecer uma atualização sobre o apoio militar e esforços para proteger os civis.
Biden também entrou em contato com o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas.
“Assegurei-lhe que estamos trabalhando com parceiros na região para garantir que os suprimentos humanitários cheguem aos civis em Gaza e para evitar que o conflito se amplie”, disse na sua conta oficial na rede social X, o antigo Twitter.
Enquanto Biden falou com os líderes de Israel e da Autoridade Palestina, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, esteve pessoalmente no Egito para falar com o presidente do país, Abdel Fattah El-Sisi.
Blinken disse que “teve conversas muito boas” durante suas visitas ao Egito e à Arábia Saudita, em entrevista a jornalistas antes de embarcar de volta a Israel.
O Egito está sendo pressionado por uma série de países a colaborar na tentativa de abrir um corredor humanitário na sua fronteira com a Faixa de Gaza, que pudesse ajudar na saída de civis palestinos e estrangeiros, além de liberar a entrada de mais ajuda.
“Viemos aqui com quatro objetivos principais: deixar claro que os Estados Unidos estão ao lado de Israel, evitar que o conflito se espalhe para outros lugares, trabalhar para garantir a libertação de reféns, incluindo cidadãos americanos, e resolver a crise humanitária que existe. em Gaza", resumiu ele.
Mais cedo, outra autoridade norte-americana de peso fez alertas sobre a guerra. O conselheiro de Segurança Nacional do país, Jake Sullivan, disse que “existe o risco de uma escalada do conflito, da abertura de uma segunda frente no norte e, claro, do envolvimento do Irã.”
No entanto, explicou que os riscos de que a guerra se espalhe para países fronteiriços como o Líbano e o Irã são monitorados pelos EUA desde o início. Militantes de outro grupo extremista, o libanês Hezbollah, já dispararam contra Israel.
Sullivan ainda confirmou que um novo pacote de armas para Israel e Ucrânia será superior a US$ 2 bilhões.
"O número será significativamente maior do que US$ 2 bilhões, mas irá, como eu disse, certamente incluir o equipamento militar necessário para defender a liberdade, a soberania e a integridade territorial em Ucrânia, e para ajudar Israel a defender-se enquanto combate a sua ameaça terrorista", afirmou em entrevista ao programa “Face the Nation”, do canal CBS.
A previsão é que o presidente dos EUA terá conversas intensas com o Congresso do país esta semana sobre a necessidade de aprovação do pacote.
O dia ainda foi de declarações de outros líderes, caso do presidente do Irã, Ebrahim Raisi, que pediu o “fim imediato do bombardeio das áreas residenciais de Gaza”.
Segundo a CNN, Raisi alertou que se Israel não diminuir, os combates poderão ser ampliados e tornar-se mais complicados.
Os comentários de Raisi vieram numa chamada ao presidente francês Emmanuel Macron, que alertou o seu homólogo iraniano contra uma escalada da crise em Gaza, de acordo com um comunicado do governo francês.
Já o presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sisi, disse que a resposta de Israel ao ataque mortal do Hamas foi além do seu direito à autodefesa e que começou a punir a população civil coletiva de Gaza.
O presidente Lula também falou por telefone com o presidente da Autoridade Palestina ontem (14), e pediu para que ele ajude a convencer o Egito a abrir sua fronteira com Gaza para permitir que um grupo de brasileiros possa sair da região.
Apesar da espera por uma ofensiva mais agressiva de Israel em Gaza, os ataques aéreos e a alvos do Hamas não cessaram durante a noite de ontem (14) e ao longo do domingo.
As Forças de Defesa de Israel afirmaram ter atacado “mais de uma centena de alvos militares” em várias partes de Gaza durante a noite de sábado, incluindo quartéis-generais e complexos militares do Hamas, dezenas de lançadores, postos antitanque e postos de observação.
Em um desses ataques, Israel matou comandantes do Hamas que supostamente lideraram os ataques no kibutz de Nirim, perto da fronteira israelense.
A estimativa é que a guerra entre Israel e o Hamas já seja o pior conflito da história no território palestino e em 50 anos para Israel, com milhares de mortos.
Os ataques aéreos militares de Israel mataram pelo menos 2.670 pessoas e feriram outras 9.600 desde 7 de outubro, informou o Ministério da Saúde palestino em Gaza em comunicado no domingo.
Já as Forças de Defesa de Israel disseram à CNN que o número de pessoas mortas no ataque surpresa do Hamas em 7 de outubro é agora superior a 1.400.
A maioria das vítimas de ambos os lados é civil e os apelos para proteção de civis estão crescendo, principalmente diante da possível crise humanitária em Gaza, que já sofre com falta de alimentos e hospitais em colapso.
Com incertezas se mantendo em relação à guerra entre Israel e o Hamas, os mercados podem continuar mostrando volatilidade ao longo da semana.
O principal risco monitorado pelos investidores segue sendo a possibilidade de o conflito se espalhar para outros países, como Líbano e Irã, por exemplo.
Entre os ativos mais afetados até o momento estão o ouro, o dólar e o petróleo.
Apesar disso, na semana passada, a bolsa brasileira conseguiu encerrar em alta, avançando 2,18% nos últimos cinco dias.
Quem impulsionou o Ibovespa foram as empresas relacionadas às commodities, especialmente a Petrobras (PETR4), cujas ações subiram mais de 11% no mesmo período graças à valorização do petróleo da última semana.
Com agências internacionais
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