🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

MUDANÇA DE CENÁRIO À VISTA

Dado crucial de inflação nos EUA faz Dow Jones saltar quase 300 pontos e renovar máxima do ano — por que isso importa para você?

As preocupações com o PIB mais forte do terceiro trimestre cederam lugar ao esfriamento de preços na maior economia do mundo e isso mexe diretamente com o seu bolso; entenda alguns motivos

Carolina Gama
30 de novembro de 2023
15:01 - atualizado às 14:46
O Touro de Wall Street, no distrito financeiro de Manhattan, em Nova York, nos EUA. - Imagem: Shutterstock

Quando o mercado conheceu ontem (29) os dados do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA do terceiro trimestre, viu a maior economia do mundo crescendo ainda mais do que o esperado — o que manteria a porta aberta para um convidado indesejado: o aumento da taxa de juros

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As preocupações com o PIB de 5,2%, no entanto, duraram 24h. Nesta quinta-feira (30), a medida preferida do Federal Reserve (Fed) para a inflação deu novos sinais de que o trabalho do banco central norte-americano em relação ao aumento dos preços pode realmente estar perto do fim

O núcleo do índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) subiu em linha com as expectativas em outubro: 0,2% em base mensal e 3,5% em termos anuais.

Wall Street recebeu bem os dados da inflação: O Dow Jones deu um salto de quase 300 pontos hoje e renovar as máximas do ano. 

EUA: o que vem por aí?

Não é de hoje que o mercado flerta com a possibilidade de o Fed não só parar de vez de subir os juros como começar a cortar a taxa referencial — e os motivos para isso não faltam: o esfriamento da inflação e o temor de uma recessão são alguns deles. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com os dados econômicos recentes, essas apostas ganham ainda mais força. Até mesmo o bilionário Bill Ackman passou a prever que os juros devem baixar nos EUA antes mesmo do que o mercado espera. 

Leia Também

Os traders estão precificando um corte na taxa em junho de 2024, com a chance de um corte acontecer em maio cotada em cerca de 80%, de acordo com dados compilados pelo CME Group.

Ackman, no entanto, acredita que o primeiro corte de juros desse novo ciclo pode começar já no primeiro trimestre do ano que vem, muito provavelmente em março. 

13º SALÁRIO CAIU? VEJA SE VOCÊ TEM DIREITO A UM '14º SALÁRIO' DA RECEITA FEDERAL EM 2024

O que pensam os especialistas

Para João Piccioni, analista da Empiricus, o Fed tem espaço para cortar juros. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Ainda vemos robustez na economia dos EUA, mas há dados que mostram que há um processo desinflacionário em curso que dá espaço para o Fed segurar a taxa de juros no patamar atual — que é elevado para os padrões lá de fora — e começar a pensar em um afrouxamento”, disse. 

A mesma opinião é compartilhada por James Knightley, economista-chefe internacional do ING. 

“Os dados fornecem cada vez mais provas da moderação do crescimento, do alívio das pressões inflacionistas e do arrefecimento do mercado de trabalho — o que confirma as expectativas do mercado de que a próxima ação do Fed será um corte nas taxas de juros”, afirma. 

Shernette McLeod, economista da TD Economics, diz que o banco central norte-americano não pode baixar a guarda de vez. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“As informações sobre inflação no relatório de hoje são significativas. No entanto, com o PIB crescendo a um ritmo ainda acima da tendência, o Fed tem de permanecer ainda mais vigilante para garantir que o processo de desinflação não estagne ou, pior ainda, se desfaça”, diz. 

Por que isso importa pra você

Quando os juros estão altos, os ativos de risco sofrem. As empresas, de modo geral, pagam mais caro para se financiar, passam a valer menos e as ações sentem esse impacto — um sinal nada positivo para o investidor. 

No entanto, com o fim do ciclo de aperto monetário nos EUA cada vez mais próximo, a tendência é que a bolsa sinta o alívio do afrouxamento monetário que começa a se desenhar na maior economia do mundo. 

“A economia dos EUA até caminha para desaceleração ou uma eventual recessão, mas quando a gente olha o caminho da política monetária, vejo espaço para a bolsa continuar subindo em 2024”, diz Piccioni, da Empiricus. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo ele, as empresas vêm arrumando a casa desde 2022, ainda que alguns setores tenham sofrido bastante, e 2024 pode ser um ano mais positivo para as empresas de capital aberto. 

“Dessa vez, o Fed está com muito cartucho na agulha. O banco central norte-americano vai conseguir proteger se vier algum momento de ruptura e as empresas estão muito mais blindadas agora do que antes”, acrescenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar