O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O chefe da Casa Branca inicia sua viagem nesta terça-feira (17), mas só no dia seguinte terá os encontros com líderes da região; saiba o que, de fato, ele fará por lá
Quem acompanha a agenda do presidente dos EUA, sabe que, por questão de segurança, dificilmente ele avisa com antecedência as viagens que fará — com exceção daquelas para cúpulas internacionais. Sabe também que o chefe da Casa Branca raramente se coloca em risco. Mas parece que o conflito entre Israel e o Hamas mudou de novo essa "tradição".
Especulações tomaram conta do noticiário de segunda-feira (16) indicando que a diplomacia norte-americana estaria articulando a viagem de Joe Biden a Israel — uma possibilidade que, até a noite de ontem, parecia improvável.
Mas o presidente dos EUA bancou o convite feito pelo primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e vai a Israel e à Jordânia no meio do fogo cruzado com o Hamas, que desde o dia 7 de outubro trava uma batalha que já deixou milhares de mortos e feridos na região de Gaza.
“[O presidente dos Estados Unidos] acredita que este é exatamente o momento certo para ir a Israel e à Jordânia”, disse o coordenador do Conselho de Segurança Nacional para Comunicações Estratégicas, John Kirby, antecipando a visita de Biden à região.
Segundo Kirby, Biden irá “falar com outros líderes da região sobre a assistência humanitária a Gaza, sobre os planos e intenções israelenses para o futuro e como isso está se desenrolando em solo”.
Segundo o coordenador, o presidente norte-americano também quer continuar a conversar com os parceiros regionais sobre os cerca de 200 reféns que estão com o Hamas e como conseguir levá-los de volta para suas famílias.
Leia Também
O Departamento de Estado norte-americano informou que 29 cidadãos dos EUA foram mortos nos ataques do Hamas em Israel, com 15 cidadãos e um residente permanente estão desaparecidos.
“Os EUA não querem que este conflito aumente e se amplie”, disse Kirby.
Biden também deixará claro que “Israel tem o direito e, na verdade, o dever de defender o seu povo do Hamas e de outros terroristas e de prevenir futuros ataques”, disse o secretário de Estado, Antony Blinken.
Segundo Blinken, Israel informaria o presidente norte-americano sobre seus objetivos e estratégia de guerra e sobre como conduzirá as operações "de uma forma que minimize as vítimas civis e permita que a assistência humanitária flua para os civis em Gaza de uma forma que não beneficie o Hamas".
Durante a vista, Biden deve se encontrar com autoridades israelenses, incluindo Netanyahu, bem como com o presidente do Egito, Abdel Fattah el-Sisi; o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e o rei Abdullah da Jordânia.
Essa será a segunda viagem de Biden a uma zona de guerra neste ano — ele visitou a Ucrânia em fevereiro. E não é à toa que o presidente norte-americano vai para uma área de risco.
O objetivo de Biden é mostrar a solidariedade dos EUA com Netanyahu, ao mesmo tempo que tenta evitar uma guerra regional mais ampla envolvendo o Irã e o seu aliado libanês, o Hezbollah, e a Síria.
Para evitar que o conflito se alastre e tenha consequências globais, além da visita de Biden, os EUA vão posicionar um segundo grupo de ataque de porta-aviões no Mediterrâneo Oriental — uma demonstração de força para Israel.
Até o momento, no entanto, os EUA não têm planos ou intenções de colocar as tropas norte-americanas em combate em Israel.
*Com informações da CNN Internacional e da Reuters
O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade
Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote
Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global
A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade
Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado
Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México
Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos
No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado
Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global
Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional
Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta
A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema
Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais
Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)
O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho
Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais
Além das janelas de oportunidade entre setores e empresas, o BTG Pactual também avaliou como mercados no Brasil, Argentina, Chile, Peru e Colômbia podem se beneficiar e se prejudicar após a queda de Maduro
Para que as empresas norte-americanas de defesa distribuam dividendos e recomprem ações, o republicano impôs condições; ele também defendeu um teto para a remuneração de executivos