O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autarquia abriu processo para investigar a Petrobras depois do pagamento de dividendos em valores maiores que a reserva de capital da estatal
Em meio à disparada do preço do petróleo, que turbinou os lucros, a Petrobras (PETR4) distribuiu nada menos que R$ 215 bilhões em dividendos em 2022. O pagamento fez a alegria dos acionistas, mas provocou polêmica e invadiu até a seara política durante a campanha eleitoral.
O caso acabou chegando à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que abriu um processo administrativo para investigar se a estatal agiu dentro da lei ao distribuir os dividendos.
O que chamou a atenção da xerife do mercado de capitais foi o fato de a Petrobras pagar dividendos em intervalos inferiores a seis meses em valores acima da reserva de capital da companhia.
A palavra final coube ao colegiado da CVM, que decidiu a favor da Petrobras. Mas ainda assim não houve consenso, já que a diretora Flávia Perlingeiro entendeu que o pagamento contrariou a Lei das S/A.
A Petrobras estabeleceu a atual política de pagamento de dividendos no fim de 2011. Mas logo em fevereiro teve início a guerra entre Rússia e Ucrânia, que fez a cotação internacional do petróleo disparar.
Com o resultado turbinado, a Petrobras anunciou três pagamentos de dividendos ao longo do ano passado. O retorno apenas com dividendos para quem virou e permaneceu acionista da estatal em 2022 alcançou impressionantes 67,7%, de acordo com cálculos da Empiricus Research.
Leia Também
Na prática, isso significa que a Petrobras depositou R$ 677,70 na conta de quem investiu R$ 1.000 em ações no último pregão da B3 de 2021.
A distribuição dos dividendos recebeu críticas de quem entende que a estatal deveria ter absorvido uma parte do choque das cotações do petróleo, em vez de repassar para os preços dos combustíveis que saem das refinarias.
Para segurar os preços na bomba na época, o governo resolveu cortar impostos federais e estaduais sobre a gasolina e outros derivados de petróleo, mas não mexeu nos dividendos da estatal.
Após a vitória de Lula nas eleições, a estatal manteve a prática e anunciou o pagamento de R$ 24,7 bilhões em proventos referentes ao primeiro trimestre. De todo modo, a companhia já anunciou que pretende "aperfeiçoar" a política, o que deve acontecer antes do próximo balanço.
No caso específico da CVM, a questão sobre os dividendos da Petrobras se limitou ao ponto de vista técnico. Isso porque o valor que a estatal distribuiu aos acionistas ao longo do ano foi superior ao que a empresa mantinha nas reservas de capital.
O problema é que a Lei das S/A proíbe a distribuição de dividendos acima dessas reservas quando o pagamento tiver uma periodicidade menor que semestral. O objetivo da norma é proteger o patrimônio da companhia, caso haja prejuízo em balanços posteriores, por exemplo.
O processo dividiu a CVM. De um lado, a área técnica da autarquia entendeu que o pagamento violou a legislação. Já a Procuradoria Federal Especializada junto à CVM avaliou que a Petrobras poderia distribuir os dividendos, já que contava com reservas de lucro suficientes.
O caso então chegou ao colegiado da xerife do mercado de capitais. Mas apenas a diretora Flávia Perlingeiro ficou ao lado da área técnica. Para ela, a lei impôs de forma expressa o montante da reserva de capital como limite à distribuição.
Já os diretores Otto Lobo, Alexandre Rangel e João Accioly, além do presidente João Pedro Nascimento, ficaram do lado da Petrobras. A interpretação foi a de que, além da reserva de capital, as reservas de lucros também podem ser usadas como base para o pagamento de dividendos.
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro
As diferenças estão na forma como essas negociações acontecem e no grau de participação do Judiciário no processo.
Fintech recebe licença bancária no Reino Unido e lança oficialmente o Revolut Bank UK, acelerando o plano de se tornar uma plataforma financeira global
Varejista entrou em recuperação extrajudicial e suspendeu os pagamentos por 90 dias para tentar reorganizar suas finanças
A maior produtora global de açúcar e etanol de cana já havia dito que estava avaliando a reestruturação da sua dívida e que uma recuperação extrajudicial estava entre as possibilidades
Joint venture de Cosan e Shell busca 90 dias de suspensão de pagamentos enquanto negocia reestruturação com bancos e investidores
A movimentação, que já havia sido antecipada ao mercado no mês passado, traz nomes de peso do setor financeiro para o colegiado
Analistas do Itaú BBA e do Citigroup reforçam a tese positiva para a mineradora após encontro com o CEO e o diretor de RI da companhia
No MRV Day, gestão contou os planos para acabar de vez com o peso da operação nos EUA. O objetivo é concentrar esforços no mercado brasileiro para impulsionar margens e retorno aos acionistas
Analistas dizem que o turnaround funcionou — mas o mercado já parece ter colocado essa melhora na conta; veja a tese
Banco revisa estimativas após resultados do 4º trimestre e mantém recomendação de compra para a fabricante brasileira de aeronaves
Cosan diz que modelo proposto não ataca o nó estrutural da Raízen e defende mudanças mais profundas na companhia de energia e combustíveis
Os objetivos do BRB são reforçar a estrutura de capital, fortalecer os indicadores patrimoniais e ampliar a capacidade de crescimento das operações
A rede varejista afirmou que ficam de fora dessas negociações os débitos com fornecedores, parceiros e clientes, bem como obrigações trabalhistas, que não serão afetadas
Apesar de bilionária, a cifra representa uma melhora de quase 40% em relação ao 4T24; veja os destaques do balanço
Direcional reportou lucro líquido de R$ 211 milhões em outubro e dezembro, alta de 28% na base anual, e atingiu ROE recorde de 44%; CEO Ricardo Gontijo atribui avanço à demanda resiliente e aos ajustes no Minha Casa Minha Vida
A moeda norte-americana terminou o pregão em baixa de 1,52%, a R$ 5,1641, menor valor de fechamento desde 27 de fevereiro
Alta da commodity reacende questionamentos sobre defasagem nos combustíveis e coloca em dúvida a estratégia da estatal para segurar os preços no Brasil; veja o que dizem os analistas
Modelo híbrido que combina atendimento físico e banco digital para aposentados do INSS chama a atenção de analistas; descubra qual a ação
Companhia chama credores e debenturistas para discutir extensão de prazos e possível waiver de alavancagem; entenda