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Não é novidade dizer que a maior economia do mundo anda estremecida. Claro, ainda não é possível cravar que o grande império dos EUA está ruindo, mas é fato que algumas rachaduras já podem ser vistas. CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Uma delas apareceu nesta terça-feira (01), quando a Fitch Ratings rebaixou […]

Não é novidade dizer que a maior economia do mundo anda estremecida. Claro, ainda não é possível cravar que o grande império dos EUA está ruindo, mas é fato que algumas rachaduras já podem ser vistas.
Uma delas apareceu nesta terça-feira (01), quando a Fitch Ratings rebaixou o rating dos Estados Unidos de ‘AAA’ — a nota de crédito mais alta na escala — para ‘AA+’ e passou a perspectiva de negativa para estável. Ou seja, essa avaliação deve permanecer assim por algum tempo.
A grande vilã da mudança é a dívida U$S 31 trilhões do país que, embora nunca tenha sido motivo de preocupação, já que os EUA são emissores de dólar, a moeda de reserva do mundo, alguns motivos envolvendo esse valor devido explicam o rebaixamento.
Nós revelamos todos os detalhes da situação em uma publicação exclusiva no perfil do Instagram do Seu Dinheiro. Lá nós explicamos com detalhes tudo o que levou ao rebaixamento, o que isso significa na prática e qual foi a reação do presidente do país, Joe Biden.
Veja logo abaixo e aproveite para seguir o Seu Dinheiro no Instagram (basta clicar aqui). Assim, você recebe DE GRAÇA:
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Em uma recente participação no quadro Giro do Mercado, o analista João Piccioni fala sobre a mais recente decisão do Fed de aumentar os juros nos EUA em 0,25 p.p. Ele analisa o que está por trás dessa alta e revela quais ‘sinais’ o Banco Central norte-americano precisa para começar a puxar o freio de mão nos juros por lá.
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