🔴 AS CRIPTOMOEDAS CERTAS PODEM TRANSFORMAR R$ 1 MIL EM ATÉ R$ 214 MIL – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FUNDO MONETÁRIO INTERNACIONAL

Atenção, Campos Neto: FMI diz que riscos internacionais são alerta para ‘pouso suave’ dos juros na América Latina

A economia da região ainda deve ser afetada, conforme o FMI, pela ocorrência de secas e inundações provocadas pelo fenômeno climático El Niño

ações campos neto juros selic banco central
Imagem: Marcello Casal Jr/Agência Brasil - Montagem: Giovanna Figueredo

O Fundo Monetário Internacional (FMI) emitiu um alerta de que a região da América Latina e do Caribe deve manter "um equilíbrio cuidadoso" na dosagem de corte de juros frente ao aumento dos riscos externos, mas também por pressões domésticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do aumento das tensões geopolíticas, com as guerras no Oriente Médio e na Ucrânia, uma nova onda de turbulência nos mercados financeiros mundiais e pressões inflacionárias dentro e fora de casa, impulsionadas pela volatilidade nos preços das commodities, reforçam a necessidade de cautela na gestão dos juros, segundo relatório divulgado ontem pela instituição, às margens de sua reunião anual, em Marrakesh, no Marrocos.

"A flexibilização prudente da política monetária continuará a exigir um equilíbrio cuidadoso entre colocar a inflação em uma trajetória descendente duradoura e minimizar o risco de um período prolongado de baixo crescimento", diz o diretor do Departamento do Hemisfério Ocidental do FMI, Rodrigo Valdés, no relatório.

Vale lembrar que, enquanto os Estados Unidos subiram os juros mesmo após o fim da emergência de saúde da pandemia de covid-19, o Brasil estava debatendo um afrouxamento do aperto monetário. 

Mundo pós-pandemia: crescimento mais fraco

Depois de uma forte recuperação com o fim da pandemia, o FMI espera que o crescimento da América Latina desacelere neste ano para 2,3%, ante os 4,1% registrados em 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, o Fundo demonstra otimismo e melhorou suas projeções para este e o próximo exercícios, quando a região deve manter o mesmo patamar de expansão.

Leia Também

MOMENTO PROMISSOR

Recuperação do setor de shoppings anima BB Investimentos; veja por que Allos (ALOS3) e Multiplan (MULT3) tiveram preços-alvo elevados

INDECISÃO?

Já não basta bater recorde para a Embraer (EMBJ3)? Entregas do terceiro trimestre dividem JP Morgan e Santander

No caso do Brasil, a expectativa é de um maior ritmo no crescimento econômico: a projeção saiu de 2,1% para 3,1% até o final deste ano. Em 2022, o país cresceu 2,9%.

"A desaceleração reflete políticas mais restritivas para conter a inflação e uma conjuntura externa menos favorável, incluindo o crescimento mais lento dos parceiros comerciais, o aperto das condições de financiamento externo e a queda de preços das commodities", afirma Valdés.

Peso da inflação e dos juros

Apesar do aviso sobre os riscos de um eventual repique inflacionário, o Fundo manteve a previsão de queda da inflação na região neste ano, para 5%, em média, sem considerar a Argentina e a Venezuela, ante os 7,8% de 2022.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para 2024, a expectativa é de que o índice de custo de vida na América Latina e no Caribe caia ainda mais, para 3,6%.

De acordo com o FMI, devem contribuir para esse resultado o enfraquecimento da demanda local e externa, o afrouxamento das restrições sobre a oferta mundial e os efeitos defasados da valorização das moedas locais em alguns países.

A economia da região ainda deve ser afetada, conforme o FMI, pela ocorrência de secas e inundações provocadas pelo fenômeno climático El Niño.

Embora o relatório do Fundo não mencione diretamente o Brasil neste caso, economistas acreditam que o El Niño tende a ter um efeito inflacionário, mas não a ponto de comprometer a queda da taxa básica de juros (Selic) à frente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Uma gangarra representando o Ibovespa: de um lado (vermelho), a gangorra está para baixo. De outro (verde), a gangorra está para cima. No centro, o Ibovespa. 1 de outubro de 2026 - 19:50
1 de outubro de 2026 - 15:01
pix internacional 1 de outubro de 2026 - 11:01
Bernard Appy, um dos autores do texto da reforma tributária 30 de setembro de 2026 - 13:50
Montagem de um leão deitado sobre pilhas de moedas, representando os títulos isentos de Imposto de Renda 30 de setembro de 2026 - 8:42
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 30 de setembro de 2026 - 7:55
Fachada de agência da Caixa Econômica Federal durante greve 29 de setembro de 2026 - 9:59
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar