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O dono do Adani Group desabou quatro posições no ranking de bilionários da Forbes depois das acusações, com patrimônio atualmente avaliado em US$ 96,6 bilhões
Seja no Brasil ou no exterior, o mar realmente não está para bilionário. Desde a última quarta-feira (27), quando a casa de análise Hindenburg Research acusou Gautam Adani de cometer fraude contábil, manipular ações e lavar dinheiro por décadas, o indiano viu sua fortuna evaporar e perder o patamar de US$ 100 bilhões.
Segundo atualização em tempo real da revista Forbes, só de ontem para hoje, Adani perdeu US$ 22,6 bilhões em patrimônio, isto é, o equivalente a 19% de sua fortuna.
Com isso, o dono do Adani Group, que até a metade da semana ocupava a posição de terceiro homem mais rico do mundo — acima de nomes como Jeff Bezos e Warren Buffett —, desabou quatro posições no ranking de bilionários da Forbes.
Atualmente, o empresário possui a 7ª maior fortuna do planeta, avaliada em US$ 96,6 bilhões (R$ 489,22 bilhões, na cotação atual).
A queda derradeira de fortuna está diretamente relacionada à derrocada das ações das nove companhias que formam o Adani Group na bolsa de valores da Índia (NSE).
De acordo com com informações da Bloomberg, o conglomerado perdeu mais de US$ 51 bilhões em valor de mercado após as acusações de manipulação de mercado feitas na quarta-feira.
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A Adani Enterprises, principal empresa do grupo, recua cerca de 18,52% por volta das 11h25. Ao mesmo tempo, as companhias Adani Ports & SEZ e a Adani Power caíram 16,29% e 5%, respectivamente.
Já a Adani Green Energy, a Adani Transmission e a Adani Total Gas caíram no limite mínimo diário de 20%.
Após dois anos de investigação, a Hindenburg Research, focada em vendas a descoberto (o famigerado short-selling), revelou acusações de fraude contábil, lavagem de dinheiro e manipulação de mercado envolvendo o bilionário.
As acusações da Hindenburg destacam o desempenho inconsistente das empresas do Adani Group em relação à média da indústria.
O conglomerado indiano possui nove empresas listadas em bolsa. Porém, de acordo com a casa de análise, sete dessas companhias viram os preços de suas ações misteriosamente dispararem ao longo dos últimos três anos.
“As sete principais empresas listadas do Adani Group estão cerca de 85% supervalorizadas, mesmo se você ignorar nossa investigação e considerar as finanças das companhias pelo valor de face”, disse a Hindenburg, em relatório.
Isso porque, na visão da Hindenburg, companhias de infraestrutura — como é o caso do conglomerado indiano — costumam ter baixo crescimento e baixos múltiplos. Porém, o Adani Group é reconhecido pelo alto crescimento, parecido com os níveis de empresas de tecnologia.
Além da acusação de inconsistência do valuation em relação a outras empresas do setor, a investigação ainda destaca duas problemáticas.
A primeira é que, na alta cúpula das empresas do grupo, oito dos 22 líderes importantes são membros da família Adani.
Em segundo lugar, os familiares são acusados de criar entidades de fachada offshore em paraísos fiscais, na intenção de gerar documentos de importações e exportações forjados para desviar dinheiro das empresas listadas.
*Com informações de Business Insider
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