O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para o presidente da Febraban, a redução da Selic indica um mercado de crédito menos pressionado à frente, com “menor pressão das condições financeiras e da inadimplência”
A última quarta-feira (20) poderia facilmente ser chamada de “noite da queda dos juros”. Isso porque, logo após o Copom do Banco Central cortar a Selic em 0,5 ponto percentual, a Caixa (CXSE3) e o Banco do Brasil (BBAS3) anunciaram a redução dos juros de uma série de linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas.
Segundo a presidente da Caixa, Rita Serrano, o crédito facilitado “alcança todos os clientes do banco” e acelera a atividade econômica.
Por sua vez, os cortes de juros no Banco do Brasil podem chegar a 0,04 ponto porcentual por mês, de acordo com a instituição.
O Bradesco informou que ainda avalia o cenário, enquanto outros bancos privados não informaram se farão movimento similar.
Na visão do presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, a redução da taxa Selic para 12,75% ao ano traz sinais positivos para a economia do Brasil, para as famílias e para as empresas.
Segundo Sidney, o corte indica um mercado de crédito menos pressionado à frente, com “menor pressão das condições financeiras e da inadimplência", disse Sidney em nota.
Leia Também
O presidente da Febraban afirmou ainda que o ciclo de restrição monetária que começa a ser revertido levou a um "gradual e consistente" processo de desinflação na economia brasileira.
No caso da Caixa, o banco afirma que o juro médio de todas as linhas de crédito consignado de pessoas físicas vai cair de 1,61% ao mês para 1,55% ao mês.
Para micro e pequenas empresas, o banco reduziu em 0,22 ponto percentual as taxas mensais da linha de capital de giro, que agora começam em 0,99%.
Além disso, o prazo de pagamento passa a ser de até 60 meses, com carência de seis meses, a depender da modalidade, de acordo com a Caixa.
A instituição também reduzirá os juros das linhas de capital de giro para médias e grandes empresas.
No Crédito Especial Empresa Parcelado, a taxa média será de CDI + 0,25% ao mês, contra a taxa anterior de CDI + 0,28% ao mês.
Já no Crédito Especial Empresa Investimento, a taxa passou de CDI + 0,32% ao mês para a média de CDI + 0,29% ao mês.
O Banco do Brasil vai reduzir os juros de diferentes linhas de crédito para pessoas físicas e jurídicas.
As novas taxas para pessoas físicas estarão disponíveis a partir desta quinta-feira (21). No caso das linhas de pessoas jurídicas, as reduções passam a valer a partir de amanhã (22).
Segundo a instituição, as reduções variam de acordo com o grau de relacionamento com os clientes.
No segmento de pessoas físicas, o banco vai reduzir taxas no consignado para:
De acordo com o BB, no consignado do INSS, a taxa mínima cairá de 1,75% mensais para 1,71% mensais. O teto da linha passará de 1,89% ao mês para 1,85% ao mês.
Já no consignado público e no crédito estruturado, que conta com garantias, as taxas começam em 1,19% ao mês e em 1,21% ao mês, respectivamente.
No caso do crédito para pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas, o banco vai oferecer juros mais baixos nas linhas de desconto de títulos, capital de giro, conta garantida e em outros produtos.
*Com informações de Estadão Conteúdo.
Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos
Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA
Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028
Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial
Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso
Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed
Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.
Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano
Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país
O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.
Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica
Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.
Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes
Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado
Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO
Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar
Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%
Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).
O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%
Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro