🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Lucia Camargo Nunes

AUTOMÓVEIS

Carros em fim de linha: conheça 10 modelos que podem deixar o mercado e saiba quais vale a pena ter na garagem

Montadoras não costumam anunciar fim da produção, mas um indício de que um carro está prestes a sair do mercado são as baixas vendas

Lucia Camargo Nunes
20 de dezembro de 2023
8:41 - atualizado às 10:44
Renault Logan
Renault Logan - Imagem: Renault

Fim de ano sempre gera expectativas sobre carros que podem não virar o calendário. Raramente uma fabricante anuncia que um dos modelos de seu portfólio está em fim de linha, por questões de mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Contudo, marcas como Volks, Fiat e Renault lançaram edições limitadas finais (last edition) de modelos como Kombi, Gol, Uno e Sandero nos últimos anos.

Mas na maioria dos casos, elas tiram modelos de linha sem prévio aviso: caso do Renault Captur, que se arrastou até meados deste ano em queda livre nas vendas, e o Voyage, sedã derivado do Gol que a Volks aposentou sem alarde.

No caso da Ford, o mercado foi pego de surpresa com o anúncio do fechamento da fábrica no Brasil, que à época, 2021, produzia Ka e EcoSport na Bahia.

Mas em regra, dificilmente uma fabricante ou importadora declara com antecedência a descontinuidade de um modelo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também não é padrão, mas um indício de que um carro está prestes a sair do mercado pode ser pelas baixas vendas. Exceto por modelos de alto valor ou modelos de nicho, carros que vendem pouco podem não valer a pena pela baixa escala, principalmente aqueles fabricados no Brasil.

Leia Também

A DINHEIRISTA - VENDI MEU VALE-ALIMENTAÇÃO E AGORA ESTOU SENDO AMEAÇADA!

Carro em fim de linha: quando vale a pena?

E para o consumidor, vale a pena comprar um carro que ele saiba ou desconfie de sua permanência no mercado? A resposta é: depende.

Para Cassio Pagliarini, sócio da Bright Consulting, se for um veículo de baixo volume de produção ou mais caro e que não tenha permanecido muito tempo no mercado, certamente não valerá a pena porque terá uma depreciação maior e o fornecimento de peças pode não ser adequado.

Por outro lado, se for um veículo que teve um grande volume de produção e permanência no Brasil durante um grande tempo, vale negociar um bom preço por esse veículo, sabendo que ele vai sair de produção e também ficar com esse carro por mais tempo, sugere o consultor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Quando se fala em “bom preço”, significa desconto. “Normalmente um veículo tem entre 10 e 15% de desvalorização no primeiro ano e de 8 a 10% a cada ano subsequente. A única vantagem de comprar um carro que será descontinuado é a redução de preço. Valor de IPVA e seguro também tendem a ser menores."

Peças mais caras

O restante são desvantagens: as peças, por exemplo, não ficarão mais baratas. E se for um veículo de baixas vendas, podem até ficar mais caras, de acordo com Pagliarini.

Embora a compra de um carro seja muitas vezes emocional, adquirir um modelo em fim de linha pode ser um bom negócio.

Milad Kalume Neto, diretor de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato Dynamics do Brasil, caso o perfil do consumidor seja mais racional, o veículo prestes a sair de linha ou mesmo um veículo que passará por uma renovação, é uma boa opção de compra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Entretanto, caso seu perfil seja o de consumo, aquela pessoa que troca de carro frequentemente, certamente perderá dinheiro, pois este perfil de consumidor basicamente absorverá toda a depreciação a que o veículo se sujeitar”, explica.

Isso porque o carro que sai de linha apresenta uma depreciação maior do que a do veículo que passa por um facelift.

Milad explica que os percentuais de depreciação variam demais e existem exceções. “Podemos arredondar que um facelift deprecia o veículo entre 10 e 20% enquanto um modelo que sai de linha entre 15 e 25%. Mas reforço que isto não é uma regra absoluta.”

A seguir apresentamos dez modelos que estão prestes a sair de linha e outros que por diversos motivos tendem a deixar o mercado.

1 e 2 - Chevrolet Cruze (sedã e hatch)

Cruze Hatch e Cruze Sedan
Cruze Hatch e Cruze Sedan

São vários os motivos. Primeiramente porque hoje os SUVs tomaram o lugar de outros segmentos, como os sedãs médios. A própria GM já admitiu o encerramento dos dois modelos, que já não são mais feitos nos EUA, México e China. A planta da Argentina, de onde vem para o mercado brasileiro, vai se dedicar à produção do SUV Tracker.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O segmento de hatches médios, como o do Cruze Sport6, praticamente não existe. No acumulado até novembro de 2023, a GM emplacou apenas 380 unidades do modelo. O sedã vendeu um pouco mais, 1.103 unidades até novembro, número ínfimo diante do líder Toyota Corolla (quase 39 mil unidades emplacadas).

Equipado com motor 1.4 Turbo de 153 cv, o Cruze parte de R$ 149.390 e vai até R$ 178.940. Já o hatch médio só está disponível na versão RS por R$ 168.990.

Veredicto: o sedã, que vendeu mais, é mais interessante como negócio. Confortável e elegante, pode ser uma boa opção para quem precisa de um modelo espaçoso e bom porta-malas (440 litros), mas fique com o carro por mais tempo.

3 - Chevrolet Camaro

Chevrolet Camaro

O esportivo é um modelo de nicho, ou muscle car, vendido por a partir de R$ 521.390. Seu motor V8 de 6,2 litros rende 461 cv de potência e o Camaro conta com diversos itens de conforto, tecnologia e segurança.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A versão Collection do carro, a única disponível atualmente, é limitada a 125 unidades e de despedida: o esportivo deixa de ser produzido nos EUA e, consequentemente, sai de linha por aqui também. 

Por ser uma edição comemorativa pode vir a ser um cobiçado modelo de coleção, a exemplo da Volkswagen Kombi Last Edition. Mas pelo alto valor, é um “investimento” de risco, que traz custos e manutenção.

O Camaro se despede da era dos muscle cars beberrões: seu sucessor, sem previsão de quando chegará, manterá o nome, mas será 100% elétrico.

Veredicto: Camaro é um esportivo para entusiastas e para quem gosta (e tem onde) acelerar. Se você não se encaixa nesses perfis, esqueça. Investir num modelo assim é ter despesas até achar um interessado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

4 - Chevrolet Equinox

Equinox Premier - foto Chevrolet
Equinox Premier

O SUV médio nunca “pegou” no Brasil. Importado do México, tem preço elevado (a partir de R$ 218.870) em relação a concorrentes nacionais e nunca foi páreo para Toyota Corolla Cross e Jeep Compass. Para se ter ideia, enquanto o Chevrolet teve 3.700 emplacamentos, o Toyota vendeu 37.700 (até novembro) e o Jeep, 55 mil unidades.

A própria GM já anunciou que a versão elétrica do carro, que atrasou, será vendida aqui no primeiro semestre de 2024. O Equinox, que terá a sigla EV, será totalmente renovado.

O atual traz motor a gasolina 1.5 de 172 cv e trata-se de um SUV para rodar no asfalto. Espaço interno, conforto e porta-malas são destaques.

Veredicto: O produto em si é bom pelo espaço e conforto. Mas traz motor mais fraco que os dos concorrentes, não tem opção com tração 4x4 e custa caro. Diante de tantas outras opções no mercado, pode trazer dificuldades na revenda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

5 e 6 - Toyota Yaris (sedã e hatch)

Toyota Yaris
Toyota Yaris

O compacto possui variações sedã e hatch e está à venda no Brasil desde 2018. Nunca foram protagonistas, mas atualmente vendem melhor que seus rivais diretos, as opções de três e dois volumes do Honda City.

Neste segmento, têm como principais concorrentes o VW Polo, Fiat Argo, Peugeot 208, Chevrolet Onix e Hyundai HB20 no caso do hatch. O sedã briga com Chevrolet Onix Plus e VW Virtus.

Alguns especialistas apostam que ambos deixarão de ser produzidos porque a Toyota vai iniciar no fim de 2024 a produção de um SUV compacto na planta de Sorocaba (SP).

Outro indício que pode colocar um ponto final aos compactos é que a nova geração conta com uma plataforma DNGA, mais moderna que a atual TNGA dos Yaris. Na prática ela é mais leve e eficiente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Toyota não bateu o martelo que deixará de produzir hatch e sedã, e isso pode depender do desempenho no mercado em 2024.

Ambos vêm equipados com motor 1.5 de 110 cv e câmbio CVT e têm preços a partir de R$ 97.990.

Veredicto: Tanto hatch quanto sedã não passam por atualizações recentes e já estão “envelhecidos” diante da concorrência, tanto em motorização (os demais têm opções 1.0 turbo) quanto na oferta de itens de segurança e conectividade. A teoria de extinção fala mais alto, porque dificilmente a Toyota investiria milhões de reais em uma atualização deles às vésperas de lançar um SUV inédito. Mas são bons carros, confortáveis e valorizados no mercado. Por isso valem a pena mesmo no fim de linha, sempre buscando a barganha de um desconto.

7 e 8 - Renault Stepway e Logan

Renault Stepway
Renault Stepway

Vendas fracas, modernização da marca e eliminação gradual dos Dacia do portfólio já são argumentos suficientes para decretar a aposentadoria de hatch e sedã.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E, claro, com a chegada do SUV compacto Kardian, no primeiro trimestre de 2024, termina a participação dos dois Renault no Brasil.

O Stepway parte de R$ 83.990 em versões 1.0 e 1.6. O Logan está disponível em duas versões 1.0 que custam a partir de R$ 94.810.

As vendas são fracas: enquanto o hatch emplacou 7.107 unidades de janeiro a novembro, o líder Polo teve 93.246 licenciados.

O sedã tem vida mais difícil: com 4.140 unidades vendidas, o Logan, em volume, representa 10% do que a Chevrolet vende de Onix Plus.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veredicto: Já defasados há alguns anos, tanto hatch como sedã têm a maior parte das vendas direcionada a locadoras. Espaçosos, são carros apreciados por motoristas de transporte por aplicativo. Com acabamento simples e oferta limitada de itens de série, valem a pena nesse contexto, de trabalho. Fora isso, só se tiverem um desconto realmente fora dos padrões.

9 - Nissan Kicks

Kicks Exclusive
Kicks Exclusive

Ao anunciar um novo ciclo de investimentos no Brasil e a chegada da nova geração do SUV compacto, a Nissan decreta seu fim de linha. Embora a expectativa seja apenas para 2025, dificilmente a marca fará melhorias no Kicks. Por outro lado, é um SUV produzido no Brasil desde 2016, com boas vendas.

Em 2022 teve quase 40 mil emplacamentos e este ano, até novembro perto de 46 mil unidades. Por isso, é um carro que vai bem entre os novos e bem no mercado de usados.

Um modelo zero-km custa entre R$ 112.990 e R$ 148.790, sempre com motor 1.6 de até 113 cv acoplado ao câmbio CVT. O que os diferenciam é o nível de conteúdos. Conforto e espaço são seus principais atrativos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Veredicto: Mesmo com a troca de geração, o Kicks vai continuar sendo, em 2024, um dos SUVs mais vendidos. O desenho ainda agrada e o Nissan tem um bom custo-benefício, que pode até ser melhorado caso a fabricante promova ofertas. A depreciação também está dentro do esperado. Um modelo com quase 2 anos de uso tem em média 15% de desvalorização em relação ao novo. Para quem não tem o hábito de trocar de carro com frequência, esta pode ser uma compra interessante.

10 - Citroën C4 Cactus

Citroen Cactus
Citroen Cactus

O SUV compacto recebeu pequenas renovações na linha 2024, e a Citroën deve mantê-lo até o segundo semestre de 2024 no mercado, aguardando a chegada de um novo SUV da marca.

Produzido em Porto Real (RJ), desde 2018, tem opções de motor 1.6 aspirado de 120 cv ou 1.6 turbo de 173 cv.

O Citroën C4 Cactus parte de R$ 111.990 na versão Live e vai até R$ 140.990 e concorre com SUVs compactos como Volkswagen T-Cross e Hyundai Creta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O C4 foi um modelo que pegou a transição da Citroën do grupo PSA para o grupo Stellantis, mas nunca embalou nas vendas. Até novembro emplacou 3.414 unidades, volume muito baixo, levando em conta que o líder T-Cross teve no acumulado até o penúltimo mês do ano mais de 64 mil licenciamentos. A queda de fôlego foi brutal: em 2022, a Citroën vendeu 18.450 unidades do C4, apontando claramente que sua saída do mercado está próxima.

Veredicto: É um carro bastante ofertado por locação. Este ano, 54% de seus emplacamentos foram por vendas diretas. No ano passado, 90% do volume foi direcionado a locadoras. Sabendo desse histórico e o fim de linha no decorrer de 2024, sua compra só vale a pena diante de condições muito favoráveis: descontos, pacote de revisões promocional ou gratuito, preço de seguro acessível, etc.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MUDANÇA NA ESTRUTURA

Desglobalização à vista? Economista alerta para nova “ordem mundial” com era Trump 2.0 

31 de janeiro de 2026 - 10:00

Nova globalização será responsável por remodelar estruturalmente as próximas décadas, diz Matheus Spiess, economista pelo Insper, no programa Touros e Ursos

METAIS PRECIOSOS EM QUEDA LIVRE

Ouro cai mais de 11% e prata derrete 31% em um único dia; entenda o que causou o nervosismo no mercado

30 de janeiro de 2026 - 18:30

Investidores reagem à indicação de Kevin Warsh para o Fed e a dados de inflação acima do esperado nos EUA

ALTO PADRÃO

Como será o hotel de luxo que casal bilionário dono da melhor vinícola do mundo vai construir no Brasil

30 de janeiro de 2026 - 16:03

Rede de hotéis de luxo associada à casal de bilionários terá primeira unidade no Brasil, no interior de São Paulo, com inauguração prevista para 2027 ou 2028

VAI TER DESCANSO?

Carnaval 2026 não é feriado nacional; veja quem tem direito à folga

30 de janeiro de 2026 - 11:13

Apesar da tradição, o Carnaval não é feriado nacional em 2026; datas aparecem como ponto facultativo no calendário oficial

DEBATE ACALORADO

Escala 6×1 com os dias contados? Por que essas empresas se anteciparam e decidiram acabar com ela

30 de janeiro de 2026 - 10:40

Enquanto o Congresso ainda discute o fim da escala 6×1, empresas de setores que operam no limite da jornada legal começam a antecipar mudanças e adotar modelos de trabalho com mais dias de descanso

A ESCOLHA FOI FEITA

Adeus, Jerome Powell, olá, Kevin Warsh: conheça o escolhido de Trump para ocupar a presidência do Fed

30 de janeiro de 2026 - 10:10

Em suas redes sociais, Trump afirmou que não tem dúvidas de que Warsh será lembrado como um dos grandes presidentes do Fed

ROUBOU A CENA

Quina aproveita bola dividida na Lotofácil 3600 e faz o maior milionário da rodada; Mega-Sena tem repetição improvável

30 de janeiro de 2026 - 7:10

Enquanto a Quina roubou a cena da Lotofácil, a Mega-Sena acumulou de novo na quinta-feira (29) e o prêmio em jogo subiu para R$ 115 milhões.

VAI CAIR MAIS

Selic em 11,50% em 2026 — o que levou o UBS BB a mudar a projeção para os juros? Spoiler: não foi apenas a sinalização do Copom de corte em março

29 de janeiro de 2026 - 18:32

Esta é a primeira revisão do banco suíço para a taxa básica desde março de 2025; projeção anterior era de 12% até o final do ano

REGULAMENTAÇÃO

Cannabis medicinal já pode ser cultivada por universidades no Brasil: veja o que muda com as novas regras aprovadas pela Anvisa

29 de janeiro de 2026 - 16:00

Anvisa aprovou novas regras para a cannabis medicinal, permitindo o cultivo da planta por universidades e instituições de pesquisa, sob exigências rígidas de controle e segurança; veja as novas regras para a Cannabis medicinal no país

DIRETORES AFASTADOS

Fiscal de si mesmo: BC abre investigação interna para apurar crescimento acelerado e liquidação do Master

29 de janeiro de 2026 - 9:35

O objetivo da medida é tentar entender o que aconteceu com o Master, e como o Banco Central pode reforçar a sua governança interna de fiscalização.

ÁGUA

Califórnia resolve um problema que as mudanças climáticas não garantem mais

29 de janeiro de 2026 - 8:42

Diante das secas cada mais vez imprevisíveis, o estado mais rico dos EUA passou a tratar a água como infraestrutura estratégica

GRANDES PRÊMIOS DE CONSOLAÇÃO

Lotofácil acumula de novo e prêmio dispara, mas não faz nem cócegas nos R$ 102 milhões em jogo hoje na Mega-Sena

29 de janeiro de 2026 - 7:09

Depois de acumular pelo segundo sorteio seguido, a Lotofácil pode pagar nesta quinta-feira (29) o segundo maior prêmio da rodada das loterias da Caixa, mas a Quina vem logo atrás.

NÃO FOI DESSA VEZ, MAS...

Copom mantém Selic em 15% ao ano — e sinaliza primeiro corte para março

28 de janeiro de 2026 - 18:38

Decisão correspondeu às expectativas do mercado e surpreendeu com sinalização direta sobre o início dos cortes

SELIC ALTA DEMAIS, BOLSA SEM LASTRO?

“Banco Central já deveria cortar a Selic em 0,25 p.p”, diz Felipe Guerra, da Legacy, que alerta para bolha na bolsa

28 de janeiro de 2026 - 17:10

Enquanto a Legacy defende corte imediato de 0,25 ponto nos juros, Genoa alerta para o risco de o Banco Central repetir erros do passado

NO MAPA DOS GRINGOS

Enquanto brasileiros miram a Europa, destino no Brasil está entre os queridinhos dos estrangeiros para 2026

28 de janeiro de 2026 - 11:55

Cidade brasileira aparece entre os destinos mais reservados para 2026, atrás apenas de Paris e Bangkok, segundo levantamento da eDreams ODIGEO

CASA DE SAL

Casa de garrafas de vidro salta aos olhos no litoral de Pernambuco — e você pode se hospedar nela por R$ 430

28 de janeiro de 2026 - 11:13

Na Ilha de Itamaracá, duas mulheres recolheram cerca de 8 mil garrafas de vidro abandonadas nas praias e a transformaram em lar

DEVO, NÃO NEGO...

Foi mais difícil pagar aluguel em 2025: inadimplência teve leve alta no último ano, mas jogo pode virar em 2026

28 de janeiro de 2026 - 9:00

Levantamento mostra que os imóveis comerciais lideraram as taxas de inadimplência, com média de 4,84%

ENCALHADAS

Mega-Sena encalha e prêmio em jogo agora passa dos R$ 100 milhões; Lotofácil, Quina e outras loterias também emperram

28 de janeiro de 2026 - 7:05

Mega-Sena não sai desde a Mega da Virada. Lotofácil acumula pela primeira vez na semana. +Milionária promete o maior prêmio desta quarta-feira (28).

ENTREVISTA SD

“Não há nenhuma emergência que leve o Banco Central a apressar o corte da Selic”, diz Tony Volpon

28 de janeiro de 2026 - 6:03

O ex-diretor do Copom espera que um primeiro corte venha em março ou abril, quando a expectativa de inflação futura chegar, enfim, aos 3%

POLÍTICA MONETÁRIA

Selic a 8% ou a 15%? Ex-diretores do Banco Central explicam o dilema que o Brasil terá pela frente

27 de janeiro de 2026 - 18:46

Para Bruno Serra e Rodrigo Azevedo, o país entrou na fase decisiva em que promessas já não bastam: o ajuste fiscal precisará acontecer, de um jeito ou de outro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar