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Para as demais modalidades do programa — compra de ônibus e caminhões —, as operações com pessoas jurídicas estão liberadas a partir desta quarta-feira (21)
Se você está interessado em comprar um carro zero com desconto, aí vai uma boa notícia: o governo decidiu prorrogar por 15 dias a exclusividade para pessoas físicas na compra do veículo novo a preços mais baixos no âmbito do programa lançado no último dia 5.
Portaria que autoriza a prorrogação, assinada na tarde desta terça-feira (20) pelo ministro e presidente em exercício, Geraldo Alckmin, deverá ser publicada ainda hoje em edição extra do Diário Oficial da União.
Para as demais modalidades do programa — compra de ônibus e caminhões —, as operações com pessoas jurídicas estão liberadas a partir desta quarta-feira (21).
Na ocasião do lançamento do programa, o governo alegou que a ideia é atenuar a crise em um setor que responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação e está com 50% de sua capacidade instalada ociosa.
Quando os recursos disponíveis se esgotarem (R$ 1,5 bilhão), o programa acaba.
O desconto para a aquisição do carro zero dentro do programa do governo é concedido direto ao consumidor — confira o montante total para cada segmento:
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Nos carros, os descontos patrocinados pelo governo vão de R$ 2 mil a R$ 8 mil e são válidos para veículos novos com preços de mercado até R$ 120 mil. As montadoras podem aplicar descontos adicionais por conta própria, como vem ocorrendo.
No caso dos caminhões e ônibus, os descontos vão de R$ 33,6 mil a R$ 99,4 mil.
Para definir os descontos dos automóveis, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio de Serviços (MDIC) considerou três fatores: maior eficiência energética; maior densidade industrial (capacidade de gerar emprego e crescimento no entorno); e menor preço. Quanto maior a soma do carro nesses fatores, maior o desconto.
Para caminhões e ônibus novos, o escalonamento seguiu apenas o critério do preço, e em proporção inversa ao usado nos carros, ou seja, os descontos aumentam conforme os veículos vão ficando mais caros. Podem ser adquiridos modelos leves, semileves, médios, semipesados e pesados; e ônibus urbanos e rodoviários.
Para participar do programa, a pessoa ou empresa interessada tem de entregar à concessionária um caminhão ou ônibus com mais de 20 anos de uso. Os veículos velhos devem ser encaminhados a recicladoras cadastradas nos Detrans.
Até o momento, o MDIC autorizou o uso de R$ 320 milhões em créditos tributários para a venda de carros com desconto — equivalente a 64% do volume de recursos colocados à disposição nessa modalidade. Novos pedidos chegaram ao MDIC, mas ainda estão em análise.
Para o presidente em exercício e ministro do MDIC, Geraldo Alckmin, os resultados até agora confirmam o acerto da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“O programa apoia a indústria automobilística ao mesmo tempo que facilita o acesso ao carro novo e alimenta o comércio de carros usados”, afirmou.
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