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No total, 189,5 mil unidades foram vendidas em junho, incluindo os modelos de carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus
Depois que o governo anunciou o programa do "carro novo", os consumidores correram às concessionárias. A demanda levou a um crescimento de 6,4% das vendas de automóveis zero km em junho em relação ao mesmo período de 2022.
O aumento foi impulsionado pela tendência de esgotamento rápido dos bônus autorizados pelo governo, que financia descontos de até R$ 8 mil para veículos de passeio, ônibus e caminhões.
No total, 189,5 mil unidades foram vendidas em junho, incluindo os modelos de carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.
Na comparação com maio, as vendas subiram 7,4%, com o ritmo diário atingindo a marca de 9 mil veículos pela primeira vez no ano.
Vale destacar que, apesar de positivo, o resultado foi limitado devido à espera das locadoras pela liberação dos descontos, que só ocorreu no último dia de junho. Isso porque o setor responde por três em cada dez carros vendidos no Brasil.
O programa lançado pelo governo no início do mês para baratear a compra de automóveis tinha como objetivo atenuar a crise em um setor que responde por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) da indústria de transformação e está com 50% de sua capacidade instalada ociosa.
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“O programa apoia a indústria automobilística ao mesmo tempo que facilita o acesso ao carro novo e alimenta o comércio de carros usados”, afirma o vice-presidente do país e titular do MDIC, Geraldo Alckmin.
Nos carros, os descontos patrocinados pelo governo vão de R$ 2 mil a R$ 8 mil e são válidos para veículos novos com preços de mercado até R$ 120 mil. As montadoras podem aplicar descontos adicionais por conta própria, como vem ocorrendo.
O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio de Serviços (MDIC), que coordena a iniciativa, também destinou recursos para caminhões e ônibus. Nesse caso, os descontos vão de R$ 33,6 mil a R$ 99,4 mil.
A iniciativa foi ampliada após a grande adesão dos consumidores, elevando em R$ 300 milhões o orçamento para subsidiar descontos nos veículos, para R$ 800 milhões.
Inicialmente, os planos do ministério previam o encerramento do crédito quando os recursos disponíveis se esgotassem. Mas a ampliação da verba original, de R$ 1,5 bilhão, ocorre na esteira da alta procura pela frota, especialmente pelas pessoas físicas.
Vale destacar que a atualização passou a incluir pessoas jurídicas, como as locadoras de veículos, entre os contemplados.
Com isso, o incentivo do governo provavelmente deve ser usado em grande parte para vendas diretas, que atendem majoritariamente as locadoras, segundo análise do Valor Econômico.
Desse modo, os descontos da etapa adicional não ficarão disponíveis para o consumidor, que poderá se beneficiar da 'ajudinha' apenas se as montadoras mantiverem os descontos no varejo por conta própria.
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