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Empresas oferecem diversas modalidades de aluguel de carros, incluindo modelos elétricos, a partir de R$ 0,24 o minuto
Se o carro está caro e você não precisa ter um o tempo todo para se locomover, mais uma alternativa surge como um resgate do pós-pandemia. É a chamada “nano locação”, que permite alugar um carro por períodos menores, com uma cobrança que parte por minuto.
Se o coronavírus estragou a tendência da mobilidade compartilhada e fechou empresas – caso da Grow, de bikes e patinetes, e da Moobie, de compartilhamento de carros particulares – agora outras opções ganham força em tempos de juros altos e restrição ao crédito.
Entre as empresas que oferecem o serviço está a Flou, que cunhou o termo "nano locação". A plataforma recém-nascida voltada à mobilidade sustentável tem como diferencial trabalhar com veículos elétricos.
“O objetivo da Flou é aliar a tecnologia com uma solução aderente à necessidade de cada usuário. Antes, o cliente que precisava alugar um carro pagava pelo valor da diária. Em nosso serviço adotamos a cobrança por minuto”, afirma Guilherme Cavalcante, CEO e fundador da UCorp, empresa responsável pela plataforma.
Marcas como Stellantis (Peugeot), Jaguar, Riba (motos), Land Rover, BMW, Grupo Osten e Housi (assinatura de moradias) abraçaram o projeto. O que não deixa de ser uma boa vitrine, já que 90% das conversões de compra para carro elétrico vieram depois da experimentação.
Nas bases da Housi, nos supermercados St Marche e postos de gasolina, ficam disponíveis carros elétricos da Jaguar, BMW (i3 e Mini Cooper), Stellantis (Peugeot e-2008) e também scooters (VS1). Os pontos estão sinalizados por meio de um aplicativo.
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A taxa de abertura de corrida é de R$ 9 e a Flou trabalha em três faixas de preço atualmente, sendo: carros elétricos premium: R$ 1,19 por minuto; carros intermediários, entre R$ 0,39 e R$ 0,59 por minuto (valor de lançamento) e motos elétricas por R$ 0,99 o minuto.
“Não somos os donos dos carros, nosso modelo é asset light, por isso olhamos diretamente para as montadoras como principais clientes. As empresas nos fornecem os veículos e nós embarcamos nossa tecnologia e colocamos em prática nosso know-how em operação para uma boa experiência do cliente final”, conta Cavalcante, que investiu R$ 9 milhões no projeto.
Foi uma oportunidade de negócios: o termo nano locação foi criado junto à Associação Brasileira das Locadoras de Automóveis (Abla), pois havia essa lacuna no mercado.
“As locadoras olhavam apenas para a diária, e não por minuto e havia uma certa rejeição aos modelos de carsharing, que não tiveram sucesso no Brasil”, afirma o CEO da Ucorp.
A dúvida da maior parte dos clientes é em relação a quem paga o seguro, o que acontece em caso de acidente ou problemas mecânicos, coisas que não existiam no carsharing.
Todas essas situações estão incluídas no serviço de nano locação, inclusive a recarga para os 100% elétricos, que oferece seguro e mais três sistemas de monitoramento por carro, com rastreadores.
Para Cavalcante, os usuários são aqueles que já utilizam serviços digitais, como iFood e Airbnb. Ele também observa que muitos jovens de 20 a 22 anos estão aderindo ao modelo de nano locação, por exemplo, em dias de rodízio e para ir à faculdade.
Lançado há poucos meses, o retorno tem sido positivo. E vêm mais parcerias por aí: a Flou vai expandir os pontos de carregamento para postos de gasolina até o meio do ano.
Novas cidades também estão no radar: a operação da Flou chegará ao Rio de Janeiro, em parceria com a Vibra, e Belo Horizonte, Brasília, Goiânia, Recife e Fortaleza com a Jaguar e a Stellantis.
Como todos os serviços que envolvem carros é preciso fazer contas. No caso do Flou, a cobrança é gerada por minutos.
O usuário baixa o aplicativo e, após um cadastro, tem acesso ao mapa onde há carros e tomadas disponíveis. Não é preciso ter uma chave do carro: basta utilizar o app.
O pagamento é feito pelo cartão de crédito cadastrado: o motorista é cobrado por tempo de uso, taxa de serviço, além de passagem por pedágios e estacionamento. Para encerrar a corrida é preciso parar em uma das bases da plataforma.
Por isso, o interessado em alugar um carro deve checar seu trajeto caso queira devolver o veículo em um ponto diferente de onde retirou.
Em São Paulo, boa parte da frota não estava disponível durante uma consulta e concentrada em algumas regiões como Jardins e Ibirapuera.
Um Peugeot e-2008, por exemplo, estava disponível por R$ 0,39 o minuto + R$ 9 de taxa de serviço. Supondo que o motorista alugue o carro por 2 horas, vai pagar R$ 56 pela locação. O uso em 8 horas, custaria R$ 489, mais do que uma locadora convencional.
Ou seja, o serviço de modo geral é indicado para quem tem mesmo a necessidade de alugar um carro por um período curto de tempo.
Se o termo nano locação é novidade, o aluguel por minuto já existia antes da pandemia. A Beep é uma das empresas sobreviventes do carsharing e opera em mais cidades do Estado.
O sistema é similar: funciona por meio de aplicativo, e os carros elétricos são retirados e entregues em bases pré-determinadas.
O serviço opera em São Paulo, incluindo a capital, São José dos Campos, Campinas, Indaiatuba, Valinhos e Jacareí, além dos aeroportos de Guarulhos e Viracopos.
As estações geralmente são supermercados e estacionamentos parceiros, além de condomínios corporativos, shopping centers e hotéis.
Outra boa funcionalidade é poder retirar o veículo em uma cidade e entregar em outra que possua estação da Beep.
Os carros para alugar disponíveis na frota hoje são o Renault Zoe e Caoa Chery Arrizo 5e. Com valor inicial de R$ 9,90, o custo varia conforme o tempo de utilização: quanto mais minutos, menor o valor por km rodados.
No mesmo exemplo anterior, uma pessoa que aluga um modelo por duas horas teria um custo de R$ 153 (até 3 horas o minuto vale R$ 1,19).
Por oito horas, gasta R$ 0,55 por minuto, em um total de R$ 274. Se a escolha for usar o carro por 48 horas (a R$ 0,24 o minuto), a locação custará R$ 701.
Na capital paulista, as ofertas para alugar um carro se concentram na região dos Jardins e zona sul de São Paulo, e há pontos de recarga 24 horas.
A chilena Awto, plataforma multinacional de compartilhamento de veículos, começou a operar em São Paulo em 2022.
Com uma frota diversificada de 200 carros, entre SUVs e utilitários, e 200 motos elétricas, a empresa estima chegar a 650 veículos na capital paulista até o fim de 2023, com planos de expansão para região metropolitana e depois outros Estados.
Com preços fixos por quilômetro rodado, a startup faz parte do grupo chileno Kaufmann e tem participações da seguradora Zurich, da distribuidora Indumotora e do fundo de venture capital Chile Ventures.
Pela Awto, o interessado pode simular seu percurso e comparar os preços para alugar um carro. Por exemplo, um trajeto da Av. Paulista até o aeroporto de Viracopos, de 98 km, custaria R$ 293 em uma locação tradicional; R$ 176 por transporte de aplicativo; e R$ 120 pela Awto. A empresa oferece ainda pacotes que reduziriam a mesma viagem para R$ 96.
Um SUV convencional custa R$ 0,63 o minuto mais R$ 0,90 o quilômetro rodado. No mesmo trajeto, o motorista gastaria R$ 130. Já um sedã custaria R$ 120. O aluguel de uma scooter ou motocicleta elétrica custa R$ 1,20 por minuto.

A Awto criou bases nos aeroportos de Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, para facilitar a vida dos viajantes. Quem devolver o carro em Guarulhos paga uma taxa extra de R$ 29,90 em qualquer um dos terminais.
Já para os usuários que pretendem retirar o veículo, após desembarcar no aeroporto, o valor é de R$ 39,90. Segundo a Awto, nesse caso, a plataforma leva o veículo com antecedência para que o usuário não precise esperar ao desembarcar em Guarulhos.
Precisa fazer uma mudança ou transportar algo? Na Awto, a locação de um utilitário pequeno (como um Fiat Fiorino) sai a R$ 0,65 o minuto + R$ 0,90 o km rodado.
Recentemente, a Kia Motors selou parceria com a Awto com 40 unidades do híbrido Stonic: o minuto a R$ 0,60 + R$ 0,50 por km rodado.
Também operando por aplicativo, sem burocracias, a Turbi é uma das mais antigas no mercado nesse formato: funciona desde 2017 e possui frota de 3 mil veículos espalhados na Grande São Paulo. Oito entre dez usuários têm entre 25 e 45 anos.
É possível alugar um carro convencional por horas: numa simulação, encontramos compactos a partir de R$ 15 a hora a SUVs médios por R$ 32 a hora.
Há pacotes de 12 horas com custo mais interessante, a partir de R$ 60. Todos são modelos automáticos. A devolução, contudo, precisa ser no mesmo local da retirada.
Por ter uma frota razoável de carros, há dezenas de pontos onde estão os veículos, o que facilita utilizar o serviço.
A diária (24 horas) da locadora Unidas para um Fiat 500e Icon (100% elétrico) sai a R$ 374, mas não foi fácil encontrar o carro elétrico disponível: depois de muita pesquisa, encontramos um 500e (ou similar) no Aeroporto de Cumbica.
Já a locação diária de um modelo térmico, na mesma Unidas, vai de R$ 82 (compacto) a R$ 366 um SUV médio.
A Kinto, empresa do grupo Toyota, oferece diversas modalidades de locação: de horas a 30 dias, pelo serviço Share. Além de concessionárias por todo o país como ponto de retirada e devolução, há um serviço de valet por um valor extra de R$ 70.
O aluguel por hora de um Yaris é de R$ 28 ou R$ 189 a diária. Um sedã Corolla, a partir de R$ 49 (hora) e R$ 329 (24 horas). O SUV Corolla Cross, a partir de R$ 57 e R$ 379.
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