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Índices de inflação dominam a agenda da semana; decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) também é destaque
Qual é o coletivo de dragões? A dúvida veio à mente ao constatar a profusão de índices de inflação previstos para a semana que se inicia nesta segunda-feira (11).
Não existe um consenso. Afinal, trata-se de um ser mitológico. Fiquemos, portanto, com um bando de dragões.
A semana já começou com um dragão bem mansinho solto no ar. Divulgado no fim da noite de sexta-feira, o índice de preços ao consumidor chinês avançou apenas 0,1% em agosto. Isso na comparação anual.
Somado a um estímulo para que seguradores invistam em ações na China, o sinal de estabilização nos preços abriu o apetite por risco dos investidores nos mercados internacionais.
Mas voltemos aos dragões. O próximo exemplar do bando dará as caras justamente no Brasil. O IPCA de agosto está previsto para a manhã de terça-feira (12).
A expectativa é de que a inflação oficial de agosto acelere e jogue uma pá de cal sobre qualquer perspectiva de uma postura mais branda do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na reunião prevista para a semana que vem.
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Já o dragão de maior porte desta semana deve chegar na quarta-feira (13). A inflação ao consumidor norte-americano vem à tona em um momento no qual os observadores sinalizam dúvidas quanto à continuidade da alta dos juros nas economias mais desenvolvidas.
Um dragão mais imprevisível, mas não menos importante, é esperado para a quinta-feira (14) pela manhã. É quando serão conhecidos os números da inflação na porta das fábricas norte-americanas — além das vendas no varejo nos Estados Unidos.
Também na manhã de quinta-feira, o Banco Central Europeu divulga sua decisão de política monetária.
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