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Segundo Márcio Elias, secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, intenção do Brasil é fechar acordo ainda no primeiro semestre; em Lisboa, Lula assina 13 acordos com Portugal

O acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia - aprovado em 2019 após 20 anos de negociação - pode estar perto de entrar em vigor.
O secretário executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias, disse neste domingo (23) que o governo federal pretende fechar o acordo ainda no primeiro semestre. O tratado precisa ser ratificado pelos parlamentos de todos os países dos dois blocos para entrar em vigor.
"A expectativa é de que o acordo feche este ano, o mais rápido possível. Se possível, fecharíamos neste semestre, como é o nosso desejo", disse o número dois do ministério comandado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin em entrevista em Lisboa, onde acompanha a comitiva do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em visita a Portugal.
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Segundo o secretário, o governo brasileiro continua em contato com autoridades europeias para destravar as exigências que devem ser cumpridas pelo país e os demais integrantes do bloco.
Elias afirmou ainda que os entraves estão relacionados com exigências ambientais e da legislação trabalhista, que já são cumpridos pelo Brasil, mas precisam do aval de outros países para contar nas cláusulas do acordo comercial.
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"Estamos muito perto, mas para isso é preciso pensar globalmente. Temos várias questões que precisam ser tratadas. Nenhuma delas é intransponível. Por isso, o presidente Lula tem dito que nós vamos fechar o acordo", completou.
Em visita a Lisboa, Lula também defendeu o acordo entre Mercosul e UE e disse que faltam apenas "pequenos ajustes" para ele entrar em vigor. "No que depender de mim, a gente vai fazer um acordo União Europeia e Mercosul. Faltam pequenos ajustes e nós temos condições de fazer", disse o presidente.
Durante sua viagem a Portugal, Lula anunciou ainda a abertura de um escritório da Apex (Agência de Promoção de Exportações do Brasil) em Lisboa, além de ter assinado 13 acordos em áreas como educação, minas e energia, cultura, proteção de testemunhas e defesa dos direitos de pessoas com deficiência, entre outros.
*Com Agência Brasil e UOL.
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