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Rafael Bianchini ainda explicou um pouco mais da diferença entre os projetos que já estão no mercado para o grande público e as diferenças com a moeda brasileira
O coordenador do Banco Central, Rafael Bianchini, confirmou o cronograma do programa piloto do real digital (RD) durante o encontro Blockchain SP + SciBiz, evento de inovação da Universidade de São Paulo (USP). Ele abriu o último dia de palestras explicando alguns pontos da Central Bank Digital Currency (CBDC) brasileira.
Respondendo a uma pergunta feita pela reportagem, Bianchini reforçou que o BC está otimista com o credenciamento dos participantes líderes dos consórcios no mês que vem para terem acesso ao real digital. "No começo de julho, já acontece o credenciamento dos escolhidos", confirmou ele.
Entretanto, ele afirma que a tecnologia ainda está em desenvolvimento e que não necessariamente o Banco Central irá adotar o projeto do real digital.
"O BC não tem um compromisso de assumir essa tecnologia no futuro. Se for decidido que vale a pena, a gente continua. Mas é claro que a gente quer que dê certo".
Um dos temores envolvendo o real digital é a desintermediação. Em linhas gerais, o RD é emitido pelo Banco Central e o cliente não precisaria ter uma conta em um banco tradicional para ter acesso à moeda. Entenda mais sobre esse problema aqui.
Em busca de evitar esse cenário, o BC pretende criar um "token de varejo" lastreado em real digital. Esse token seria emitido pelas instituições financeiras, o que evita um cenário de desintermediação.
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"Não é de interesse do BC que esse cenário aconteça. Até porque, não há capilaridade da instituição para isso", afirma o coordenador da autoridade monetária.
Um dos pontos positivos da DLT (distributed ledger technology, outro nome para blockchain) é a programabilidade e a possibilidade da criação de contratos inteligentes em cima dessa plataforma.
Bianchini ressalta que essa tecnologia de smart contracts deve melhorar a eficiência de sistemas de pagamento.
Ele afirma que algumas instituições vão naturalmente automatizar suas operações por meio desses códigos, o que tende a reduzir erros humanos, como acontece com o preenchimento manual de dados dos clientes, por exemplo.
Outros projetos como a CBDC da China, o yuan digital, que já foi lançado e está mais avançado do que o projeto do RD, tem uma finalidade diferente, explica Bianchini.
Por lá, o e-CNY nasceu como uma alternativa ao sistema centralizado de pagamentos no país. Duas big techs, a Alipay e o WeChat, dominam o mercado, impedindo que outras empresas menores entrem no setor.
Essa é uma moeda chamada CBDC unilateral — onde o emissor interage com o público através da moeda.
O caso do RD é diferente, já que se trata de uma CBDC intermediária, na qual o Banco Central não interage com o usuário final.
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