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Os analistas da Chainalysis identificaram um crescimento importante do uso de criptomoedas em países de renda baixa e média
A expansão galopante do mercado de criptomoedas tinha um cavalo-chefe, o Brasil. O clima regulatório favorável e o crescimento da adoção pela população faziam do país um dos principais focos no desenvolvimento da economia digital, também chamada de criptoeconomia.
Apesar do destaque na América Latina, o Brasil perdeu forças no âmbito global. É o que diz o mais recente estudo da Chainalysis, empresa de análise do comportamento on-chain dos usuários.
De acordo com a pesquisa, o Brasil saiu da sétima para a nona posição. Mas isso não quer dizer que o país tenha deixado as criptomoedas de lado. O movimento se deve à entrada de outras nações ao ranking.
Confira os vinte maiores países que lideram a lista de adoção de criptomoedas da Chainalysis:
| Posição | País | Região |
| 1 | Índia | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 2 | Nigéria | África Subsaariana |
| 3 | Vietnã | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 4 | Estados Unidos | América do Norte |
| 5 | Ucrânia | Europa Oriental |
| 6 | Filipinas | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 7 | Indonésia | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 8 | Paquistão | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 9 | Brasil | América Latina |
| 10 | Tailândia | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 11 | China | Ásia Oriental |
| 12 | Turquia | Oriente Médio e Norte da África |
| 13 | Rússia | Europa Oriental |
| 14 | Reino Unido | Europa Central, do Norte e Ocidental |
| 15 | Argentina | América Latina |
| 16 | México | América Latina |
| 17 | Bangladesh | Ásia Central, Meridional e Oceania |
| 18 | Japão | Ásia Oriental |
| 19 | Canadá | América do Norte |
| 20 | Marrocos | Oriente Médio e Norte da África |
O Global Crypto Adoption Index é resultado de outros cinco sub-índices, que levam em conta os variados usos e serviços disponibilizados com criptomoedas em cada país, além de métricas como população e renda.
Os analistas da Chainalysis identificaram um crescimento importante do uso de criptomoedas em países de renda baixa e média — aqueles em que a renda nacional bruta per capita está abaixo dos US$ 4.255, como Nigéria, Ucrânia, Índia e Etiópia, por exemplo.
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Isso se reflete na composição do pódio: seis dos dez países no topo dos que mais cresceram no uso de criptomoedas estão na Ásia Central, do Sul e da Oceânia.
“As circunstâncias que impulsionam a adoção em cada país são únicas, o que leva a diferentes tendências de utilização e a falhas nos serviços mais populares”, destaca o documento.
O caso indiano é ainda mais difícil de se analisar. Afinal, o país tomou uma série de medidas que dificultam a institucionalização de empresas do ramo de criptomoedas, o que tende a afetar seu uso no dia a dia.
Contrariando as expectativas, o país se tornou a segunda maior criptoeconomia do mundo, em uma estimativa de volume transacionado.
O motivo para isso está na diversificação dos usos no país: as corretoras de cripto (exchanges) podem não ter crescido tanto após imposição de um imposto de 30% sobre o mercado, mas exchanges descentralizadas (DEX), protocolos de lending e staking e outros usos de contratos inteligentes (smart contracts) estão entre as aplicações que mais movimentam ativos digitais no país.
Quem pode se esquecer da febre do Axie Infinity (AXS), um dos primeiros jogos do tipo play-to-earn a dominar o mercado.
Esses games em que o jogador pode receber criptomoedas enquanto joga se popularizaram na Ásia como um todo. Afinal, era uma forma de complementar a renda de famílias mais pobres, além de popularizar o uso de moedas virtuais nesses países.
A queda dos preços do AXS fez essa população migrar de ativo digital, mas não sair do universo cripto, o que explica a ampla adoção de criptomoedas na região.
No relatório da Chainalysis, os analistas acompanham com bons olhos o crescimento do uso de cripto na região, “não apenas porque os países estão no topo da lista do Global Crypto Adoption Index, mas porque são nações com aplicações diferentes para a economia digital e necessidades econômicas únicas, fomentando negócios para cada caso de uso”.
Vale lembrar que não há como dourar a pílula: o mercado de criptomoedas como um todo vem sofrendo com sucessivas crises — desde as internas, como a quebra da FTX, até externas, como a aprovação do ETF de bitcoin (BTC) à vista nos EUA e regulação.
No entanto, o uso de criptomoedas nos países de média e baixa renda continuou elevado, o que pode influenciar no futuro da adoção de ativos digitais.
Em outras palavras, esses países tendem a ter uma economia mais dinâmica, com indústria e população crescentes — alguns deles evoluíram de países de baixa para média renda nas últimas décadas.
Mais importante do que isso: 40% da população global — 3,2 bilhões de pessoas — está em países de média e baixa renda. “Se essas nações são o futuro, então os dados indicam que criptomoedas serão grande parte desse futuro”, diz o documento.
Apesar do entusiasmo com o aumento do uso das criptomoedas em regiões em desenvolvimento, há um outro lado por trás desse crescimento.
Isso porque esses países costumam ter economias instáveis e, não raro, uma parcela significativa da população não está bancarizada.
Ou seja, esses problemas estruturais acabam empurrando esse público para o setor de ativos digitais. É o caso da Argentina, por exemplo, que viu o uso de stablecoins lastreadas em dólar ganharem popularidade.
A inflação acima dos 110% ao ano e a deterioração do peso argentino frente ao dólar fez com que o país migrasse para esse classe especial de criptomoedas.
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