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Tudo o que Haddad se esforçou para tentar construir ao longo de dez longos meses correu pelo ralo em um único rompante de espontaneidade do “jeito Lula de ser”
“In real-life situations, risks frequently increase
without any corresponding increase in the payoff”.CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADECONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE(Albert Hirschman)
Especialista em LATAM, o economista Albert Hirschman gostava de dizer que os países latinos se diferenciavam negativamente do resto do mundo pelo tipo de erro que cometiam em suas decisões de política econômica.
Ao contrário do que podia parecer, eles não erravam mais (frequência) do que os países desenvolvidos, e nem cometiam erros mais graves (intensidade).
O pecado capital da Latam estava em repetir os erros históricos.
Você perde um tempo precioso repetindo experimentos que já se provaram completamente idiotas.
Ainda estamos para ver se o PT aprendeu com os descaminhos de Dilma Rousseff, mas já dá para concluir que não aprendeu tanto com os descaminhos de Lula.
A fala do presidente na última sexta-feira foi um "ctrl c + ctrl v" do início de mandato raivoso, capaz de atiçar o dólar, levantar a curva de juros e jogar o Ibovespa para baixo dos 100 mil pontos.
Ruim para a Faria Lima, pior ainda para os mais necessitados.
Ganhou destaque no jornal a conclusão óbvia: tudo o que Haddad se esforçou para tentar construir ao longo de dez longos meses correu pelo ralo em um único rompante de espontaneidade do "jeito Lula de ser".
Eu tenho dúvida, porém, se Lula quis atrapalhar ou ajudar o Haddad - e tendo até mesmo a me inclinar rumo à segunda hipótese, lembrando que o inferno está repleto de boas intenções.
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Dado que já estamos fadados a falhar com a meta fiscal, Lula pode ter escolhido partir para uma estratégia "bad cop, good cop", na qual as más notícias para o mercado são dadas por ele mesmo (ao mesmo tempo em que reforça os vínculos com sua base mais esquerdista), enquanto Haddad fica livre para atenuar o que é ruim e promover o que é bom.
Contudo, dois pesos e duas medidas.
Haddad não chegou nem perto de consertar na segunda-feira o que Lula havia destruído na sexta.
Em uma sinédoque da sua coletiva de imprensa, o ministro da Fazenda tem chegado sempre terrivelmente atrasado aos eventos que realmente importam.
Sua vida não é nada fácil, e as muitas pessoas que não o conheciam parecem gostar cada vez mais dele.
Por outro lado, as poucas pessoas que o conhecem faz tempo podiam parar de tentar ajudá-lo.
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