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Por outro lado, fundos imobiliários têm desempenho estelar e Tesouro RendA+ faz sucesso ‘na gringa’
Você se sente “enganado” pela queda da Selic? Todos os analistas falaram que o Ibovespa ia subir, uma vez que os juros caíssem. Ao invés disso, ele registra a maior sequência de quedas em 40 anos.
O que está acontecendo com a bolsa? Ainda há salvação ou é melhor “encher o bolso” de títulos do Tesouro? Esse é o tema que abre a coluna de hoje.
Além disso, também vamos falar sobre:
Vamos lá!
Cadê o bull market “prometido” pelos analistas?
Calma lá…
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Historicamente, o Ibovespa costuma performar mal no mês que a Selic cai (veja só o gráfico desta reportagem).
Isso porque, na expectativa de corte de juros, o mercado investiu em ações do índice, fazendo o preço dos ativos subirem. Entretanto, com a confirmação do corte, é comum que investidores queiram realizar os lucros obtidos nesse intervalo de tempo.
No final das contas, o que você precisa saber é: ainda dá tempo de comprar ações baratas.
A Leticia Camargo explica mais sobre a sequência de quedas do índice aqui.
E falando em ações baratas, o papel da própria B3 é uma oportunidade para quem está em busca de dividendos, segundo a equipe de análise da Empiricus Research.
Valuation atraente, sólida geração de fluxo de caixa e dividendos atrativos (yields superiores a 6%) são alguns dos fatores que justificam a recomendação de compra.
Leia a análise completa nesta reportagem do Juan Rey (e veja também outras 4 ações recomendadas).
A Selic e a inflação parecem ser assuntos “inescapáveis” quando falamos de investimentos…
E no caso dos fundos imobiliários não seria diferente.
A melhora nos indicadores econômicos fez com que os FIIs tivessem um desempenho estelar neste ano: 43% de alta.
Veja neste levantamento quais foram os melhores ativos da classe até agora.
Como não adianta só se posicionar nos fundos que já subiram, o analista Caio Araujo selecionou 5 FIIs que têm bons fundamentos e perspectivas otimistas de proventos para os próximos meses.
São fundos que estão baratos atualmente. Um deles pode pagar dividendos mais altos do que a Selic.
Você pode acessar o relatório gratuito clicando aqui.
Os brasileiros deveriam estar orgulhosos e “se gabando” por terem lançado o Tesouro RendA+ e o Tesouro Educa+.
Essa é a visão do especialista em previdência e PhD pelo M.I.T., Arun Muralidhar.
Ele foi o responsável por desenvolver, junto com o prêmio Nobel de Economia, Robert Merton, os conceitos que embasam os dois novos títulos do Tesouro Direto, lançados neste ano.
A repórter Julia Wiltgen fez uma entrevista exclusiva com Muralidhar, que “rasgou elogios” aos títulos brasileiros. Leia aqui.
Como sempre gosto de finalizar a newsletter com alguma matéria mais descontraída, fica aqui uma lista de bilionários “low profile”, compilada pela repórter Camille Lima.
Então é isso que chamam de “quiet luxury”? Rs.
Até semana que vem!
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