🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

5 investimentos que estão fora do radar agora, mas nos quais é melhor ficarmos de olho nos próximos cinco anos

Para comemorar o aniversário de cinco anos do Seu Dinheiro, separamos uma seleção de cinco grandes tendências de investimento para os próximos anos.

26 de setembro de 2023
6:29 - atualizado às 9:45
BAIXE DE GRAÇA: no aniversário do seu dinheiro, é você quem ganha presente
O Seu Dinheiro acaba de fazer aniversário. -

O Seu Dinheiro celebrou seu quinto aniversário no domingo. Para marcar a ocasião, temos discutido entre nós estratégias de investimento alternativos e temáticos para os próximos cinco anos, seguindo a tradição estabelecida alguns anos atrás.

É evidente que poucas coisas têm um impacto tão significativo para um investidor quanto identificar uma "megatendência" global, aquelas tendências que começam discretas e se tornam imponentes ao longo do tempo.

Contudo, poucos possuem a paciência necessária para aguardar o tempo requerido.

O ato de investir é, por natureza, de longo prazo, dada a aleatoriedade e imprevisibilidade dos mercados em curtos intervalos de tempo.

Portanto, é preciso considerar janelas temporais mais amplas para que os preços se alinhem aos valores intrínsecos.

De olho nas "megatendências"

Identificar proativamente uma "megatendência" que trará lucro não é uma tarefa fácil. 

Leia Também

Algumas dessas grandes tendências não são particularmente difíceis de perceber, mas quando se tornam óbvias para todos, surge um desafio: diferenciar o que já está refletido no preço e o que ainda não está.

É crucial avaliar quanto do crescimento projetado realmente se concretizará.

Nesse sentido, vislumbro pelo menos cinco grandes tendências temáticas e alternativas para os próximos cinco anos que podem evoluir para importantes movimentos nas próximas duas décadas.

Em algumas delas, o Brasil possui vantagens comparativas claras.

Vamos a elas.

1 - Créditos de carbono

Uma das grandes e evidentes tendências é a transição energética.

Nos últimos dias, inclusive, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, esteve no exterior engajado na emissão de greenbonds.

Logo, discutiremos a criação de um mercado regulamentado de carbono no Brasil, o que é uma notícia promissora.

Recentemente, empresas e governos ao redor do mundo têm se comprometido a reduzir os chamados gases do efeito estufa, contribuindo para a mudança climática, um dos desafios predominantes para a humanidade até 2050.

As mudanças climáticas estão ocorrendo rapidamente, e a maioria das nações signatárias do Acordo de Paris provavelmente não alcançará suas metas.

O objetivo é a redução das emissões de CO2 (dióxido de carbono) ou CO2 equivalente (outros gases de efeito estufa, como metano, óxido nitroso, entre outros) até 2030, com posterior zeragem das emissões até 2050.

Neste contexto, poucas coisas são tão cruciais para o investidor europeu quanto a narrativa da preservação da Amazônia, colocando o Brasil como protagonista internacional. É aqui que entra o carbono, considerado por muitos como a commodity do futuro.

Um passo para a transição energética

Diferentemente das duas tendências anteriores, que se beneficiam do desenvolvimento do mercado de energia renovável, o crédito de carbono incorpora a tendência do mercado de compensação de emissões.

O crédito de carbono é um certificado digital que comprova que uma empresa ou um projeto ambiental (como projetos de conservação florestal, reflorestamento de áreas degradadas, energia limpa e biomassa) evitou a emissão (poluição) de 1 tonelada de CO2 (dióxido de carbono) ou CO2 equivalente (outros gases de efeito estufa, como metano, óxido nitroso, entre outros) em um ano determinado.

Em resumo, um crédito de carbono certifica que uma tonelada desses gases prejudiciais teve sua emissão evitada ou capturada por meio de algum projeto em algum lugar do mundo.

Essencialmente, é uma ferramenta usada por empresas e, mais recentemente, por indivíduos, para compensar sua pegada de carbono ou seu impacto negativo sobre o ambiente decorrente da emissão dos gases de efeito estufa. Também pode ser uma moeda global significativa, e o ano de 2020 pode marcar o início desse processo.

Apesar de originado de diferentes projetos, o crédito é um ativo digital, dolarizado, perene (não expira no mercado voluntário) e amplamente reconhecido globalmente, tornando-se, assim, uma espécie de reserva de valor.

É diferente, de maneira positiva, do ouro, da prata, do diamante, do dólar e do bitcoin, uma vez que não emite gases de efeito estufa como a extração de metais e tem lastro em projetos de desenvolvimento sustentável ou ambiental.

Brasil, uma potência ambiental subutilizada

O Brasil é uma potência ambiental subutilizada, que está muito aquém da capitalização de seu potencial.

O mundo emite cerca de 55 bilhões de toneladas de CO2 ou CO2 equivalente (gases de efeito estufa) por ano, e apenas 11 bilhões são compensados.

Em outras palavras, 44 bilhões de toneladas não são compensadas de forma alguma, ou mais de US$ 1 trilhão em termos de mercado potencial, considerando o preço médio do crédito de carbono no mercado internacional.

Portanto, é inevitável discutirmos sobre isso mais cedo ou mais tarde. Neste contexto, o Brasil tem a oportunidade de realizar sua vocação como uma potência ambiental global.

A gestora global Schroders, por exemplo, recentemente afirmou que o Brasil é a "Arábia Saudita" do crédito de carbono.

Assim, o Brasil deve liderar os esforços para fortalecer o crédito de carbono como commodity, com um marco regulatório robusto e um mercado privado vibrante, com negociações em bolsa desse futuro ativo mobiliário, tanto na geração quanto na distribuição e transmissão do produto.

2 - Urânio

O urânio é um metal altamente denso, principalmente utilizado como combustível em usinas nucleares.

Atualmente, Cazaquistão e Canadá são os principais produtores dessa commodity.

A perspectiva para o urânio nos dias atuais talvez seja a mais promissora em uma década.

Após o desastre nuclear de Fukushima em 2011, o urânio enfrentou consideráveis controvérsias e desafios.

O persistente excesso de oferta manteve os preços baixos, silenciando o otimismo em relação ao urânio.

Uma década mais tarde, o urânio está se fortalecendo novamente, à medida que os países priorizam agendas de combate à mudança climática, buscando reduzir as emissões de carbono e fornecer energia para milhões de novos membros da classe média.

Com as dinâmicas de oferta e demanda se tornando mais favoráveis e os riscos geopolíticos se mantendo, é possível que o urânio veja sua sorte mudar na próxima década. A crise energética na Europa em 2021 e os desafios energéticos europeus em 2022 decorrentes da Guerra na Ucrânia fortaleceram a tese do urânio.

VEJA TAMBÉM: VAREJISTA PODE VALORIZAR ATÉ 3x COM RALI DE FIM DE ANO DA BOLSA (NÃO É MGLU3 NEM VIIA3); CONHEÇA

A energia nuclear emite consideravelmente menos dióxido de carbono em comparação aos combustíveis fósseis tradicionais, liberando apenas 12 gramas de CO2 por kWh, equivalente, por exemplo, à energia eólica offshore. Em contraste, o carvão emite 820 gramas de CO2 por kWh.

A crescente pressão social e política para que os países reduzam sua dependência de combustíveis fósseis é uma das razões pelas quais se prevê um aumento significativo na geração global de eletricidade por meio da energia nuclear, prevendo-se um acréscimo de 650 TWh de 2019 a 2040. Isso contrasta com o crescimento de apenas 210 TWh de 2000 a 2019.

Neste campo, o Brasil pode até não ser um líder, mas o segmento ainda possui um grande potencial no cenário mundial.

A energia nuclear é essencial, mesmo que seja vista como uma forma de transição para as próximas décadas, o que provavelmente impulsionará a demanda por urânio até 2050, enquanto novas usinas nucleares se estabelecem em todo o mundo.

3 - Hidrogênio

Outro campo de energia limpa, agora já de possível destaque brasileiro, é o uso do hidrogênio como fonte de combustível.

O hidrogênio é o elemento mais abundante e leve no universo. Em condições normais, o hidrogênio é um gás (H2) com um enorme potencial como vetor de energia, contendo três vezes mais energia por peso do que a gasolina.

Na Terra, no entanto, ele ocorre naturalmente ligado a outros elementos em moléculas como a água (H2O) e o metano (CH4), e deve ser isolado como H2 no processo de "produção de hidrogênio".

Apesar de seu potencial energético, atualmente é principalmente usado como insumo para refinar petróleo, tratar metais e produzir fertilizantes.

Quase todo esse hidrogênio é produzido usando métodos intensivos de combustíveis fósseis, como reforma ou gaseificação do metano a vapor.

Em outras palavras, a maior parte do hidrogênio produzido hoje é o chamado hidrogênio cinza (95% da produção de hidrogênio em 2019 foi cinza), o que significa que é produzido a partir do gás natural e emite gases de efeito estufa.

No entanto, a produção de hidrogênio não precisa ser intensiva em emissões, e seu potencial como vetor de energia pode contribuir significativamente para a descarbonização.

Os métodos de produção atuais podem usar captura e armazenamento de carbono (CCS, ou "carbon capture and storage" em inglês) para reduzir as emissões, possivelmente em algo entre 85% e 95% no futuro. O hidrogênio produzido dessa forma é chamado de "hidrogênio azul".

Um outro método de produção de hidrogênio

Mais crucialmente, há outro método de produção de hidrogênio chamado eletrólise, que tem o potencial de produzir hidrogênio sem gerar quaisquer emissões. A eletrólise da água é o processo de dividir a água em H2 e oxigênio usando uma corrente elétrica.

Quando a fonte dessa corrente deriva de energia limpa, como a eólica ou solar fotovoltaica, a produção de hidrogênio é um processo sem emissões, e o hidrogênio resultante é chamado de "hidrogênio verde", representando um grande potencial para os próximos anos.

Assim, a produção de hidrogênio de baixo a zero carbono ("low-to-zero") poderia transformar o hidrogênio em um mercado de US$ 11 trilhões até 2050, aumentando a demanda anual por H2 dos atuais 70 megatons (Mt) para 613 Mt no cenário de aquecimento de 1,5°C.

Uma grande oportunidade pode se apresentar nos próximos anos com a redução de custos da tecnologia, tornando algo que parecia restrito a alguns países mais acessível em diversas regiões.

4 - A solução alimentar do planeta

A população global está prestes a aumentar em aproximadamente um bilhão de indivíduos até 2050, com projeções indicando que poderemos atingir a marca de 10 bilhões de pessoas até 2100.

Algumas estimativas mais ousadas sugerem que poderíamos atingir esse número já na década de 2060.

Essa adição populacional é sem precedentes em termos absolutos, embora não implique em uma taxa de crescimento percentual, que sabemos, será o oposto.

A questão crucial é que esses bilhões de novos habitantes vão precisar de alimentos.

Considerando o aumento do consumo de proteínas, especialmente nos mercados emergentes devido ao enriquecimento, podemos prever décadas de prosperidade para os produtores de alimentos, abrangendo cereais, proteínas e outros setores do agronegócio.

O Brasil está bem posicionado para se beneficiar dessa dinâmica.

Não apenas por meio dos agentes envolvidos na produção de grãos, proteínas, armazenagem, defensivos agrícolas e fertilizantes, mas também através das oportunidades para empresas de infraestrutura e logística de escoamento, especialmente nas regiões do Centro-Oeste e outras áreas do país.

Muitas empresas brasileiras têm o potencial de aproveitar essa dinâmica de crescimento populacional.

5 - A economia do lítio

Por último, mas igualmente crucial, temos o lítio, frequentemente chamado de "petróleo branco" devido à sua cor e associação com o mercado automotivo voltado para energia limpa, especialmente os carros elétricos. Este é o metal menos denso do mundo.

O lítio é essencial para as baterias de íon de lítio, desempenhando um papel cada vez mais vital, especialmente em setores como veículos elétricos e armazenamento de energia renovável.

Mais eficaz e durável em comparação com outras baterias concorrentes, o lítio é possivelmente uma das commodities mais procuradas para a transição energética que a humanidade está prestes a enfrentar nos próximos anos.

Por sua capacidade de armazenar energia, especialmente em veículos elétricos e híbridos, além de dispositivos eletrônicos cotidianos como smartphones, laptops, ferramentas elétricas e câmeras, nos quais o peso e a intensidade de uso são considerações importantes, a demanda por lítio deve continuar a crescer consideravelmente.

Acredita-se que a demanda por lítio continuará superando a oferta. O mercado de veículos elétricos e de lítio teve um crescimento substancial recentemente, evidenciado pelos mais de cinco milhões de veículos elétricos vendidos globalmente até agora.

Nessa linha, é compreensível que muitos países, especialmente nas economias centrais, procurem transformar suas frotas totalmente para veículos elétricos até o final da próxima década.

Com essa dinâmica, a demanda por lítio deve crescer mais de 20% ao ano nesta década e mais de 10% na próxima, em conjunto com os investimentos e crescimento na indústria de carros elétricos, que totalizam mais de US$ 300 bilhões nos EUA, Europa e China, quando somados.

O mercado antecipa um forte crescimento no segmento de carros elétricos no futuro, com uma expectativa de um CAGR de cerca de 45% nesta década.

Leia também

A rápida aceleração na adoção tecnológica já está ocorrendo atualmente com os veículos elétricos, conforme analisado pela Bloomberg em relação às taxas de adoção globais.

Há um ano, apenas 19 países haviam ultrapassado um ponto crucial para os veículos elétricos: 5% das vendas de carros novos eram exclusivamente elétricos.

Esse marco indica o início da adoção em massa, quando as preferências tecnológicas mudam rapidamente. Desde então, mais cinco países deram esse salto (Canadá, Austrália, Espanha, Tailândia e Hungria).

Atualmente, 23 países já atingiram esse ponto crítico para veículos elétricos, incluindo os EUA, China e grande parte da Europa Ocidental.

Todas essas considerações estão fundamentadas na expectativa de demanda proveniente do mercado de baterias de lítio, impulsionado pelo crescente setor de veículos elétricos. Mais uma vez, o Brasil pode ganhar algum espaço.

Embora não sejamos o país com as maiores reservas ou produção, é possível que alguns players locais possam conquistar presença no mercado internacional, especialmente ligados ao Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais.

  • Tenha acesso a +100 recomendações de investimentos gratuitas feitas por Matheus Spiess e outros analistas da Empiricus Research. Clique aqui e veja o passo a passo para conhecer as melhores ações, FIIs, BDRs e outros ativos para investir agora.

Feliz aniversário, Seu Dinheiro!

Que ao longo dos próximos cinco anos e nas próximas cinco décadas, continuemos a proporcionar aos nossos leitores as perspectivas de investimento mais inovadoras e distintas.

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Petróleo em alta — usando dosagens para evitar o risco de uma aposta “certa” 

11 de março de 2026 - 19:57

Depois de uma disparada de +16% no petróleo, investidores começam a discutir até onde vai a alta — e se já é hora de reduzir parte da exposição a oil & gas para aproveitar a baixa em ações de qualidade

ALÉM DO CDB

Prêmios de risco do crédito privado têm certo alívio em fevereiro, mas risco de algumas empresas emissoras aumenta

11 de março de 2026 - 14:39

Os spreads estão menos achatados, e a demanda por títulos isentos continua forte; mas juro elevado já pesa sobre os balanços das empresas

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Faturamento de R$ 160 milhões no combate ao desperdício, guerra no Oriente Médio, e tudo o que você precisa saber hoje

11 de março de 2026 - 8:26

Entenda como a startup Food to Save quer combater o desperdício de alimentos uma sacolinha por vez, quais os últimos desdobramentos da guerra no Oriente Médio e o que mais afeta seu bolso hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Como lucrar com a Copa sem cometer crimes, as consequências de uma guerra mais longa para os juros, e o que mais afeta a bolsa hoje

10 de março de 2026 - 8:38

A Copa do Mundo 2026 pode ser um bom momento para empreendedores aumentarem seu faturamento; confira como e o que é proibido neste momento

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O petróleo volta a ditar o humor dos mercados, mas não é só isso: fertilizantes e alimentos encarecem, e até juros são afetados

10 de março de 2026 - 7:32

O ambiente de incerteza já pressiona diversos ativos globais, contribui para a elevação dos rendimentos de títulos soberanos e amplia os riscos macroeconômicos

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A fila dos IPOs na B3, a disparada do petróleo, e o que mais move o mercado hoje 

9 de março de 2026 - 8:11

Depois de quase cinco anos de seca de IPOs, 2026 pode ver esse cenário mudar, e algumas empresas já entraram com pedidos de abertura de capital

TRILHAS DE CARREIRA

O fim da Diversidade? Por que a Inteligência Artificial (IA) me fez questionar essa agenda novamente

8 de março de 2026 - 8:00

Esta é a segunda vez que me pergunto isso, mas agora é a Inteligência Artificial que me faz questionar de novo

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

De volta à pole: com Gabriel Bortoleto na Fórmula 1 e a retomada da produção nacional, Audi aquece os motores

7 de março de 2026 - 9:01

São três meses exatos desde que Lando Norris confirmou-se campeão e garantiu à McLaren sua primeira temporada em 17 anos. Agora, a Fórmula 1 está de volta, com novas regras, mudanças no calendário e novidades no grid.  Em 2026, a F1 terá carros menores e mais leves, novos modos de ultrapassagem e de impulso, além de novas formas de recarregar as […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Ainda dá para investir em Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), o FII do mês, e o que mais move seus investimentos hoje

6 de março de 2026 - 8:35

Ações das petroleiras subiram forte na bolsa nos últimos dias, ainda que, no começo do ano, o cenário para elas não fosse positivo; entenda por que ainda vale ter Petrobras e Prio na carteira

SEXTOU COM O RUY

Petrobras e Prio disparam na Bolsa — descubra por que não é tarde demais para comprar as ações

6 de março de 2026 - 6:55

Para dividendos, preferimos a Petrobras que, com o empurrãozinho do petróleo, caminha para um dividend yield acima de 10%; já a Prio se enquadra mais em uma tese de crescimento (growth)

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A luta pelos dividendos da Petrobras (PETR4), o conflito no Oriente Médio e o que mais impacta o seu bolso hoje

5 de março de 2026 - 8:07

Confira o que esperar dos resultados do 4T25 da Petrobras, que serão divulgados hoje, e qual deve ser o retorno com dividendos da estatal

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Dá mesmo para ter zero de petróleo e gás?

4 de março de 2026 - 19:52

A concentração em tecnologia deixou lacunas nas carteiras — descubra como o ambiente geopolítico pode cobrar essa conta

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Depois do glow up, vêm os dividendos com a ação do mês; veja como os conflitos e dados da economia movimentam os mercados hoje

4 de março de 2026 - 8:59

A Ação do Mês busca chegar ao Novo Mercado e pode se tornar uma pagadora consistente — e robusta — de dividendos nos próximos anos; veja por que a Axia (AXIA3) é a escolhida

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os desafios das construtoras na bolsa, o “kit geopolítico” do conflito, e o que mais move o mercado hoje

3 de março de 2026 - 8:37

Veja como acompanhar a temporada de resultados das construtoras na bolsa de valores; PIB, guerra no Oriente Médio e Caged também afetam os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Ormuz no radar: o gargalo energético que move os mercados e os seus investimentos

3 de março de 2026 - 7:00

Mais do que tentar antecipar desfechos políticos específicos, o foco deve permanecer na gestão de risco e na diversificação, preservando uma parcela estratégica de proteção no portfólio

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O gringo já tem data para sair do Brasil, o impacto do conflito entre EUA, Israel e Irã nos mercados, e o que mais move a bolsa hoje

2 de março de 2026 - 8:46

Em situações de conflito, fazer as malas para buscar um cenário mais tranquilo aparece como um anseio para muitas pessoas. O dinheiro estrangeiro, que inundou a B3 e levou o Ibovespa a patamares inéditos desde o começo do ano, tem data para carimbar o passaporte e ir embora do Brasil — e isso pode acontecer […]

DÉCIMO ANDAR

Hora de olhar quem ficou para trás: fundos imobiliários sobem só 3% no ano, mas cenário pode estar prestes a virar

1 de março de 2026 - 8:00

Primeiro bimestre de 2026 foi intenso, mas enquanto Ibovespa subiu 18%, IFIX avançou apenas 3%; só que, com corte de juros à vista, é hora de começar a recompor posições em FIIs

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Turismo avança e cidades reagem – mas o luxo continua em altitude de cruzeiro

28 de fevereiro de 2026 - 9:02

Entre as cabines de primeira classe e os destinos impactados pelo excesso de visitantes, dois olhares sobre a indústria de viagens atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os dividendos da Vivo, a franquia do bolo da tarde e o nascimento de um gigante na saúde: tudo o que você precisa saber antes de investir hoje 

27 de fevereiro de 2026 - 9:07

Veja por que a Vivo (VIVT3) é vista como boa pagadora de dividendos, qual o tamanho da Bradsaúde e o que mais afeta o mercado hoje

SEXTOU COM O RUY

Quer investir com tranquilidade e ainda receber bons dividendos? Você precisa da Vivo (VIVT3) na sua carteira

27 de fevereiro de 2026 - 6:13

Mesmo sendo considerada uma das ações mais “sem graça” da bolsa, a Vivo subiu 50% em 2025 e já se valoriza quase 30% em 2026

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar