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Analistas apontaram que as principais linhas do balanço do Santander vieram fracas, conforme esperado; ainda assim, há sinais animadores
O Santander Brasil fechou o segundo trimestre de 2023 com lucro líquido gerencial de R$ 2,259 bilhões e rentabilidade (ROAE) de 11,2%, ambos ligeiramente abaixo da médias das projeções de analistas consultados pelo Seu Dinheiro. Apesar disso, as units SANB11 têm um dia sem grandes oscilações na B3.
Os ativos do banco abriram a sessão desta quarta (26) em queda e chegaram a recuar 1,9% no pior momento do dia, mas logo amorteceram as perdas e chegaram a tocar brevemente o campo positivo; por volta de 15h, a baixa era de 0,2%, a R$ 29,39.
Mas se os resultados vieram piores que o esperado, por que o mercado está tão calmo? A resposta está em outras partes do balanço: alguns dados operacionais foram bem recebidos e podem indicar o início de uma melhora para o Santander Brasil. Ainda assim, o tom geral é de cautela.
Alguns bancos e casas de investimento, como o Itaú BBA e o BTG Pactual, mostram-se mais céticos em relação ao Santander; outros, como o Inter e a XP, até concedem o benefício da dúvida, mas ressaltam que o balanço deste trimestre veio bastante 'poluído' por fatores extraordinários, o que dificulta a análise.
Veja abaixo um resumo das visões dos analistas, publicadas em relatórios ao longo do dia, a respeito do balanço do Santander Brasil neste segundo trimestre de 2023:
"As notícias foram desanimadoras".
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"Apesar de enxergarmos alguma melhora no portfólio, a maior seletividade em relação aos clientes de alta renda e aos segmentos de menor risco impactaram de maneira significativa a margem de juros líquida (NIM) e, consequentemente, a rentabilidade".
"Mesmo que o pior pareça ter ficado para trás, em termos de qualidade dos ativos, os níveis persistentemente altos de renegociações de dívidas e o baixo nível de cobertura nos deixam cautelosos quanto a uma recuperação rápida".
"Alertamos que, dos R$ 4,2 bi retirados do contingenciamento de passivos fiscais no 1T23 para reforçar o PDD, apenas R$ 2,6 bi foram feitos neste trimestre, e ainda faltam R$ 1,6 bi que podem ser provisionados nos próximos trimestres, o que pode ocasionar em mais reversões da PDD".
"Apesar da inadimplência ainda evoluir em um ritmo gradual de 10 bps no trimestre, impulsionado pela Pessoa Física, vimos boas tendências nos indicadores de atraso".
"A eficiência do banco segue deteriorada, dados os menores níveis de receitas em razão da seletividade atual do banco no crédito e maiores despesas administrativas pressionadas pela inflação e pessoal".
O que achou do balanço do Santander?
"A deterioração [da inadimplência] ainda reflete as safras de crédito antigas, originadas ao longo de 2020-2021. As novas safras, de perfil mais conservador, já representam 60% da carteira de crédito, e deveriam começar a fazer alguma diferença no todo ao longo dos próximos trimestres".
"No geral, a companhia segue com a originação focada em linhas mais conservadoras, como imobiliário e consignado, o que continua pressionando o spread médio".
"É possível enxergar uma melhora sequencial nos números do Santander, que, apesar disso, ainda segue em um momento operacional delicado: os spreads já caem como consequência da concessão conservadora; enquanto a inadimplência ainda não reagiu às safras novas, mais sadias".
"No geral, embora ainda pressionados por provisões mais altas e ajudados pelo imposto de renda positivo, vemos a combinação de um balanço saudável com uma margem financeira (NII) melhorada como indicadores antecedentes para melhores resultados no futuro".
"O Santander registrou uma desaceleração no crescimento da carteira de crédito tanto para pessoas físicas quanto para pessoas jurídicas (+6,6% A/A e -0,2% T/T). Segundo o banco, isso pode ser atribuído à “maior seletividade de crédito, com foco em produtos com garantia”, o que nos parece razoável, já que o banco ainda enfrenta uma crescente inadimplência".
"Receitas fracas, provisões ainda elevadas e pressão no lado das despesas pesaram sobre os resultados"
"Uma leitura a ser replicada para os outros bancos deve partir do crescimento modesto da carteira de crédito e da pressão nos spreads, mas também dos números de inadimplência de curto prazo ligeiramente melhores".
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