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MERCADOS HOJE

Bolsa hoje: Na véspera da ‘Super Quarta’, Ibovespa recua com petróleo e destoa de NY; dólar sobe a R$ 4,96

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12 de dezembro de 2023
7:27 - atualizado às 14:45

RESUMO DO DIA: Em uma sessão marcada por dados de inflação e pela véspera da 'Super Quarta', o Ibovespa fechou em baixa, pressionado pelo petróleo e na contramão de Wall Street.  

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Por aqui, os investidores repercutiram o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou avanço levemente abaixo do esperado para novembro. A indicador subiu 0,28% no mês passado, ante a expectativa de alta de 0,29%. No acumulado do ano, a inflação é de 4,04%.

Hoje foi primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A decisão de política monetária deve ser divulgada amanhã, depois do fechamento dos mercados. A expectativa é pela manutenção do ritmo de cortes da Selic dos últimos encontros, de 0,50 ponto percentual.

Lá fora, o destaque, assim como no Brasil, foi a inflação. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) norte-americano registrou avanço mensal de 0,1% ante as projeções de estabilidade. Em base anual, a inflação desacelerou de 3,2% para 3,1% em novembro.

Em reação ao dado, os juros projetados dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos de dez e 30 anos recuaram.

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Embora o CPI não seja a medida preferida do Federal Reserve (Fed) para a inflação dos EUA, o indicador calibrou as expectativas do mercado financeiro na véspera da decisão do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês), que deve anunciar amanhã a manutenção dos juros na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano. 

Leia Também

O Ibovespa terminou o pregão com recuo de 0,40%, aos 126.403 pontos.

O dólar fechou a R$ 4,9664, com alta de 0,60%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta terça-feira (12):

MAIORES ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA HOJE

O Ibovespa fechou em queda pressionado pelo petróleo.

Mas, as ações mais sensíveis aos juros ganharam fôlego na sessão acompanhando o alívio dos juros futuros (DIs), na esteira do recuo dos rendimentos dos Treasurys mais longos.

Confira as maiores altas do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,734,02%
MRVE3MRV ONR$ 9,602,78%
CVCB3CVC ONR$ 3,712,77%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,992,39%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,282,24%

Na ponta negativa, as companhias de petróleo figuraram entre as maiores quedas, acompanhando o recuo de 4% da commodity no mercado internacional.

As ações da Vibra (VBBR3) estão entre as maiores quedas do índice, pressionadas pela possível criação de uma política de cotas de produção para os combustíveis.

Vale destacar que as ações do Banco do Brasil registraram baixa após a Ágora Investimentos, corretora do Banco Bradesco, rebaixar a recomendação de compra das ações para neutra.

Confira as maiores quedas do Ibovespa hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
TOTS3Totvs ONR$ 32,55-3,53%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 52,50-3,05%
RRRP33R Petroleum ONR$ 26,60-2,92%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 21,49-2,54%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 19,94-2,25%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa encerrou o pregão em baixa de 0,40%, aos 126.403 pontos. O principal índice da bolsa brasileira repercutiu o desempenho das commodities e novos dados de inflação.

O  Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) veio levemente abaixo do esperado, com avanço de 0,28% em novembro ante outubro. No acumulado do ano, a inflação é de 4,04%.

Contudo, o Ibovespa foi pressionado pelo forte recuo do petróleo.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent para fevereiro terminaram o dia com recuo de 3,67%, com o barril a US$ 73,24, na Intercontinental Exchange (ICE).

Por outro lado, as atenções continuam sendo dividas com Brasília. Por lá, os investidores acompanham a tramitação de pautas econômicas.

Hoje, o Senado Federal aprovou os nomes indicados para a diretoria do Banco Central e para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Por fim, hoje foi o primeiro dia de reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central. A decisão sobre a política monetária deve ser divulgada amanhã depois do fechamento dos mercados. A autarquia deve manter o ritmo de cortes de 0,50 ponto percentual.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

As bolsas de Nova York fecharam em tom positivo, na véspera da decisão do Federal Reserve (Fed) sobre a política monetária e em meio a dados de inflação.

  • S&P 500: +0,46%, aos 4.643,70 pontos;
  • Dow Jones: +0,48%, aos 36.577,94 pontos;
  • Nasdaq: +0,70%, aos 14.533,40 pontos.

Com quatro altas consecutivas, hoje o S&P 500 atingiu o maior nível desde janeiro de 2022. O índice Nasdaq fechou com o maior avanço desde abril e Dow Jones, com o melhor fechamento desde janeiro deste ano.

O CPI, medida de inflação dos Estados Unidos, avançou 0,1% em novembro ante outubro, enquanto os analistas esperava estabilidade. Porém, na base anual, a inflação desacelerou de 3,2% para 3,1% em novembro.

O núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis como alimentos e combustíveis, registrou alta de 0,3% na comparação mensal, depois de um ganho de 0,2% em outubro. Na base anual, o avanço do núcleo foi de 4,0% em novembro, em linha com o esperado.

Após o dado, os investidores aumentaram as apostas de primeiro corte nos juros no primeiro semestre de 2024, mas divididas entre redução em março ou maio. Para amanhã (13), a aposta majoritária é de manutenção dos juros na faixa de 5,25% a 5,50% ao ano.

Os traders agora veem 40,2% de chance de o banco central norte-americano cortar os juros para a faixa de 5,00% a 5,25% ao ano em março, de acordo com a ferramenta de monitoramento do CME Group.

Em maio, as apostas pelo corte inicial que colocaria os juros nos EUA no intervalo de 5,50% a 5,75% ao ano são de 50,0%.

DESONERAÇÃO DA FOLHA DE PAGAMENTOS

O veto à desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia será analisado pelo Congresso Nacional na próxima quinta-feira (14).

A inclusão da pauta na agenda foi confirmada há pouco pelo presidente do Senado Federal e do Congresso, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), no início de sessão plenária dos senadores.

Em novembro, o presidente Lula vetou a prorrogação da folha de pagamentos que estava em vigor desde 2011.

CASO GETNINJAS (NINJ3): GESTORA PERDE PRAZO PARA LANÇAR OPA

A disputa pelo controle da GetNinjas (NINJ3) pode ganhar um novo e inesperado rumo. Isso porque a Reag Investimentos acaba de perder o prazo para lançar a oferta pública de aquisição (OPA) pelas ações dos minoritários da plataforma.

A Reag atingiu a marca de 25,004% de participação na GetNinjas em 11 de outubro, o que acionou o mecanismo de poison pill (pílula de veneno, em tradução literal) do estatuto da empresa. 

A cláusula obriga qualquer acionista que superar o limite de 25% de participação a lançar uma OPA em até 60 dias corridos contados a partir do atingimento desse percentual.

Acontece que esse prazo se encerrou na última segunda-feira (11) — e até agora, a Reag não publicou nenhum documento formalizando a operação à CVM, a xerife do mercado de capitais brasileiro.

Leia mais.

INDICADOS AO BANCO CENTRAL

O Senado Federal aprovou as indicações de Rodrigo Teixeira e Paulo Pichetti para a diretoria do Banco Central.

FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou cotado a R$ 4,9664, com avanço de 0,60% no mercado à vista.

A moeda norte-americana ganhou força ante o real após a inflação dos Estados Unidos — que veio levemente acima do esperado na comparação mensal, mas com sinais de desaceleração na base anual — reforçar as expectativas de manutenção dos juros no atual intervalo de 5,25% a 5,50% ao ano pelo Federal Reserve (Fed) amanhã e aumentar as apostas de primeiro corte nos juros em maio.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos mais líquidos do petróleo encerraram a sessão com queda de cerca de 4%, em meio a novos dados de inflação nos Estados Unidos e retomada de atenções sobre o Oriente Médio.

Os futuros do petróleo Brent para fevereiro terminaram o dia com recuo de 3,67%, com o barril a US$ 73,24, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os futuros do WTI para janeiro tiveram baixa de 3,80%, com o barril a US$ 68,61 na New York Mercantile Exchange (Nymex).

A commodity foi pressionado pela reação dos investidores a um ataque do grupo Houthis, aliado do Irão, a um navio petroleiro da Noruega no Mar Vermelho.

Os temores sobre a demanda do petróleo também continuam a ser precificados nos contratos da commodity.

ALÍVIO NOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) estendem o alívio em toda a curva, após a inflação dos Estados Unidos repercutir nos rendimentos dos Treasurys de cauda mais longa.

Apesar do avanço mensal, a inflação medida segue desacelerando de forma gradual na base anual. Com isso, os rendimentos (yields) dos títulos do Tesouro norte-americana recuam. Os juros projetados para 30 anos caem a 4,307%, próximo das mínimas.

Confira o desempenho dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT FEC
DI1F24DI Jan/2411,73%11,75%
DI1F25DI Jan/2510,26%10,32%
DI1F26DI Jan/269,90%9,98%
DI1F27DI Jan/2710,01%10,10%
DI1F28DI Jan/2810,28%10,36%
DI1F29DI Jan/2910,46%10,54%
DI1F30DI Jan/3010,61%10,70%
JUSTIÇA DE SP ACEITA PEDIDO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA DONA DA STARBUCKS

A Justiça de São Paulo aceitou o pedido de recuperação judicial da SouthRock Capital, que opera redes de restaurantes como Starbucks e TGI Fridays, mas manteve o Eataly e o Subway fora do processo.

Com isso, todas as ações e execuções contra a SouthRock ficam suspensas por 180 dias. A empresa também passar a ter 60 dias para apresentar um plano de recuperação judicial — que deve ser aprovado em assembleia de credores.

A SouthRock apresentou o pedido de recuperação judicial no dia 31 de outubro. Na ocasião, as dívidas do grupo foram estimadas em R$ 1,8 bilhão.

O QUE DERRUBA VIBRA (VBBR3) E RAÍZEN (RAIZ4) HOJE

As ações da Vibra (VBBR3) estão entre as maiores quedas do Ibovespa, pressionadas pela possível criação de uma política de cotas de produção para os combustíveis. A notícia também arrasta os papéis da Raízen (RAIZ4).

Embora o Ministério de Minas e Energia trate o assunto como especulação, as empresas do setor discutem a medida — que garantiria suprimento às distribuidoras com até 5% de participação de mercado em detrimento de Vibra, Raízen e Ipiranga, as três maiores do segmento.

Com isso, as ações VBBR3 caem 2,54%, a R$ 21,49, enquanto os RAIZ4 toca na mínima do dia ao recuar 1,42%, a R$ 3,47.

MOVIDA (MOVI3) DESPENCA APÓS SUPOSTA META DE LUCRO VAZAR

A locadora de veículos Movida (MOVI3) viveu nesta terça-feira uma espécie de correspondente corporativo ao vazamento de fotos íntimas na internet.

As ações da empresa chegaram a despencar mais de 10% no pregão da hoje da bolsa após a imagem que ilustra esta reportagem ser compartilhada nas redes sociais.

A foto traz ao fundo de um troféu correspondente ao que parece ser uma premiação interna uma série de números com supostos compromissos para 2024. Entre eles, a expectativa de um lucro líquido de R$ 210 milhões.

O problema é que esse número é bem inferior ao atual consenso do mercado, cuja expectativa de lucro é de R$ 425 milhões, de acordo com dados da Bloomberg.

Leia mais.

NY FORTALECE GANHOS COM QUEDA DOS TREASURYS

As bolsas de Nova York aceleram os leves ganhos registrados nesta terça-feira após um alívio na curva de juros futuros dos EUA. Veja o desempenho dos principais índices de Wall Street por volta das 15h30:

  • Dow Jones: +0,29%
  • S&P 500: +0,17%
  • Nasdaq: +0,31%

As taxas dos Treasurys arrefeceram após o Departamento do Tesouro leiloar US$ 21 bilhões em títulos de 30 anos da dívida norte-americana.

O leilão, que teve demanda acima da média, também levou o dólar a perder força antes os pares internacionais. Por aqui, no entanto, a moeda norte-americana ainda operava em alta de 0,59%, a R$ 4,9659.

MOVIDA (MOVI3) DESPENCA NA B3

As ações da Movida (MOVI3) chegaram a cair mais de 10% na manhã desta terça-feira (12), mas ao longo da tarde reduziu as perdas. Há pouco, os papéis recuavam 5,66%, a R$ 11, na B3.

Sem notícias recentes sobre o setor e em um dia de apetite ao risco para as ações domésticas, os papéis da companhia de aluguel de automóveis são pressionados por suposto vazamento de metas financeiras de 2024.

Segundo a Ativa Investimentos, uma foto postada no LinkedIn mostra o lucro líquido de 2024 com meta de R$ 210 milhões, o que seria bem abaixo das estimativas da gestora, de R$ 390 milhões, e das do mercado — mediana da Refinitiv aponta para R$ 415 milhões.

IBOVESPA SUSTENTA OS 126 MIL PONTOS

O Ibovespa segue em campo negativo pressionado pelo petróleo. O principal índice da bolsa brasileira recua 0,65%, aos 126.091 pontos.

Em contrapartida, o dólar segue acelerando o ritmo de ganhos. A moeda norte-americana sobe 0,68% no mercado à vista, a R$ 4,9704.

POR QUE AS AÇÕES DA TECNISA DISPARAM HOJE?

Caminhando na contramão do principal índice da bolsa brasileira, as ações da Tecnisa (TCSA3) operaram em forte alta nesta terça-feira (12). Por volta das 13h50, os papéis subiam 11,11%, cotados em R$ 4,10.

O combustível para esse avanço está em um leilão realizado na bolsa. Mas o certame não está relacionado a ações, e sim a Certificados de Potencial Adicional de Construção (Cepacs) emitidos pela Prefeitura de São Paulo.

A Tecnisa desembolsou R$ 225,4 milhões para comprar pouco mais de 206 mil dos 214 mil Cepacs da Operação Urbana Água Branca negociados no leilão, que foi promovido hoje na B3.

Os títulos possibilitarão que a incorporadora construa prédios com mais andares e apartamentos do que os limites originais da região, que compreende bairros da zona Oeste da capital paulista.

Leia mais.

FECHAMENTO DA EUROPA
  • FTSE 100 (Londres): +0,01%;
  • DAX (Frankfurt): 0,00%;
  • CAC 40 (Paris): -0,07%.

As cotações são preliminares.

BOLSAS EM NOVA YORK FIRMAM ALTA

As bolsas de Nova York sustentam o tom positivo após iniciar o pregão em alta.

Apesar da inflação levemente acima do esperado para novembro, os investidores repercutem falas da secretária-geral do Tesouro norte-americano, Janet Yellen.

Ela afirmou que o "pouso suave está cada vez mais possível" e considerar que "não é necessário ter desemprego elevado para baixar a inflação".

Confira o desempenho dos índices em Nova York:

  • S&P 500: +0,14%;
  • Dow Jones: +0,34%;
  • Nasdaq: +0,22%.
ALTAS E QUEDAS DO IBOVESPA

O Ibovespa sustenta queda com petróleo, apesar das bolsas de Nova York firmarem alta.

Com o alívio sobre os juros futuros, as companhias mais ligadas aos setores domésticos avançam no Ibovespa.

Confira as maiores altas do índice:

CÓDIGONOMEULTVAR
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,693,40%
PCAR3GPA ONR$ 4,132,23%
MRVE3MRV ONR$ 9,542,14%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 52,102,12%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,282,24%

Na ponta negativa, a queda de quase 3% do petróleo no mercado internacional pressiona as ações das petroleiras.

Confira as maiores quedas do Ibovespa até agora:

CÓDIGONOMEULTVAR
VBBR3VIBRA energia ONR$ 21,39-2,99%
RECV3PetroReconcavo ONR$ 19,94-2,25%
RRRP33R Petroleum ONR$ 26,82-2,12%
RENT3Localiza ONR$ 59,87-2,06%
LWSA3Locaweb ONR$ 5,75-1,71%
FII É ENQUADRADO PELA RECEITA FEDERAL; ENTENDA

O ano de 2019 nem foi há tanto tempo. Mas, de lá para cá, uma pandemia entrou no meio do caminho e o isolamento social bagunçou a linha do tempo de muita gente, causando dificuldades para lembrar o que aconteceu naquele ano. A memória da Receita Federal, porém, está intacta: o Fisco "enquadrou" um fundo imobiliário por débitos fiscais de uma emissão de cotas realizada em 2019.

Segundo comunicado do General Shoppings e Outlets do Brasil (GSFI11), a Trustee, administradora do FII, foi intimada em um auto de infração.

A Receita atribui ao GSFI11 "responsabilidade solidária" por débitos fiscais "supostamente devidos" por quem investiu nas cotas na operação.

O comunicado, enviado pelo FII à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) ontem (11), não detalha quais são os débitos em questão. Mas a administradora afirma ter "convicção de que os fundamentos utilizados não permitem que seja imputada ao fundo a responsabilidade pelo recolhimento" das despesas que seriam de cotistas.

Leia mais.

COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa iniciou o dia em tom positivo e alcançou os 127 mil pontos, mas não sustentou os ganhos. O principal índice da bolsa brasileira cai 0,30%, aos 126.540 pontos.

Na abertura, os investidores reagiram ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país. O IPCA veio levemente abaixo do esperado, com avanço de 0,28% em novembro ante outubro. No acumulado do ano, a inflação é de 4,04%.

Contudo, o tom negativo deve-se ao forte recuo do petróleo e avanço da inflação nos Estados Unidos, na véspera de decisão do Federal Reserve (Fed).

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, usados como referência mundial, registram queda próxima a 3%, com a escalada de tensão no Oriente Médio, após um ataque do grupo Houthis, aliado do Irão, a um navio petroleiro da Noruega no Mar Vermelho.

O CPI, medida de inflação dos Estados Unidos, avançou 0,1% em novembro ante outubro, enquanto os analistas esperava estabilidade. Porém, na base anual, a inflação desacelerou de 3,2% para 3,1% em novembro.

Na comparação com o real, o dólar ganha força e opera a R$ 4,9584.

Os juros futuros (DIs) recuam em toda a curva, repercutindo o IPCA de novembro. A taxa de Depósitos Interbancários com vencimento em janeiro de 2026 voltou a operar na casa de um dígito, a 9,91%.

VOCÊ DEVERIA AGRADECE PELA QUEDA DO BITCOIN

Saudações! No momento em que escrevo, o bitcoin (BTC) volta para a faixa dos US$ 40.000, patamar que foi facilmente quebrado na mais recente alta do mercado.

Tenho convicção de que o dia 23 de outubro de 2023 terá sido a última vez em que o BTC foi negociado abaixo dos US$ 30.000, e qualquer correção de preços (como a de ontem) até o fim do ano é uma oportunidade de compra.

O racional para a compra de bitcoin no momento atual é simples: ativo historicamente barato, prestes a ser beneficiado por um grande influxo de capital institucional (via ETFs), e por um ciclo de liquidez mais propício para a tomada de risco (em outras palavras, corte da taxa de juros americana).

Já como um investimento de longo prazo, o bitcoin vem sendo cada vez mais percebido como uma reserva de valor, tanto por investidores de varejo quanto institucionais.

Leia mais.

PETRÓLEO DESPENCA E DERRUBA PETROLEIRAS NA B3

As ações das petroleiras lideram as perdas do Ibovespa, na esteira da forte queda do petróleo no mercado internacional.

Os contratos mais líquidos do petróleo Brent, usados como referência mundial, registram queda de 2,42%, com o barril negociado a US$ 74,16. Mais cedo, os futuros chegaram a cair mais de 3%.

A commodity é pressionada pela escalada de tensão no Oriente Médio, após um ataque do grupo Houthis, aliado do Irão, a um navio petroleiro da Noruega no Mar Vermelho. Além disso, o avanço da inflação nos Estados Unidos reacendeu o temor sobre a demanda global pelo petróleo.

No Ibovespa, as ações de 3R Petroleum (RRRP3) lideram as perdas do setor. Confira as cotações das companhias cujas ações são negociadas no Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
RECV3PetroReconcavo ONR$ 19,91-2,40%
RRRP33R Petroleum ONR$ 26,77-2,30%
PRIO3PRIO ONR$ 43,81-1,95%
PETR3Petrobras ONR$ 36,04-1,40%
PETR4Petrobras PNR$ 33,93-1,25%

HAPVIDA (HAPV3) RECUA 1%

As ações da Hapvida (HAPV3) registram queda de 1,18%, a R$ 4,18, no Ibovespa.

Os papéis repercutem a renúncia de Maurício Teixeira ao cargo de diretor financeiro da companhia para assumir uma cadeira no conselho da Hapvida. Na posição de Teixeira deve ficar o responsável pela área de Mercado de Capitais, Luccas Abid como CFO interino.

Na visão do BTG Pactual, embora as mudanças possam trazer certa incerteza, não há perspectiva de alteração da tese de investimentos da Hapvida. O banco mantém a recomendação de compra para as ações.

GIRO DO MERCADO

Conhecido por ter sido o responsável pelo turnaround da Hapvida (HAPV3), Maurício Teixeira está deixando o cargo de CFO da companhia depois de três anos.

O analista da Empiricus Research, Fernando Ferrer, explica por que o mercado levantou dúvidas em relação à mudança e como ficam as expectativas para as ações da empresa agora.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do Brasil, subiu 0,28% em novembro — uma leve aceleração em relação à alta de 0,24% apurada em outubro.

Matheus Spiess participa da edição desta terça-feira (12) para comentar os dados divulgados pelo IBGE, e como o mercado deve reagir. O analista também aproveita para falar das expectativas para a Super Quarta.

Acompanhe:

DÓLAR RETOMA ALTA

Após a aceleração da inflação nos Estados Unidos, levemente acima das expectativas, o dólar voltou a ganhar força.

Na comparação com o real, a moeda norte-americana sobe a R$ 4,9527, com alta de 0,32%, no mercado à vista.

Porém, diante de uma cesta de moedas globais, o indicador DXY aponta queda de 0,10%, aos 103.990 pontos, na comparação com seis divisas como euro e iene.

JUSTIÇA PRORROGA STAY PERIOD DA OI (OIBR3)

A Justiça concordou em prorrogar a “blindagem” da Oi (OIBR3) contra seus credores por mais três meses. O objetivo da decisão é assegurar a continuidade do processo de recuperação judicial da companhia.

O juízo da 7ª vara empresarial da comarca da capital do Rio de Janeiro aprovou a extensão do stay period — prazo pelo qual as ações e execuções de dívida ficam suspensas durante o processo de reestruturação — por 90 dias corridos.

É importante destacar que a “blindagem” não se restringirá à Oi S.A. Ela também protegerá a Portugal Telecom e a Oi Brasil Holdings contra os credores.

As ações da Oi (OIBR3) operam em alta no pregão desta terça-feira (12). Por volta das 10h38, os papéis avançavam 1,49%, negociados a R$ 0,68.

Leia mais.

ABERTURA EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York abriram em tom misto, com os investidores digerindo os dados de inflação em novembro, divulgado há pouco.

  • S&P 500: -0,20%;
  • Dow Jones: +0,02%;
  • Nasdaq: -0,07%.

O CPI avançou 0,1% em novembro ante outubro, enquanto os analistas esperava estabilidade. Porém, na base anual, a inflação desacelerou de 3,2% para 3,1% em novembro.

INFLAÇÃO NOS EUA

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) avançou 0,1% em novembro na base mensal, informou há pouco o Departamento do Comércio dos Estados Unidos.

O dado veio acima da previsão de estabilidade.

Na comparação anual, a inflação registrou alta de 3,1% em novembro, mas uma desaceleração na base anual de outubro — quando o CPI avançou 3,2%.

O núcleo do CPI, que exclui itens mais voláteis como alimentos e combustíveis, registrou alta de 0,3% na comparação mensal, depois de um ganho de 0,2% em outubro. Na base anual, o avanço do núcleo foi de 4,0% em novembro, em linha com o esperado.

IBOVESPA EM QUEDA

Com a pressão do petróleo, que voltou a cair mais de 1%, o principal índice da bolsa brasileira zerou os ganhos da abertura e opera em baixa.

O Ibovespa cai 0,07%, aos 126.828 pontos.

PÃO DE AÇÚCAR (PCAR3) ALTERA PLANO DE ABERTURA DE NOVAS LOJAS

Após anunciar a intenção de fazer uma oferta de ações para captar R$ 1 bilhão, o Grupo Pão de Açúcar (GPA - PCAR3) divulgou, na noite de segunda-feira (11) um fato relevante anunciando uma mudança no seu plano de abertura de novas lojas.

No documento arquivado na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a varejista aumenta o prazo de seu plano de expansão, adiando sua data final de 2024 para 2026.

No plano de expansão original, divulgado em 6 de setembro deste ano, a previsão do Pão de Açúcar era inaugurar 300 novas lojas no período entre 2022 e 2024.

Destas, 121 já foram abertas até setembro de 2023 e 11 estão previstas para serem inauguradas no quarto trimestre deste ano, totalizando 132 novas lojas (99 de proximidade e 33 supermercados).

Leia mais.

ALTAS E QUEDAS DA ABERTURA

O Ibovespa sustenta alta e avança aos 127 mil pontos após a abertura.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRVE3MRV ONR$ 9,461,28%
USIM5Usiminas PNAR$ 8,601,18%
DXCO3Dexco ONR$ 7,421,09%
SOMA3Grupo Soma ONR$ 6,541,08%
SLCE3SLC AgrícolaR$ 39,401,03%

E as maiores quedas da abertura do Ibovespa:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 4,04-4,49%
BHIA3Casas Bahia ONR$ 0,50-1,96%
BBAS3Banco do Brasil ONR$ 53,37-1,44%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,21-0,90%
GOLL4Gol PNR$ 8,35-0,60%
ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa sobe 0,35%, aos 126.922 pontos.

O tom positivo é sustentado pelo desempenho das commodities metálicas e apetite ao risco no exterior na véspera da decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed).

Por aqui, os investidores também repercutem o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou avanço levemente abaixo do esperado para novembro.

O IPCA de novembro subiu 0,28% contra alta de 0,24% em outubro, de acordo com o IBGE. A mediana das projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast apontavam para um avanço de 0,29% no mês.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras, que possuem participação relevante no Ibovespa, operam em tom positivo no pré-mercado em Nova York.

Os ADRs acompanham o apetite ao risco dos índices futuros de NY.

  • Petrobras (PBR): +0,27%, a US$ 14,80
  • Vale (VALE): +0,75%, a US$ 14,87
MERCADO DE COMMODITIES

O mercado de commodities opera sem direção única, na véspera de decisão sobre política monetária do Federal Reserve (Fed).

O minério de ferro encerrou as negociações em Dalian com alta de 1,52% e a tonelada negociada a US$ 135,06.

Já os futuros do petróleo voltaram a operam em queda. Os contratos mais líquidos do Brent caem 0,78%, com o barril a US$ 75,44.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

ANTES DA SUPER QUARTA, ATENÇÃO AOS DADOS DE INFLAÇÃO NO BRASIL E NO EXTERIOR

Os investidores estarão atentos hoje aos dados de inflação ao consumidor de novembro, tanto no Brasil quanto nos EUA.

Esses números fornecerão uma base mais sólida para as expectativas de mercado em relação à convergência dos preços a níveis mais saudáveis e à trajetória da política monetária no próximo ano.

Qualquer leitura abaixo do esperado hoje provavelmente impulsionará os ativos de risco, preparando o terreno para as reuniões dos bancos centrais na quarta-feira, nos EUA e no Brasil, e na quinta-feira, na Inglaterra, na Zona do Euro, na Suíça e na Noruega. No entanto, surpresas positivas podem apresentar desafios.

A maioria das ações asiáticas registrou ligeiras altas nesta terça-feira, com os mercados japoneses operando positivamente devido à postura pacífica do Banco do Japão, que indica que a política monetária japonesa permanecerá amplamente flexível por enquanto.

Enquanto isso, a cautela em relação à China e vários indicadores futuros mantém os investidores apreensivos. Na Europa, os mercados iniciam o dia em alta, assimilando os dados sobre emprego no Reino Unido e a pesquisa de opinião empresarial alemã.

Nos EUA, os futuros seguem a tendência positiva desta manhã. As commodities também sobem, dando a impressão de um bom dia.

00:47 — Entre o Congresso e a inflação

No Brasil, um dia antes da decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), a atenção se volta para a agenda em Brasília e os indicadores de inflação.

A votação no Senado sobre o projeto de tributação das apostas esportivas está confirmada, enquanto a Câmara debate a possibilidade de enfrentar a rápida apreciação do projeto que trata das subvenções do ICMS, considerado a "bala de prata" da equipe econômica para reduzir o déficit no próximo ano.

Outros pontos em discussão incluem o novo marco tributário e a análise de vetos, como os referentes ao marco temporal, arcabouço e fim da isenção da folha de pagamento.

A tensão fiscal está palpável, refletida nos prêmios nos vértices mais longos da curva de juros, que não avançaram tanto quanto o esperado devido à incerteza em torno da viabilidade de todas essas propostas.

01:35 — E a inflação americana?

Nos Estados Unidos, os índices de ações registraram um dia de negociações cautelosamente otimistas ontem, antecipando uma semana agitada com dados econômicos e anúncios de políticas do banco central.

A agenda desta semana abrange o Índice de Preços ao Consumidor de novembro, programado para hoje, seguido pelos dados de vendas no varejo na quinta-feira.

No meio desses eventos, o comitê de política monetária do Federal Reserve divulgará sua decisão sobre as taxas de juros e apresentará novas projeções econômicas na quarta-feira.

É improvável que haja mudanças nas taxas de juros por parte do Fed esta semana. O foco estará na coletiva de imprensa de Jerome Powell e no mais recente Resumo das Projeções Econômicas, que apresentará as estimativas da autoridade monetária para inflação, taxas de juros, crescimento econômico e desemprego.

Enquanto aguardamos esses eventos, concentremo-nos hoje nos dados de inflação. A estimativa de consenso sugere um aumento anual de 3,1%, um décimo de ponto percentual abaixo de outubro.

O núcleo do IPC, excluindo os preços voláteis de alimentos e energia, deve registrar um aumento de 4%, alinhado com os dados de outubro. A variação percentual anual do núcleo do IPC atinge seu nível mais baixo em mais de dois anos.

Embora a inflação esteja em trajetória descendente, ainda permanece acima da meta. A economia dos EUA desacelerou desde seu crescimento mais robusto no início deste ano, mas ainda está longe de entrar em recessão.

"Juros elevados por mais tempo" continua sendo a estratégia predominante, a menos que haja evidências convincentes do contrário.

02:36 — As consequências para a política monetária

Embora seja esperado que o Federal Reserve mantenha a taxa de juros estável entre 5,25% e 5,5% pela terceira vez, a maioria dos participantes do mercado está apostando em cortes a partir de maio.

Por exemplo, o Bank of America projetou que o Fed começará a cortar as taxas em junho, enquanto o Morgan Stanley prevê cortes no meio de 2024.

O Deutsche Bank, por sua vez, espera que o gráfico de pontos do banco central evite sugerir cortes no primeiro semestre de 2024.

Enquanto isso, o Goldman Sachs, adotando uma postura mais conservadora, espera que o Fed reduza as taxas apenas duas vezes no próximo ano, sendo o primeiro corte esperado no terceiro trimestre, anterior à sua previsão anterior de cortes nas taxas a partir de dezembro.

Naturalmente, os investidores continuam preocupados com dois riscos principais.

Um deles é que o Fed espere tempo demais para flexibilizar a política monetária, o que poderia resultar em taxas de juros mais altas, prejudicando o crescimento econômico e arriscando uma recessão mais severa.

O outro risco é que o Fed possa cortar as taxas prematuramente, enquanto a inflação permanece acima da meta de 2%, como ocorreu durante a gestão de Arthur Burns, amplamente considerado o pior presidente do Fed entre 1970 e 1978.

Hoje, pelo menos, o mercado de trabalho mais forte do que o esperado tem moderado as expectativas de cortes nas taxas a partir de março.

03:32 — O dilema chinês

As ações na China enfrentaram indecisões na terça-feira. O índice de blue chips CSI 300 permaneceu praticamente inalterado, flutuando em torno dos mínimos de quase cinco anos, enquanto o índice composto de Xangai também registrou pouca variação.

Em contraste, o índice Hang Seng de Hong Kong subiu 0,8%, impulsionado pela recuperação das ações imobiliárias, alimentando esperanças de mais apoio governamental para o setor em dificuldades.

A região testemunhou pressões devido à desinflação na China em novembro, conforme revelaram dados do fim de semana.

No entanto, há indícios de uma possível recuperação, com relatos sugerindo que os fundos estatais chineses estão investindo em ativos de risco para estabilizar o mercado, o que tem impacto positivo no ânimo dos investidores.

O mercado imobiliário chinês permanece como um ponto crítico para a economia no próximo ano, e os investidores estão atentos a sinais que possam indicar a agenda política e as reformas para 2024.

A Conferência Anual do Partido Comunista Chinês torna-se o centro das atenções, proporcionando um fórum para o presidente Xi Jinping e outros líderes delinearem o curso da segunda maior economia do mundo.

04:16 — A nova dinâmica geopolítica global

Ao contemplar o cenário de 2024, há um temor generalizado em relação a potenciais novos conflitos geopolíticos capazes de aprofundar ainda mais as instabilidades mundiais.

A contemporaneidade, marcada pela ausência de liderança global e pelo crescente conflito geopolítico decorrente desse vazio, gradativamente assume um papel central nas discussões do cenário financeiro global.

A metamorfose desse contexto se acelera, ao passo que os canais de cooperação internacional, como instituições multinacionais, alianças tradicionais e cadeias de abastecimento globais, perdem gradualmente sua capacidade de absorver impactos e choques.

Quando se aborda o tema da guerra atualmente, torna-se imperativo especificar a qual conflito nos referimos. Mesmo a América do Sul, outrora distante dessas narrativas, ressurge como palco de disputa, destacando-se a tensão entre Guiana e Venezuela.

Esses desafios prementes configuram uma situação perigosa e sem precedentes no cenário político global.

ESQUENTA DOS MERCADOS

O Ibovespa futuro sobe 0,27% após a abertura, aos 127.500 pontos. Já o dólar à vista é negociado em queda de 0,17%, cotado a R$ 4,9283.

INFLAÇÃO DE NOVEMBRO VEM LEVEMENTE ABAIXO DO ESPERADO

O IPCA de novembro subiu 0,28% contra alta de 0,24% em outubro, de acordo com o IBGE. A mediana das projeções dos especialistas ouvidos pelo Broadcast apontavam para um avanço de 0,29% no mês.

Assim, a taxa acumulada de inflação em 2023 ficou em 4,04%. Nos últimos 12 meses, a inflação sobe 4,68%. A mediada das projeções para os últimos 12 meses era de 4,69%.

ELETROBRAS (ELET3) FECHA ACORDO BILIONÁRIO PARA ENCERRAR PROCESSO DA PETROBRAS (PETR4)

A Eletrobras (ELET3) deixou de ser uma empresa estatal no ano passado, mas segue acertando pendências financeiras da época em que era controlada pelo governo. Desta vez, a companhia chegou a um acordo com a Petrobras (PETR4) e aceitou pagar R$ 1,156 bilhão para encerrar um processo judicial.

O pagamento deve ocorrer cinco dias úteis após o trânsito em julgado da sentença. Assim, deve se refletir nos resultados do quarto trimestre das companhias.

A estatal entrou com uma ação contra a Eletrobras em 2010 para discutir a diferença de correção monetária de créditos escriturais de energia elétrica dentro do empréstimo compulsório.

O acordo com a Petrobras faz parte dos esforços da agora ex-estatal para tirar os "esqueletos" no balanço. A Eletrobras carrega um total em R$ 19 bilhões em provisões apenas para lidar com o empréstimo compulsório.

Leia mais.

AGENDA DO DIA
HorárioPaís / RegiãoEvento
4hReino UnidoTaxa de desemprego em outubro
7hZona do EuroÍndice ZEW de percepção econômica em dezembro
9hBrasilIPCA de novembro
9hBrasilCAE do Senado sabatina indicados ao Cade
9h30BrasilPlenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República (CDESS) com a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad
9h30BrasilPresidente Lula recebe presidente da Câmara, Arthur Lira, senador Renan Calheiros e políticos de Alagoas para tratar do rompimento parcial da mina da Braskem em Maceió
11hBrasilMinistro da Fazenda, Fernando Haddad, participa de anúncio de investimentos de bancos públicos em Estados junto com o presidente Lula
10h30Estados UnidosÍndice de preços ao consumidor (CPI, em inglês) de novembro
15hBrasilPlenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável da Presidência da República (CDESS) com a presença do presidente Lula
Fonte: Investing.com e Broadcast
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram no azul nesta terça-feira.

Os investidores ampliam marginalmente os ganhos da véspera antes da divulgação da inflação oficial de novembro nos Estados Unidos.

Apenas uma grande surpresa será capaz de desfazer o consenso segundo o qual o Fed manterá a taxa de juros amanhã.

Confira:

  • S&P 500 futuro: +0,11%
  • Dow Jones futuro: +0,19%
  • Nasdaq futuro: +0,16%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta terça-feira.

No Reino Unido, a estabilidade da taxa de desemprego alimenta apostas na queda dos juros pelo BoE, o Banco da Inglaterra.

Os investidores também se preparam para as decisões de política monetária do Fed (amanhã) e do BCE (na quinta-feira).

Confira:

  • DAX: +0,02%
  • FTSE 100: +0,49%
  • CAC 40: +0,17%
  • Euro Stoxx 50: +0,15%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta terça-feira.

Os investidores repercutiram a expectativa de novos estímulos à economia da China.

Veja como fecharam as principais bolsas asiáticas hoje:

  • Xangai: +0,40%
  • Tóquio: +0,16%
  • Seul: +0,39%
  • Hong Kong: 1,07%
  • Taiwan: 0,19%
TAXA DE DESEMPREGO SEGUE ESTÁVEL NO REINO UNIDO

A taxa de desemprego permaneceu estável no Reino Unido em outubro.

O indicador ficou em 4,2%, mesmo nível registrado no trimestre móvel encerrado em setembro.

O resultado veio em linha com a expectativa dos analistas.

Enquanto isso, o salário semanal médio, excluindo-se bônus, mostrou avanço anual de 7,3% no trimestre até outubro, desacelerando ante o ganho de 7,8% em setembro.

O QUE ROLOU NOS MERCADOS ONTEM?

O Ibovespa operou de lado nesta segunda-feira (11), acompanhando a cautela com China e recuo das commodities metálicas.

A segunda maior economia do mundo acendeu a luz amarela nos mercados. O gigante asiático registrou uma deflação acima do esperado em novembro, o que reforçou o temor sobre a desaceleração da demanda global.

Por aqui, a agenda esvaziada permitiu que os investidores calibrassem as expectativas para a semana decisiva sobre a trajetória de juros nas principais economias do mundo.

Ao longo da semana, a tramitação de pautas econômicas no Congresso Nacional deve concentrar as atenções dos investidores, além da Super Quarta dos bancos centrais dos Estados Unidos e do Brasil.

O Ibovespa terminou o pregão em baixa de 0,14%, aos 126.916 pontos.

O dólar fechou a R$ 4,9369, com alta de 0,15%, no mercado à vista.

Confira o que movimentou os mercados nesta segunda-feira (11).

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